Poesias de Gregorio de Matos Guerra
A sociedade que separa os eruditos dos guerreiros será pensada por covardes e defendida por idiotas.
Quando a ciência oferece uma resposta, ela é universal. Os seres humanos não guerreiam por causa dela; eles se juntam ao redor dela.
Enquanto nós destruímos uns aos outros por causa de velhos ricos no poder, eles continuam lá nos seus palácios, comendo e dormindo bem!
Não se pode assegurar a paz estocando armas, porque os exércitos, pela própria natureza, provocam a guerra.
Todo aglomerado de nações em prol do bem estar de uma potência mundial, é servidão para nações que se unem e destruição para as nações que se declaram independentes. Esta é uma das desgraças que se instalou no mundo, com slogan de segurança econômica e bélica. Não há país livre, quando não pode dizer NÃO!
Nas décadas de 1950 e 1960 colocamos milhares de armas nucleares na Europa. Para que saiba, não tínhamos ideia precisa do que fazer com elas.
As potências mundiais comportam-se como dois cegos fortemente armados que apalpam o caminho ao redor de uma sala, sendo que cada um pensa estar em perigo mortal por causa do outro, a quem presume ter uma visão perfeita. Claro que, com o tempo, até dois cegos armados podem causar enormes danos um ao outro, já para não falar da sala.
Prefiro ser um presidente de um mandato e fazer o que acredito ser o certo do que ser um presidente de dois mandatos e ver a América tornar-se num poder de segunda categoria ao aceitar a sua primeira derrota em 190 anos de história.
"O verdadeiro evangelho vai te conduzir a constantes batalhas espirituais. Pensar o contrario é uma verdadeira tolice. "
Quando um passarinho feliz canta, ele não canta para mim. Sempre que uma estrelinha brilha ao longe, ela brilha para outro e não para mim.
A conclusão mais óbvia sobre o marxismo é que um sistema de crenças fundamentadas em luta jamais será capaz de promover a paz.
Que caiam as espadas e os escudos de nossas mãos. Mas o nosso semblante jamais cairá, pois é a moral de um guerreiro implacável que nos sustenta e nos mantem de pé.
O Brasil não tem sequer condições de tomar partido em guerras, nosso exército é despreparado, o material bélico é ultrapassado, e isso aqui não é 1914, estamos no século 21, uma potência nuclear pode simplesmente apertar um botão e varrer o Brasil do planeta terra em segundos!
Algumas gotas de sangue por um pedaço de pão. Lágrimas e suor por um punhado de terra. Mulheres e crianças caídas ao chão. Morte, invasão, guerras e mais guerras!... Vejam o sangue que escorre em meu rosto! Não quero que ele se torne em um sangue pálido e sem gosto. Sangue e suor por um pedaço de pão! Sangue nas mãos... - Uma bala nas costas. O povo anda unido e destemido nesta luta contra a injustiça daqueles que desejam esmagar a razão! Mulheres chorando com os filhos nas mãos. Os pais nas ruas não lutam em vão. Pelas faces que passam eu vejo o medo,a dor numa mistura de sonhos, esperança entre tanto terror!... Gritos Aflitos da multidão. Soldados correndo em campos minados. Crianças no colo. Sangue nas mãos. Somos todos irmãos! Somos filhos da pátria E devemos lutar em união. É sempre muito sangue e suor por um pedaço de pão! Muitas lágrimas lavando a terra. Morte, Invasão,Guerra e Revolução!..
A ambição desmedida dos políticos destrói Nações fortes e a fragilidade do povo acaba por pagar as contas da guerra.
A história ensina, talvez, pouquíssimas lições claras. Mas certamente uma dessas lições aprendidas pelo mundo com grande custo é que a agressão sem oposição se torna uma doença contagiosa.
Não consigo entender o motivo pelo qual soldados se matam, em favor de alguém que os deixam morrer.
O que precisamos ensinar às crianças – e a muitos adultos inconscientes – é que nada justifica a guerra, que armas não são solução para a violência, que a paz planetária é possível, e que a educação é o melhor caminho para conquistá-la.
O homem utiliza de sua razão, demonstrando a sua irracionalidade: Se forma sem se educar, fala em paz, mas promove discurso com palavras ameaçadoras de guerra, tem como ação a sua plena contradição.
