Poesias de Dor
Quando partinturamente souberes partir; aconteça o átono do Amor; ajuntando beleza sem dor ao teus pés Curador.
A dor nasceu da precipitação, relaxe com belas doses de camomila, doce é o olhar do amor que em ti somente repentina.
Faça sempre bom uso das larguras e comprimentos, não tendo medo da dor de carregar os sacos, alguns dizem: sacros.
Não somos iguais e, nossa dor pode ser a mesma, já que o equilibrio é chamado de colabração, podemos sair do vão.
Espero que todo elogio seja minha dor já estabelecida, pela graça divina, do tempo que não é sina e em ti sorvinda.
A provocação é de grande monta, pra ajustar a própria dor, um aprendizado de ensino pra se olhar, edificando a interdependência do situar.
Se colocar no lugar do outro, é uma necessidade, pra não confundir ninguém, causando a dor do desgosto, materializado no ser, esse, capaz de dissolver a ignorância dos dias, pela alegria das empatias.
Nunca diminua ninguém, e, se não compreender o caminho de dor do outro, peça sempre pra ele o compreender. E não se fixe em quem só o deve aprender sozinho.
Minha tormenta não pode ser mensurada, a dor, talvez tão pouco tenha medida. Acredito que o aprendizado, esse, sim, possa ser comparado.
Não há dinheiro, conquista ou realização que consiga eliminar o peso e a dor de uma vida solitária.
“E não importa o que alguém diga sobre a dor e sobre o tempo para curar todas as feridas, a verdade é que existem certas tristezas que nunca desaparecem até que o coração pare de bater e o último suspiro seja dado.”
Estou envelhecendo e não posso mais lidar com essa dor da frustração. Achei que superar o passado era apenas uma questão de escolha, mas no fundo, não é bem assim. Existem marcas que nunca se apagam. O tempo passa, a gente tenta se acostumar, porém, em algum momento a dor volta.
Quanta dor e constrangimento eu poderia ter evitado, se eu simplesmente não tivesse deixado você entrar na minha vida.
A pior parte dessa dor já passou, não valeu nem um pouco a pena o que eu sofri por esse amor. Ainda não te esqueci totalmente, mas sei que se eu seguir em frente vou me lembrar cada vez menos de você. Eu estou realmente esgotada de tudo isso, sofri mais do que deveria, o que eu passei foi suficiente. Caso a vida desse uma segunda chance para nós, eu sem dúvida alguma, não iria aceitar. Já doeu uma vez e não passaria por isso de forma alguma novamente. Não vou mudar por você e muito menos ficar aqui. Saiba que nunca mais você terá espaço na minha vida.
Um ano atrás eu não sabia que poderia aguentar tanta dor no meu coração...tanta angústia, arrependimento, sofrimento. A vida dói, rasga, dilacera, nos deixa em pedaços e nos obrigada a seguir em frente. Na verdade, nem sei mais se estou seguindo em frente ou só empurrando os dias esperando o fim chegar. Não há nada que possa me ajudar. Nenhum consolo seria capaz de mudar o que eu sinto. A ferida está na alma.
A dor insuportável, também se transforma em misericórdia, prá servir em fino líquido, logo depois de social comunhão.
Não lamente pelos espinhos, agradeça e descubra, o tempo que se desnuda, retirando nós de dor con-fusa.
O fim das sensações, era prás acolhidas necessárias de dor, pra ti agora sentir prazer, sem contestar louvor.
A verdade é que caridade não festeja, transforma a dor, e, inverte o sofrimento, aliviando a essência, pela graça do restabelecimento, e, não somente alimentando o sucesso do ego, que paleativamente se ensoberbece, com a satisfação momentãnea.
Se puderes por fim a uma dor, vá pelo seu saber, é sempre necessário, lais de núcleo familiar, que se encontra no presente contido no agora, pra liberar as graças, de quem, ainda, não aprendeu sozinho, há caminhar.
