Poesias de Gregorio de Matos Guerra
Então… soa a última trombeta!
Não é som de guerra, é de redenção.
É o toque do fim e o início da glória,
o chamado final de uma eterna história.
É dada aos que lutam sem se corromper,
que vencem o mal sem se envaidecer.
É o prêmio da guerra invisível travada,
na alma provada, mas nunca quebrada.
É canto de guerra, é canto de paz,
é a voz da vitória que nunca se desfaz.
É louvor que venceu o pecado e a dor,
é um som consagrado ao eterno Senhor.
"Nessa guerra de valores, os gatos querem governar a fazenda para ficar com o leite e deixar os ratos sem queijo."
“O fazendeiro quer alimento livre para todos e não vai deixar isso acontecer.”
"Os pássaros podem voar e cantar livre sem ser presos em gaiolas."
"Só porque estou em paz não significa que não haja alguém na guerra."
"Só porque estou no céu não significa que não haja alguém no inferno."
"O que me incentiva sair da guerra são aqueles que encontram a paz."
"O que me incentiva sair do inferno são aqueles que chegaram no céu."
Mote: Albert Camus
Glosa: Gélson Pessoa
Nenhuma guerra no mundo
Se consegue explicar
Pois guerra é ambição
De um líder pra se elevar.
Paz é a única batalha
Que vale a pena travar.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
Foi amor
Foi luta
Foi primavera
Foi inverno
Foi guerra
Foi paz
Foi sorriso
Foi lágrima
Hoje é música a qual eu jamais esquecerei...
Haredita Angel
09.03.25
"Homem com ciumes:
- Coisa fofa!
Mulher com ciumes:-
- Terceira guerra mundial..."
Haredita Angel
13.12.14
Muitas vezes desisti da guerra...
Por que não resisti a Paz que via em seu olhar...Mas percebi ,que voce amava o guerreiro que existia em mim...Nas noites em que sua alma tranquila desejava...Encontrar a fúria de um homem sem medo...pronto para abrir as asas e protege-la...Então em seu corpo fiz meu ninho...Somos guerra e Paz e nosso fruto Amor...
Quando estamos numa guerra, ou numa pandemia, ficamos todos desnivelados. Resta o poder dos misericordiosos.
Quando só há política, o amor se perde. Não existe lugares melhores e piores. Existem pessoas
que fazem a diferença nos lugares.
O mar subtraído desde
a Guerra do Pacífico ainda
não foi ao povo devolvido.
Ninguém pode negar
que a Bolívia soberana
nasceu para navegar.
Não há poeta que não
tenha entregado
a sua vida ao mar.
E prometi a mim mesma
quando ele for devolvido,
será nesse dia que ali
junto ao povo vou estar.
Conquistaram o seu espaço
pela via da guerra,
Não souberam se pacificar,
Não quiseram aprender
que para tudo existe regra,
Querem muito além
da sua conquistada terra,
Outrora maus alunos,
agora são péssimos líderes.
Ser de paz não
é ser banana,
É só alguém
que evita o quê
a guerra traz,
Ser de paz não
é alguém tolo,
é apenas alguém
que evita
entrar em rolo,
No fundo quem é
o verdadeiro Banana
é que busca provocar
e depois escapar daquilo
que si mesmo plantou.
Encontrei a Anaantanha
que estava desaparecida
para afastar os males
do corpo e da guerra,
Talvez para pendurar
na entrada da aldeia
para afastar qualquer
mal que pode pairar
sobre esta nossa terra,
como ameraba que sou
ainda insisto ser poeta.
Nas Antilhas Menores deixar
que elas entrem nos seus poros,
Neste mundo em guerra
só nós dois é o quê me interessa.
Levar-se pela música das ondas
em direção ao Cayo Ratiquí,
E inabalável por aqui
somente o quê for de paz permitir.
Não quero outra coisa na vida
que não seja fazer você sorrir,
e deixar o quê é de romance fluir.
Do nosso Hemisfério Sul celebro
por sermos inabalável parte,
amantes e cúmplices da liberdade.
Ontem senti pela primeira vez
o perfume da morte e da guerra,
Fui dormir e acordei chorando
por causa da minha amada terra.
O preço da guerra
é o sangue derramado
do povo na Terra,
Você sempre estará
do lado errado
sempre que escolher
torcer por uma guerra,
A palavra mal utilizada
também é quimera,
Prefira a diplomacia
sempre que for falar,
Se por acaso ela faltar,
opte por poesia
para que seja resgatada.
Sem perceber a cada ano que passa num país em guerra são cem anos de retrocesso no calendário mesmo
que o tempo da Humanidade avance.
Para quem não se encontra num país em guerra existem três direções mínimas: orar, escolher a paz, se for escolher "torcer" que seja para que pessoas comuns tenham o direito de viver e se for "torcer de fato" torça sempre pelos mais frágeis.
Acompanhar guerras mesmo que seja como espectador, requer cautela para que na "Era da Informação" o "básico" não seja esquecido e a nossa humanidade não seja destruída.
Toda a cautela sempre é muito pouco, porque a guerra antes dela chegar sempre é a verdade e a nossa humanidade são destruídas em primeiro lugar, e ainda mais em pleno século XXI que regimes e sócios geopolíticos andam promovendo as suas guerras e saques pelo mundo afora.
Existem atualmente pelo menos 150 conflitos em curso, uns mais visíveis, outros menos visíveis e muitos que talvez jamais saberemos que existiram.
Cientes disso, não podemos nos esquecer daquilo que nos conecta com a nossa terra, com aquilo que é de Humanidade e com o Divino.
E nunca, nunca permitam que nos façam se sentir diminuídos ao ponto de achar que devemos apoiar e brigar uns com outros por nos projetarmos em qualquer Chefe de Nação que espalha o caos para outra Nação, porque em regra esse tipo de governante não titubeia de sacrificar o seu próprio povo e trair os seus próprios aliados.
O maniqueísmo que
permitem entrar,
sempre será prelúdio,
para o Deus da Guerra
dançar numa terra
para inteira devastar.
Valorizo religiosamente
a menor trégua que seja
sempre que for preciso,
em nome da necessidade
da sagrada hora de parar.
Em mim e na minha
sacratíssima terra
não desejo e não permito
que o Deus da Guerra
chegue, entre e faça lar,
por isso escolho pacificar.
O Deus da Guerra
sozinho não consegue
nunca parar de dançar;
Por estar ciente disso,
cultivo a sagrada hora de parar.
