Poesias de Escritores Famosos sobre Amor

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Lembro-me da grande confusão que causou na minha vida.
Pensar nisso foi como ver minha própria queda. Você foi minha queda!
Sua partida foi minha queda!
E isso me divide, estando ou não em uma determinada situação.
Mas de todos os casos, prefiro sair e nunca mais colocar meus pés onde meu coração não é bem-vindo.

Amor não mim deixe aqui, você é tudo para mim.
Meu chão, meu ar, meu viver.
Você é tudo que eu mais quero,que amo e preservo;
Se lembra de cada momento? Tão especial, tão bonito.
Que pena que acabo! Você era simplesmente
tudo para mim, meu bem.
Nunca imaginei amar uma pessoa tanto assim, você é o dono dos meus olhos mais perfeitos. O meu bem, volta para mim. Você sempre será meu eterno namorado, meu princípe encantando.
Eu sei que você me ama, eu te amo também. Volta, eu sempre estarei aqui de braços abertos. Mim olha nos olhos e mim beija é o que eu mais espero a todo esse tempo. Você é simplesmente o cara dos meus sonhos, razão do meu viver. Seu sorriso que meche comigo, seu modo de falar,seu beijo sempre doce,o que mim faz levar aos ares.Me perdoa se um dia te fiz chora, se um dia eu te magoei. Te criticava muitas vezes eu sei, mais tudo era para seu bem! Ô amor nunca se esqueça para onde você for a distancia,nada nem ninguem vai levar você de mim.
Por que meu amor por você é simplesmente verdadeiro.
Me desculpa por tantas idiotisses,por tantos ciúmes bestas. Mais nunca esqueça que poderá contar comigo para tudo, a qualquer momento estarei aqui.

Te amo e sempre te amarei meu bem!

Sobre procurar qualquer coisa pra preencher esse vazio. Esse vazio da sua falta. Sobre tentar achar alguma coisa que te faça presente de novo. Que faça você voltar, por um momento, pra perto de mim. Eu, você é mais ningu
ém. Sobre reviver o passado na minha memória e sentir tanta falta. Sobre reler textos que um dia eu tive um motivo pra escrever. Sobre amar tanto alguém que você sente que nunca mais conseguirá se entregar pra outra pessoa da mesma maneira. Sobre amar. É uma dor que corta o coração. Amar alguém, sentir sua falta, e não ter.

Deite-Se Sobre Meu Peito e Ouça Meu Coração...
Você irá Notar que à Cada Batida,
Ele Sussura Seu Nome...

Escritores são aqueles seres aparentemente comuns,que possuem a misteriosa habilidade de traduzir os sussurros do Vento...

Se os escritores escrevesse tão descuidadamente como algumas pessoas falam, então adhasdh asdglaseuyt [bn [pasdlgkhasdfasdf.

Rubem Alves, foi um dos únicos escritores que eu vi abordar sobre a eutanásia, e ele abriu a interrogação, do porquê, que um ser humano, não tem o direito de escolha à vida.

Que não sejamos um casal de uma historia, mais eternos escritores...Tu és a minha alacridade, minha diva, é o sinônimo da palavra amor.

É pelas palavras que conheçemos as pessoas.

Certa vez um homem invejoso veio a encontrar o homem de quem + sentiu inveja, entao começou a insultá-lo. 0 bom homem apenas ouviu calado. entao, ja casando o invejoso se retirou e foi embora.
- Senhor, porque nao revidastes as agressoes verbais que aquele homem te fez?
- Cada um só pode dar ao outro o que possui no coração. Eu não posso pagar com uma coisa que não possuo dentro de mim, mas ao ficar calado eu não aceitei o seu presente, então ele o levou consigo.

Reconhece-se a árvore pelos frutos; O homem bom ou mau, só consegue dar verdadeiramente aquilo de que seu coração está abastecido. *

- A Sabedoria é o dom que faz o cristão perceber, intuir e gostar das coisas espirituais. Sente deleite nas coisas de Deus e por isso começa a temer a Deus, a respeitá-Lo mais. Diz o salmo que o temor de Deus é o princípio da sabedoria.
- O Entendimento é o dom do conhecimento, pois a pessoa consegue entender e conhecer aquilo que vai no coração e na mente das pessoas.

O escritor é o mais sedutor entre todos os artistas.
Ele faz o ator chorar, o cantor se emocionar, o pintor imaginar e o público acreditar.
Os mais sensíveis passam dias sob o efeito do encantamento de suas palavras.
Enquanto ele mesmo simplesmente termina o seu enredo e vira a página.
E, com o coração leve e sereno, se prepara para seduzir mais uma vez a plateia com uma nova aventura emocional.

O Amor de Dudu nas Águas


Estou virando uma menina
tornada mulherinha
com tanta coleirinha
de maturidade
ainda assim me sinto parida agora
tenra, maçã nova
nova Eva novo pecado.
Tudo gira e eu renasço menina
vestido curto na alma de dentro...
Deixo no mar os velhos adereços
a velha cristaleira, os velhos vícios
as caducas mágoas.
Nasce a mulher-menina de se amar
com água no ventre e no olhar.
Nasce a Doudou das Águas.

O amor comeu até os dias ainda não anunciados nas folhinhas. Comeu os minutos de adiantamento de meu relógio, os anos que as linhas de minha mão asseguravam. Comeu o futuro grande atleta, o futuro grande poeta. Comeu as futuras viagens em volta da terra, as futuras estantes em volta da sala.

O amor comeu minha paz e minha guerra. Meu dia e minha noite. Meu inverno e meu verão. Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte.

Virtudes Ociosas e Bolorentas

Mais que amor, dinheiro e fama, dai-me a verdade. Sentei-me a uma mesa onde a comida era fina, os vinhos abundantes e o serviço impecável, mas onde faltavam sinceridade e verdade, e com fome me fui embora do inóspito recinto. A hospitalidade era fria como os sorvetes. Pensei que nem havia necessidade de gelo para conservá-los. Gabaram-me a idade do vinho e a fama da safra, mas eu pensava num vinho muito mais velho, mais novo e mais puro, de uma safra mais gloriosa, que eles não tinham e nem sequer podiam comprar.
O estilo, a casa com o terreno em volta e o «entretenimento» não representam nada para mim. Visitei o rei, mas ele deixou-me à espera no vestíbulo, comportando-se como um homem incapaz de hospitalidade. Na minha vizinhança havia um homem que morava no oco de uma árvore e cujas maneiras eram régias. Teria feito bem melhor visitando-o a ele.
Até quando nos sentaremos nós nos nossos alpendres a praticar virtudes ociosas e bolorentas, que qualquer trabalho tornaria descabidas? É como se alguém começasse o dia com paciência, contratasse alguém para lhe sachar as batatas, e de tarde saísse para praticar a mansidão e a caridade cristãs com bondade premeditada!

Henry David Thoreau
Walden ou A vida nos bosques (1854).

A Fome e o Amor

A um monstro

Fome! E, na ânsia voraz que, ávida, aumenta,
Receando outras mandíbulas a esbangem,
Os dentes antropófagos que rangem,
Antes da refeição sanguinolenta!

Amor! E a satiríasis sedenta,
Rugindo, enquanto as almas se confrangem,
Todas as danações sexuais que abrangem
A apolínica besta famulenta!

Ambos assim, tragando a ambiência vasta,
No desembestamento que os arrasta,
Superexcitadíssimos, os dois

Representam, no ardor dos seus assomos
A alegoria do que outrora fomos
E a imagem bronca do que inda hoje sois!

Augusto dos Anjos
ANJOS, A. Eu e Outras Poesias. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998.

Cada noite que Deus dá
meu amor, que esta no céu
despetala uma estrelinha
para ver se ainda o quero.

Eu acredito no amor. Não como uma salvação.
Mas como um prêmio de quem consegue se achar.
E se conhecer.

Para que o amor seja pra sempre
Ele é muito simples de ser cuidado
- Tal como o perfume, precisa ser sentido
- Tal como o néctar, precisa ser provado
- Tal como a melodia, precisa ser cantado
- Tal como o poema, precisa ser declamado
E assim sendo, eis que o amor para ser pra sempre
Só precisa ser muito amado!

Em matéria de amor, eu tô sempre repetindo de ano.

Eu não gosto de ser grossa com as pessoas, mas tem gente que praticamente implora.

Atualmente, estou fazendo algumas mudanças em minha vida. Caso você não ouça mais falar de mim, você provavelmente é uma delas.

Passado só fica pra trás, quando a gente deixa ele lá... Porque passado teimoso, tem celular e sabe bem a horinha de lembrar dele.

Amo-te muito, meu amor, e tanto
que, ao ter-te, amo-te mais, e mais ainda
depois de ter-te, meu amor. Não finda
com o próprio amor o amor do teu encanto.

Que encanto é o teu? Se continua enquanto
sofro a traição dos que, viscosos, prendem,
por uma paz da guerra a que se vendem,
a pura liberdade do meu canto,

um cântico da terra e do seu povo,
nesta invenção da humanidade inteira
que a cada instante há que inventar de novo,

tão quase é coisa ou sucessão que passa...
Que encanto é o teu? Deitado à tua beira,
sei que se rasga, eterno, o véu da Graça.

Jorge de Sena
Jorde de Sena, “Poesia, Vol. I”