Poesias de Gregorio de Matos Guerra
Dimensões grandes
um sentimento inexplicável
amor insensato
coração aberto a qualquer sentimento
Conselhos você me adquire
suportando-me até os dias atuais
com grande amor que você me proporciona
a cada momento que nós passamos juntos
Que amor é esse?
um amor maternal
evolutivo a cada segundo
sem palavras, sem expressões
amiga, conselheira parceira
Dias bons e ruins
passamos juntos, erguendo a cabeça
e seguindo nesse mundo
como uma canção inacabável
Resumindo em pequenas palavras nesse poema
a filosofia inalada a um vácuo entremo
com um grande sentimento
demostro um desejo maior de amor por você "
Corpos se atraem naturalmente
como prótons eletricamente
dependendo do sentimento
um desejo surpreendente
Você estava em algum lugar,
Eu te procurava sem cansar;
No meio desse tempo todo você me esperava,
No meio desse tempo todo eu te procurava;
No meio de tanta gente eu encontrei você.
Não é atoa que você já estava nos meus sonhos, não é atoa que você já estava nos meus pensamentos.
Já imagina os seus sorrisos junto aos meus, eu já sonhava com você ao meu lado, eu já sentia você no meu coração;
Deus já tinha caprichado você pra mim e eu pra você e o momento certo para tudo isso acontecer.❤
Foi tão de repente, mas parece que a gente, já estava junto desde sempre;
A gente compartilha momentos de fé, amor, sorrisos, felicidade, paz, acolhimento, diversão, abraços, união, amizade e muitos outros momentos bons que vão acontecer.
É igual eu te falei: você se parece comigo, os nossos corações se somam e eu quero você pra sempre ao meu lado. ❤
O cristianismo concorda com o dualismo em que o universo está em guerra, mas discorda que seja uma guerra entre forças independentes. Considera-a antes uma guerra civil, uma rebelião, e afirma que vivemos na parte do universo ocupada pelos rebeldes. Um território ocupado pelo inimigo – assim é este mundo. O Cristianismo é a história de como o rei por direito desembarcou disfarçado em sua terra e nos chama a tomar parte numa grande campanha de sabotagem. Quando você vai à igreja, na verdade vai receber os códigos secretos mandados por nossos amigos: não é por outro motivo que o inimigo fica tão ansioso para nos impedir de frequentá-la. Ele apela à nossa vaidade, preguiça e esnobismo intelectual. Sei que alguém vai me perguntar: ‘Você quer mesmo, na época em que vivemos, trazer de novo à baila a figura do nosso velho amigo, o diabo, com seus chifres e seu rabo?’ Bem, o que a ‘época em que vivemos’ tem a ver com o assunto, eu não sei. Quanto aos chifres e ao rabo, não faço muita questão deles. Quanto ao mais, porém, minha resposta é ‘sim’. Não afirmo conhecer coisa alguma sobre a aparência pessoal do diabo, mas, se alguém realmente quisesse conhecê-lo melhor, eu diria a essa pessoa: ‘Não se preocupe. Se você realmente quiser travar relações com ele, vai conseguir. Se vai gostar ou não dessa experiência, isso é outro assunto.
Quem vivenciou a Segunda Guerra Mundial, sabe que 11 de setembro foi uma coisa terrível, mas não foi pior que muitas outras coisas.
Proclamar aquilo que o coração acredita:
O clamor de Cristo fica sufocado em nós se a língua não proclama aquilo que o coração acredita. Para que esse clamor não fique sufocado em nós, é preciso que, na medida de suas possibilidades, cada um manifeste aos outros o mistério de sua vida nova.
Assim como da pedra fria,
talhada pelo martelo,
saltam faíscas,
da palavra divina,
por inspiração
do Espírito Santo,
BROTA FOGO.
E quando penso em te esquecer
a mente recorda o quanto gosto de você,
o coração aperta de tristeza em te perder
Os olhos choram com saudades de você.
Antes de tudo devemos aprender que:
Nem sempre se tem o que se quer
amar não significa ser amado
não há certeza na possibilidade
ver a felicidade não é tê-la
ser feliz requer escolhas
realizar requer atitudes
O desejo nada faz por si só.
Desistir é uma ação.
Fracassar é uma consequência;
Conquistar, um verbo como os demais.
Porém, o Sonhar...
Quando concretizado é a conquista
Se nunca tentado, fracasso.
Esperar
E receber a falta de tempo
desejar
E não sentir a mesma intensidade
Cantar
um solo, quando deveria ser em dueto
Agir
E não ter em troca a reação
No fim,
O gozo
Se torna um despejo
A mão
É melhor que pernas e entremeios
A solidão
É melhor que a companhia.
Enquanto se luta com a realidade distante, perde-se os sonhos pelo medo do seu fim imediato.
Ideia Fixa
Você é minha ideia fixa,
Que eu não quero esquecer.
É vício que me domina,
Sede que me faz sofrer.
Preciso, no mesmo instante,
Te esquecer e te possuir.
Sumir de vez da tua vida,
Ou no teu peito existir.
Sei que não sou quem tu queres,
Mas sei que posso te amar.
Teu corpo seria o mapa
Que eu ia desbravar.
Sem freio e sem mais pausas,
Mergulho em todo o teu ser.
Nas páginas do teu livro,
Eu quero me escrever.
E quando estivermos juntos,
Preenchidos de nós dois,
Seremos um só destino:
O agora e o depois.
O problema não é a morte, mas a dor
A dor de quem fica
A dor de quem vai
A dúvida que nos consome
A saudade que acompanha quem ficou.
Quem se foi, daqui não mais será
Donde está, colhe seus frutos
Mas quem ficou,
A falta machuca
A saudade espanca
A negação maltrata
Por fim, o fim chegou
Levando um personagem
Deixando um quadro escrito a giz
O tempo dá conta do resto
Mas o que de fato ficou?
O Problema não é a Morte
O mal não é o fim da estrada,
O problema é a agonia;
A dor da alma apartada,
Que o corpo já não sustenta,
E a dúvida que nos guia,
Nesta dor que nos sedenta.
A dor de quem se despede,
A dor de quem viu partir;
A saudade que intercede,
No peito de quem ficou,
Na dúvida a nos consumir,
No rastro que se apagou.
Quem se foi, já não é mais,
Deste mundo se ausentou;
Colhe os frutos ancestrais,
No lugar onde habitar.
Mas o peso que restou,
Faz a falta machucar.
A saudade, enfim, espanca,
A negação nos maltrata;
Uma dor que não se estanca,
Pois o fim, enfim, chegou;
A morte, em sua mão exata,
Um personagem levou.
Deixou o quadro escrito a giz,
Que o tempo logo consome;
Desta história, o que se diz?
O que de fato ficou?
Resta apenas o sobrenome,
Ou o que o amor preservou?
Amizade-Escudo
Te odeio por tua amizade,
Que despreza o meu desejo;
Ela serve como um escudo,
Que me barra o passo e o beijo.
Tenho raiva do silêncio,
Que me deixa sem resposta;
Ignorando os meus sinais,
Finges que de mim não gostas.
Odeio meu coração,
Por teimar no sem retorno;
Preferindo a rejeição,
Deste meu viver tão morno.
Como desprezo esse medo,
Do corte, do afastamento;
Da certeza que já tenho,
Deste meu cruel tormento.
Eu me sinto tão iludido,
Pelo teu modo de agir;
Pela tua dissimulação,
Que me impede de fugir.
A paz já não me pertence,
Longe de ti, a angústia;
Perto, resta a solidão,
Nessa entrega sem astúcia.
Louco
Patético
Voluptuoso
Inefável
Não se sabe porque se sente
Não se sabe nem se se sente
Na verdade
Não sabe nem se existe!
Quem pode dizer que sim?
Quem o pode negar?
Dever ser por isso
que muitos afirmam sentir
Sem nem mesmo saber expressar
Mas com certeza, louco é aquele que diz
Que não sabe o que é amar
Um dia fomos loucura
Diante de todos
No caminho da devoção
A sanidade era só um lampejo
Suficiente para desviar nossa vontade
Um dia já fui desejo
Te ouriçava o corpo
Eriçava teus pelos
Borbulhava tuas fontes
Extraía teu perfume
Hoje sou distância
A negação de um momento
O sonho esquecido
Uma página dobrada,
Que um dia não sabes se vais ler
Hoje te vejo à distância
Ainda estou ao teu alcance?
Tu permaneces vontade
Eu permaneço desejo
Eu sinto falta de você
Das nossas conversas
De estar pertinho
Sentir teus abraços
Mesmo que meios abraços...
Gosto de ter acesso ao teu limite
Apenas me entristeço pelo que sou
Desinteressante, mas necessário
Procurado, mas não eleito
Considerado, e nunca desejado
Desculpe por meu desejo animal
Que memoriza teu corpo
Arranca tuas roupas
Imaginado disseca-lo
À cada centímetro
Por horas sem fim
Sonho com teu cheiro
Me imagino nos teus braços
Miisturando-me ao teu corpo
Saciando a sede na fonte
Tu entre meus dentes
Minha boca, nos teus lábios
Rossando meu nariz na tua testa
Apertando teu quadril
Te puxando contra meu rosto
...
Quero o banho do teu ápice
No sofá do seriado
Antes de chegar na sala de jantar
Com a mesa posta no tapete
Bagunçado por teus suspiros e delírios
Enchendo minhas mãos com teus dotes
E infelizmente arcodando
Desse ensaio para a realidade
Não é a primeira vez que tento
Mas é a primeira que te direi
O que devia ter dito antes
Que o depois me exige
Não é o que tu já sabes
Muito menos o que já te falei
O "eu te amo" nunca foi calado
Muito menos o "eu te quero"
O que tenho pra dizer agora
Precisa ser dito de uma vez
Para ter o peso da verdade
E a valia de tudo que detém
Um adeus,
Um fique em paz.
Que Deus te abençoe,
E o meu até nunca mais.
Com isso encerro duas coisas:
Minha esperança e presença
O meu prontidão,
E o meu desejo percebido
Fica comigo o "eu te amo",
O meu carinho e desejo,
Sonhos e imaginação.
Nunca sozinho, eles comigo
O tempo nos exclui
