Poesias de amor
“Amar você me deu esperança para reviver dos mortos, amar você me deu esperança de renascer, amar você me deu sentido de viver”#OverNoob”
É preciso amar as pessoas, mas para isso precisamos aprender a amar a nós mesmos. É preciso perdoar os outros, mas temos, antes, que nos perdoarmos e esquecermos os erros cometidos, exceto para não reprisá-los.
Amar não pode ser sinônimo de conflitos e sofrimentos, mas de libertação, bem estar, alegria e prazer. Da mesma forma que a busca pela espiritualidade também não pode resultar em angustias e sofrimentos: como o amor, a religiosidade, deve ser libertação.
Amar incondicionalmente é alimentar a própria alma, sem se entregar a paixões desenfreadas, conflitos e sonhos impossíveis.
Estar de bem consigo mesma é como iluminar um quarto escuro, você sabe de cor todos os objetos que estão no cômodo, mas só depois da luz estar acesa que consegue admirar a beleza das formas e cores descobrindo que elas sempre estiveram ali entretanto, escondidas no escuro não podiam ser vistas.
Eu já apanhei demais e, pelo menos dessa vez, quero fazer o certo e estar com alguém que respeite quando eu quiser estar comigo. E que eu tenho uma vida além de tudo isso. Mas, por favor, só me procure quando conseguir me aceitar – assim mesmo, com todos os defeitos e qualidades de nascimento – e acreditar que somos ótimos separados, mas que juntos podemos ser mais. Então, até algum dia (ou nunca mais)!
Eu não sinto mais medo. Eu deixei o medo ir embora no meu primeiro adeus. E, desde que você chegou, eu realmente quis muito não precisar me despedir. Mas, para ficar, você precisa aceitar que eu sou eu e não vou mudar – nem por você e nem por ninguém além de mim -, o que você não consegue. Eu não estaria aqui – podendo estar onde quisesse – se não quisesse, de verdade, estar com você.
Em uma alma solitária e carente as confusas expectativas de breves sorrisos fortuitos sem compromissos na alma são como o mais forte dos entorpecentes que alimentam por falsa esperança de sonhos infinitos impossíveis, mais uma vez na vazia realidade do que não existe. Todo inquieto que busca o que não sabe, que vive com vazio na alma por insólita nevralgia deve policiar se das tao maléficas insanas euforias. O estado morno de viver, que parece que não é o certo, se basta e o preserva e tira do raio de ação fulminante e flamejante da cada vez mais forte abominável e inevitável depressão. O coração inseguro de quem pouco se ama, volta e meia se engana e se perde por breve ilusão nestes labirintos.
A gente sente o que nos permitimos sentir. A empatia está totalmente ligada a convêniencia, ao confortável. Felizmente ou não é assim que somos. Cabe reflexão. Seriamos "melhores" que Hitler ou só com menos oportunidades?
Dois acontecimentos na vida importam: nascer e morrer. O que acontece no percurso de um para o outro deve ser considerado férias.
O presente leva pessoas importantes da sua vida. O futuro trás de volta. A vida com os passa dos anos. Vai explicando os segredos ocultos.
Talvez sejam necessários inúmeros cômodos extras para respeitar a loucura dos amantes, a sobrevivência do amor é adentrar no desconhecido.
Já desejei muitas coisas na vida, cheguei a conclusão quê: Da vida só aproveitamos os momentos felizes ao lados dos grandes amigos.
Eu só queria ser alguém em sua vida. Pelo menos alguém que seja digno de seu olá, de seu tudo bem. Aquele que passar suas roupas e que te dar café da manhã na cama. Aquele que faz massagem em seus pés e que faz carinho nos seus cabelos. Aquele que te leva pra passear nos melhores restaurantes e que compra qualquer coisa que você precise. Eu queria ser seu motorista, o seu Garsom pelo menos. Já que não posso ser alguém então me deixa ser seu amigo. Aquele amigo inesquecível que te entender muito bem e que sempre, sempre e sempre, e sempre estará contigo.
Se eu soubesse que um dia eu conheceria uma pessoa como você, lá no passado eu teria me esforçado muito mais para que hoje, eu fosse um homem bem melhor, para te fazer feliz.
Bolas, raio de fotografia, tão perfeita. Bolas, o nosso olhar ser mesmo nosso, e não para a máquina.
Então a vi de longe uma garota que sorria discretamente seus cabelos de um tom avermelhado dançavam com o vento , pqnos olhos puxados de uma cor negra como noites sem lua. Parecia me ipinotizar , ela entrou na loja, e por poucos segundos fiquei sem respirar
