Poesias de Gregorio de Matos Guerra
A paz de Cristo nos traz benevolência, a guerra é só violência. Fique na paz do Senhor Jesus Cristo.
Sonhei que eu tinha morrido e cheguei no céu aborrecido com a guerra e a terra; esperei mais ajuda nos meus apertos, esperei mais aplausos nos meus acertos, menos críticas e mais mais compreensão com os meus erros e mais gente no meu enterro.
É preciso dizer não à guerra e viver em paz na terra, plantar gentileza, luz e amores para amar, e a terra produz flores pra te ofertar.
Guerra é horror, sangue no chão de nação contra nação. por favor, não façam guerra, plante flor na terra e amor no coração.
Nesta terra de amor e guerra, se alegra e padece uma população que cresce, o sofrer maior e pior é para quem dá o seu coração pra quem não merece.
Sonhei que a violência é fantasia e a guerra é utopia, um mundo de amores onde as armas viraram flores.
Meu medo de tirar a armadura se tornou real. Fui ferida mais uma vez, nessa guerra o melhor é ser efêmera.
A vida é como uma guerra da paz. Nós somos os soldados, Deus é nosso comandante, e cada um tem uma missão a cumprir.
Nem sempre a voz do povo é a voz de Deus. Ou vocês pensam, que o Holocausto na Segunda Guerra Mundial foi a voz de Deus exercida a partir do povo alemão? Não, não foi. Assim como outros fatos da história, diversos outros genocídios que partiram primeiramente da voz dos reis/ditadores e etc. mas que depois tornaram-se, também, a 'voz do povo'. Como por exemplo: os europeus no continente americano; a União Soviética e as medidas que tiveram consequência na Ucrânia; a China a respeito da tentativa de apagar todos os traços da cultura e da identidade dos tibetanos; entre outros. Mas é claro que na maioria das vezes na qual NÃO houver violência, ou objetivo assassínio, provavelmente será a voz de Deus sendo exercida, mas é claro que não devemos generalizar. Aliás, por que o Holocausto na Europa tomou maior repercussão negativa do que o genocídio dos europeus em cima dos índios, se houve o triplo de mortes na América em relação ao Holocausto? Há vários motivos: primeiramente, pois o Holocausto aconteceu mais recentemente; os outros motivos são a época - pois os valores ainda eram distorcidos - e também o preconceito e a xenofobia. Se o preconceito, a xenofobia e etc. são absurdos hoje, imaginem naquela época, no qual já foi dito anteriormente. Não percam a esperança na humanidade, as desgraças e genocídios só tenderam a reduzir, e inclusive, o número de mortos quando ainda houve. O progresso se deve também a partir do tempo, pois nada nunca se resolverá apenas num piscar de olhos.
O homem sensato evita a guerra não porque tem medo dela, mas porque sabe guerrear e tem a total consciência das consequências disso.
Se me ver de pé na minha guerra, por favor respeita-me, ainda tenho forças para lutar, mas se me ver sentado, respeita mais ainda o meu descanso, não sou de me deixar levar pelas emoções da vida além da minha vitória.
Na guerra da vida, lutamos bravamente em inúmeras batalhas,se perderemos algumas, servirá de preparação para as próximas. Nunca precisaremos de heróis, já que somos nossos próprios heróis!
Nestes tempos que a paixão é prisioneira do amor, e o amor parece sobrevivente de uma guerra, os corações que amam profundamente são uma espécie em extinção!
"Já dizia racionais, para quem vive na guerra a paz nunca existiu. Busquei anos a paz que tanto sonhei e vi que é impossível um soldado sair da guerra por que ela o persegue, então se é pra viver em guerra vamos em combate aos que procuram ela"
Como saber se estamos vencendo a guerra? Eu, pelo menos, o descubro ao acordar pela manhã envolvido na angústia de que não há nada mais a esperar e, em vez de mergulhar nos meus medos, percebo um ponto para muito além de mim – inacessível a olhares minúsculos e acovardados – me falando do quão insignificantes e efêmeros podem ser os eventos que eu acreditava no controle do presente para erguer muralhas intransponíveis a um futuro ainda possível.
Numa bela manhã, alguém chegou e disse: Quando ocorrer uma declaração de guerra, pergunta se os políticos vão colocar os filhos deles na linha de frente.
A pior herança da guerra é termos que explicar para as gerações futuras que incontáveis vidas se perderam por causa da nossa própria estupidez.
Enquanto alguns escolhem o seu lado neste cabo de guerra político, o povo rói a corda pra não morrer de fome.
Na guerra é assim: aos poderosos o sorriso e conforto de suas cadeiras da diplomacia, ao povo, as lágrimas e a incerteza do amanhã.
