Poesias de Gregorio de Matos Guerra
Saibas valorizar o presente
lembrando o passado
seguindo um futuro incerto
um desvio,pode ocorre o fim do percurso
não tendo volta para o arrependimento
Partindo com lembrancas inesqueciveis
por do sol ao seu lado
um pouco atorduado
com um sentimento inexplicavel
Caminhando sem rumo a tomar
pensamentos embaralhados
coração afetado
correndo em busca do tesouro perdido
No dispertar dos meus ouvidos
acordando com um suspiro
estralando meus pensamentos
observando um sentimento
Nao suportando o presente
Desativado sem emocao
uma grande confusao
amargando meu coracao
Felicidade com pouca exatidao
tirando seu sorriso
com um aspecto comum
labios florecidos
No meio desse inferno
procuro um abismo
olhando ao horizonte
Imaginando aquele seu sorriso
Dias das mães
Sincronização afetiva
momento inadequado
numa simples palavra
ardente em seus pecados
Que situação é essa?
dias sem explicações e sem respostas
me salve, pois o mundo está fechando
inadequadamente sem caminho
Coração inexperiente
magoando tudo ao seu redor
com um toque de simplicidade
uma angústia bem maior
Dias ruins vem e vão
como vento numa imensidão
esperando seu simples sorriso
no meio dessa escuridão
Não desista como cair num abismo
tem fim inacabado
sem deixar no passado
sua marca um pouco assustado
Caminho é esse!
sem destino e sem um mapa
a uma traço a linhar
com simples palavras"
Dimensões grandes
um sentimento inexplicável
amor insensato
coração aberto a qualquer sentimento
Conselhos você me adquire
suportando-me até os dias atuais
com grande amor que você me proporciona
a cada momento que nós passamos juntos
Que amor é esse?
um amor maternal
evolutivo a cada segundo
sem palavras, sem expressões
amiga, conselheira parceira
Dias bons e ruins
passamos juntos, erguendo a cabeça
e seguindo nesse mundo
como uma canção inacabável
Resumindo em pequenas palavras nesse poema
a filosofia inalada a um vácuo entremo
com um grande sentimento
demostro um desejo maior de amor por você "
Corpos se atraem naturalmente
como prótons eletricamente
dependendo do sentimento
um desejo surpreendente
Você estava em algum lugar,
Eu te procurava sem cansar;
No meio desse tempo todo você me esperava,
No meio desse tempo todo eu te procurava;
No meio de tanta gente eu encontrei você.
Não é atoa que você já estava nos meus sonhos, não é atoa que você já estava nos meus pensamentos.
Já imagina os seus sorrisos junto aos meus, eu já sonhava com você ao meu lado, eu já sentia você no meu coração;
Deus já tinha caprichado você pra mim e eu pra você e o momento certo para tudo isso acontecer.❤
Foi tão de repente, mas parece que a gente, já estava junto desde sempre;
A gente compartilha momentos de fé, amor, sorrisos, felicidade, paz, acolhimento, diversão, abraços, união, amizade e muitos outros momentos bons que vão acontecer.
É igual eu te falei: você se parece comigo, os nossos corações se somam e eu quero você pra sempre ao meu lado. ❤
O cristianismo concorda com o dualismo em que o universo está em guerra, mas discorda que seja uma guerra entre forças independentes. Considera-a antes uma guerra civil, uma rebelião, e afirma que vivemos na parte do universo ocupada pelos rebeldes. Um território ocupado pelo inimigo – assim é este mundo. O Cristianismo é a história de como o rei por direito desembarcou disfarçado em sua terra e nos chama a tomar parte numa grande campanha de sabotagem. Quando você vai à igreja, na verdade vai receber os códigos secretos mandados por nossos amigos: não é por outro motivo que o inimigo fica tão ansioso para nos impedir de frequentá-la. Ele apela à nossa vaidade, preguiça e esnobismo intelectual. Sei que alguém vai me perguntar: ‘Você quer mesmo, na época em que vivemos, trazer de novo à baila a figura do nosso velho amigo, o diabo, com seus chifres e seu rabo?’ Bem, o que a ‘época em que vivemos’ tem a ver com o assunto, eu não sei. Quanto aos chifres e ao rabo, não faço muita questão deles. Quanto ao mais, porém, minha resposta é ‘sim’. Não afirmo conhecer coisa alguma sobre a aparência pessoal do diabo, mas, se alguém realmente quisesse conhecê-lo melhor, eu diria a essa pessoa: ‘Não se preocupe. Se você realmente quiser travar relações com ele, vai conseguir. Se vai gostar ou não dessa experiência, isso é outro assunto.
Quem vivenciou a Segunda Guerra Mundial, sabe que 11 de setembro foi uma coisa terrível, mas não foi pior que muitas outras coisas.
PAZ!
GRITO PELA PAZ NO MUNDO...
QUE O HOMEM NÃO FAÇA GUERRA...
CUIDE DO PLANETA TERRA...
SEMEIE E ALIVIE O AFLITO...
DO POVO SOFRIDO!
QUE CHORA,
MORRE...
E NADA MAIS AFLORA!
E O AMOR VAI EMBORA!
Geilda Souza de Carvalho
28/12/2015
Guerra dos civis que absolve o corrupto em sacrifícios morre o cidadão.
Brasil a chacina que não cessa.
Você não conseguirá vencer a guerra contra o mundo se você não conseguir vencer a guerra consigo mesmo!
Reflita...
Confiança é ir para guerra sem suas armaduras.
É amarrar dois corações com Nós-cegos.
E andar na ponta dos pés na beira de um arranha-céu.
É tirarem seus curativos e deixar suas feridas a mostra.
a humanidade chora...
...a falta da paz
porque o mundo está em guerra
em conflitos internos e talvez eternos
...a falta do amor
porque todo o mundo está carente
de sentimentos e emoções
de gentilezas e delicadezas
da demonstração de sentimentos
...a falta de respeito
porque todo o mundo esqueceu o atributo
pelo qual necessitamos
para viver em paz e com amor
...a falta da felicidade
porque todo o mundo acha que deve
ter cada vez mais
e ser cada vez melhor
do que o resto da humanidade
e esquece que a felicidade
mora na simplicidade de ser
...a falta de fé
porque ninguém mais tem Deus
na alma, na vida e no coracao
ninguém mais agradece e pede perdão
porque o orgulho, a arrogância e a prepotência não deixam
...a falta de caridade e justiça
porque ninguém olha, ajuda e colabora
com o próximo por falta de tempo
de interesse e por egoísmo mesmo
e porque o conceito de justiça morreu
com a falta de vergonha na cara
...a falta do tempo
porque todo o mundo anda
sem tempo pra nada
somente para o que gosta e para os seus
fora isso tudo é considerado
perda de tempo e de vida
...a falta da preservação
porque todo o mundo acha
que não é necessário poupar
a natureza devido a sua importância
que ela é auto sustentável sem ninguém fazer nada
que ela é infinita enquanto dure
e também preservar o nosso íntimo
a nossa liberdade
a nossa alma
o nosso coracao
a nossa paciência
os nossos direitos
enfim nos preservar de tudo e de todos
que acham que somos obrigados(as) a alguma coisa...
por favor me poupem!!!
Em todos os dias aprendemos...
Em dias de guerra, aprendemos o valor da paz; em dias de tristeza, aprendemos o valor da alegria; em dias de ausência, aprendemos o valor da presença; em dias de dor, aprendemos o valor do amor e a importância de espalhá-lo; em dias nublados, aprendemos a dar valor aos ensolarados...
E todos os dias aprendemos o valor da vida, independente da circunstância, e o valor da fé em Deus, porque é o que nos mantém firmes e de pé em todo e cada dia de nossa jornada...
Não vou mais lutar comigo mesmo. Essa guerra íntima sempre foi injusta: eu de um lado, tentando caber; o mundo do outro, oferecendo moldes apertados demais. Passei tempo suficiente tentando negociar minha existência, arredondar arestas, suavizar excessos, traduzir quem sou para ver se assim eu era aceito. Não funcionou. Nunca funcionou.
Nunca coube nas expectativas porque elas nascem pequenas demais para o que pulsa em mim. Nunca me ajustei para pertencer porque pertença, quando exige mutilação, vira cárcere elegante. Aprendi isso do jeito mais cansativo: insistindo. E só agora entendo que insistir contra si é uma forma sofisticada de abandono.
Sou o que sou. Não por rebeldia, nem como defesa. Sou o que sou como quem finalmente pousa as armas no chão e senta. Há uma paz estranha nisso. Não a paz da acomodação, mas a paz de quem para de se ferir tentando ser outra coisa. Sustentar-se dá trabalho, mas lutar contra si cobra um preço alto demais.
Escolho, então, essa trégua radical comigo. Não para me tornar imutável, mas para mudar sem me violentar. Não para agradar, mas para existir com decência. Sou o que sou — e isso, hoje, não é sentença. É abrigo.
