Poesias de Gregorio de Matos Guerra
Mas o que vem a ser um dia? Perguntou o discípulo ao sábio.
Ele prontamente respondeu: A parte do tempo em que você vive...
Será que Algum dia eu poderia viver sem o seu sorriso? Eu creio que não, pois sem a luz do teu sorriso eu não iria enxergar no escuro...
Será que algum dia eu poderia viver sem o teu abraço? Eu creio que jamais, pois é o único abrigo no qual eu repouso sem preocupação...
Será que algum dia eu poderia viver sem o teu beijo? Eu creio que também não, sem o teu beijo nada poderia saciar o fogo que me resseca por dentro...
Será que algum dia eu poderia viver sem os teus toques? Eu creio que jamais, pois são suas mãos que curam todas as minhas feridas...
Será que algum dia eu poderia viver sem o teu olhar? Eu creio que também não, sem a tua verdadeira beleza você não existiria pra mim...
Será que algum dia eu poderia viver sem suas palavras? Não mesmo, pois cada letra que forma uma palavra, que leva a uma frase, que cria um texto, que salva uma vida, que faz alguém feliz, que modifica o interior para o bem, jamais poderia ser esquecida, principalmente por que as suas palavras são assim pra mim: Você mudou a minha vida por inteiro...
Será que algum dia você deixaria de existir? Nem em pensamento, nunca, não mesmo, de forma alguma... Se você não existisse por que eu continuo viva?
Eu te quero bem mais que tudo, eu quero te mostrar meu mundo, um mundo que é feito de amor só pra você...
Tudo o que eu quero não existe em outra alguém, pois a minha outra metade eu só encontrei em você...
É você quem completa o meu corpo, quem enche a minha alma, quem toma conta da minha mente, quem me faz caminhar, quem me mostrar o verdadeiro poder de amar.
Eu posso ver o brilho das folhas
Eu posso sentir o aroma das flores
Eu posso gritar ao mundo o quanto eu te amo
Mas você é o único que não escuta o meu apelo
Por que será que quem eu amo sempre será o último a ver e sentir o que realmente eu quero dizer quando falo EU TE AMO.
Olho dá janela, para a chuva que não quer passar, assistindo o ritmo dos pingos ao cair no chão, lembro da saudade que está presa no coração.
Aí vem a parte que dar medo, a tal da solidão.
Deus, estou gostando muito mais das nossas conversas, agora que aprendi à parar de pedir e simplesmente agradecer por tudo que fez e tem feito por mim.
Mais uma vez Obrigado, Pai.
não adianta querer munda alguém sem da o verdadeiro que vem de dentro de ocê,
De o seu amor mais puro que sua consciência, Porque na hora que você estender sua própria mão a uma pessoa, que ocê realmente entendi. Não ah ipucidade que atrapalhar uma HUMILDADE verdadeira. Das duas pessoas que se começou a ser gosta..
Aproveite a vida e faça algo por ela; enquanto ela está podendo fazer por você.
Aldemi Escobar de Matos
Eu passei naquele nosso lugar, na verdade, eu passo por lá sempre, mas desta vez eu parei e tirei uma foto.
Não lembro de você todos os dias, a vida ficou difícil
Tem muitas coisas para fazer e lembrar
É engraçado o quanto parecemos
Não pensei que fosse assim
Memórias que voltam, em um lugar marcado,
Foto tirada, o tempo revelado.
A vida corre, nem sempre te encontro,
Mas teu eco persiste, em meu mundo tonto.
Um homem com fé é um homem determinado, nada pode abalar suas ações,
Um homem sem fé e um homem indeterminado sem próprias ações.
DE CORPO E ALMA
letra: Marilda dos Santos
Noite de lua
Noite sozinha
Nas paredes do meu quarto
Fico a imaginar:
Sei que estás longe
Que em breve vais voltar
De corpo e alma pra me amar
De amores intrigantes
De passados distantes
Vênus e Marte sempre serão grandes amantes
Não me condene
Pelo meu mundo sem ação
O que importa
Se estou presa a este mundo?
Se é nesse mundo
Que eu sei te amar loucamente!
Quando te critico
Por fazer o que vem na cabeça
Não é por mau
E sim um modo de te proteger
E também medo de te perder
(28 Dez 1993)
Marilda dos Santos
VAGANTE
Renato Nova
Me sinto vagando sem rumo
Olhos ausentes não vêem o caminho
Sigo perdido sem destino
Não encontro meu horizonte
Sem abrigo nesta tempestade
O frio da noite no coração
Andando às cegas sem direção
Na garganta um grito sufocante
Não há estrelas no céu
Em tudo ao redor reina o vazio
Neste caminho soturno e sombrio
Sua imagem cada vez mais distante.
Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
– 30 de junho de 2006 -
Renato Nova
PÓS-ATO
Qual a conseqüência do beijo?
Algo imensurável,
Plausível,
Desejável?
Toque de dois sentimentos,
Sutil,
Entrelaçado,
Que se algemam em paixão
mutua,
Constante,
irreparável.
Singultos ritmados,
Arrepios frementes.
Afagos,
Desabafos.
Nada disso,
Apenas bocas entorpecidas
Num cândido frenesi...
JRicardo de Matos Pereira
LUZ DO SOL
(Eduardo Pinter)
Você quer que eu entenda
Mas você não me entende
Quer que eu sorria mais
E não me faz sorrir
Quer que eu suba
Mas não me faz crescer
Finge que sente
Mas não me faz sentir
Você me escuta
Mas não quer me ouvir
Você fala quando me quer calar
Você olha enquanto eu tento ver
Você sorri quando me ver chorar?
E os campos inundam o que é florir
E as correntes caladas irão gritar
E os vagos sonhos terão um fim
E a luz do sol irá escurecer
19 Jan 2013
Eduardo Pinter
(Rê) Sentir
Versificar...
Verborizar...
Simplificar...
Regozijar...
Viver!!!
Tantos outros verbos que se sonorizam/poetizam e rimam com o verbo amar.
Por isso digo:
Versificando,
Te conduzo a essência de meu sentimento;
Verborizando,
Te envolvo nas palavras de meu desejo;.
Simplificando,
Resumo meus sonhos quando estou em teus braços,
Lábios e seios;
Regozijando,
ratifico a comoção de tê-la ao meu lado, e, ao
viver...
Apenas sorvo da essência da vida estampada em teu olhar e teu belo sorriso...
José Ricardo de Matos Pereira - Terça . 07.05.2013 as 01:41 hs.
Obs.: A minha inspiração maior: Rê.
JRicardo de Matos Pereira
NAS MANHÃS DAS TARDES NOTURNAS
de: Eduardo Pinter
Este silêncio que devora todas as manhãs
Parecem gritos ecoando por todos os cantos
Este sentimento vazio que algo está faltando
Parece agonizar sempre quando acordo
E todas as manhãs... parecem todas iguais
Depois do meio dia, sonolência bate, preciso descansar
O corpo parece que já sabe, a tarde é longa, é preciso se preparar
Entre o perdão e o pecado existe um intervalo de consciência
O sangue das mãos é um ato de pura sobrevivência
E todas as tardes... parecem todas iguais
E a noite chega e parece que não sou o mesmo
As promessas das manhãs não tem mais sentido
Não tenho mais tempo p'ra ter pena de mim mesmo
Estou pronto p'ra lutar, pronto pro sacrifício
E todas as noites... são todas iguais
21 maio 2013
Eduardo Pinter
CLARO AMIGO JOSÉ
de: Eduardo Pinter
Oh, caro amigo José.
Teus pensamentos andam confusos
Porque você os confundem
Com tantos sonhos profundos.
Teu orgulho não tem a liberdade,
Nem pingo de razão
Para obrigar teus amigos
A entender teu próprio coração.
Mas, meu caro amigo José,
Se nos mares onde navegas
A chuva não bate forte,
dúvidas terás do valor da chuva
À que te negas.
Caro amigo José,
A vida é bela outrora nobre
Mas, se ela não brilha como você quer
É porque tua luz tornou-a pobre.
Assim, outrossim se vai, José.
Quando ofuscas o reluzir
Tornando-se ofensivo
Na juntura de seus amigos.
Meu caro amigo José,
Se perderes as esperanças
Tua fragrância escassa
Perderá o alicerce da vida.
16 Jan 1998
Eduardo Pinter
SUAVIZANDO A PAISAGEM
de: Eduardo Pinter
Os ventos de ontem com os rumores dos amanhãs…
Endiabrados conceitos que ninguém se faz entender
Costuram as sombras dos males infernais
Com a dor saudando saudades de invernos passageiros
E contaminando verdadeiras mentiras em prol de um câncer maior:
Nossa certeza não tem certeza de nada
E a Imprensa só imprensa o que não pensa
E o esgoto deste riacho que nos contenta
Só nos interessa pois de fato é da ignorância
Do que realmente nos alimenta.
25 Jun 2013
Eduardo Pinter
Raro
Nada fala,
apenas
para e repara;
que o tempo é curto,
e a voz atrapalha.
Olha,
sinta o agora,
o amanhã
já é outra cor,
e vai embora...
Entenda,
seja a folha
jogada ao vento.
Que o muito é pouco,
quando o amor é o momento.
Então me beija,
com toda a alma infinda.
Apenas beija,
que a vida assim é rara,
e o amor, mais raro ainda...
(Dinho Kamers)
VIOLÃO DE TAÇAS
de: Eduardo Pinter
O ventos sombrios da mente calada
Acorda com vontade de se esconder
Inspira a morte numa angústia abafada
Mais puro que o frio não há como morrer
Mais impuro e divino também não há como viver
As questões se vão como se vão as questões
Pr’algum lugar onde desvendas a incompreensão
Pode-se fugir do inverno mas, não das estações
Pode-se ignorar a alma mas, não o coração
Não me é estranha esta sensação
Acordar num silêncio vazio entre esta multidão
Me faz pensar no que penso noturnamente
Afogar-se num violão com taças e uma canção
E se trancar na noite em meu próprio refúgio
Talvez convidar amigos e descobrir que não sou o único
23 Ago 2013
Eduardo Pinter
