Poesia sobre Silêncio
O silêncio das ovelhas e dos que calam sendo permissivos, eles me assustam mais do que o grito dos maus e rosnado dos lobos.
O olhar nos diz muitas coisas: fala no silêncio, sofre na alegria e mata quando se diminui. Teu olhar enxerga a alma, penetra no coração e nos absorve com a esperança de que sempre iremos acertar.
Quando não há reciprocidade, o interesse pelo outro tem um limite. Quando o silêncio grita: "acostume-se com a minha ausência", só nos resta obedecê-lo. Acostumar-se com a ausência, com a incerteza é o desafio desta vida.
Nos momentos de silêncio, eu me deparava com a presença inescapável dos meus próprios pensamentos. Cada memória ressurgia com um peso existencial, preenchendo o vazio com questionamentos profundos. O silêncio, em sua aparente simplicidade, revelava-se um espaço denso e intrincado de introspecção. Esse confronto com a minha própria consciência era um lembrete constante da complexa condição humana. Na solidão, encontrava a verdade de minha existência, percebendo que, mesmo isolado, nunca estava realmente só, pois estava sempre acompanhado de minha própria essência e questionamentos.
É no silêncio da noite que entrego a Deus minhas dúvidas e ansiedades, e encontro a serenidade para enfrentar um novo dia!
Leonardo Godoy As árvores caem em silêncio, mas o eco de suas vozes perdidas ressoa nas lágrimas da natureza, testemunhando a tragédia do desmatamento que dilacera nossa alma e devasta nosso futuro.
"No silêncio das escolhas mais difíceis, encontramos as respostas que nos levam mais perto de nós mesmos."
O silêncio do universo nos ensina que algumas perguntas foram feitas apenas para serem vividas, não respondidas.
Na quietude do pensamento, o silêncio se torna mais profundo do que a própria fala, pois é no não-dito que se revela o mais completo entendimento da realidade.
"Quando o corpo é violado, a imaterialidade sangra, e o silêncio se torna tanto refúgio quanto prisão."
Na despedida do sol, o céu chora em silêncio. Mas é ali, naquele momento, que o coração se encontra com a paz que a alma busca por onze segundos. E a melhor magia disso é o sol dizer: “Eu vou, mas amanhã estarei de volta.”
Em meu interior, tenho um céu noturno. No silêncio da escuridão, minha alma enluarada sente a paz da tranquilidade. O brilho das estrelas iluminam meus sonhos em nuvens de imaginação.
Fechar as portas e janelas de casa é voltar-se para o temido silêncio da alma, que já não se contenta mais em apenas subsistir como sentido de vida.
Por muito tempo o silêncio foi a companhia mais leal à minha boca. Dela a palavra se perdeu. Engoli e com força o vômito, o suspiro, o choro, o rancor, a dor, a raiva. Às vezes, até mesmo a alegria. Esse medo bobo de desagradar que implantaram dentro de mim. E nesses movimentos caóticos me perdi dentro de mim mesma. Me afoguei no mar de palavras que permaneceram em tempestade, me puxando para dentro, não permitindo emergir. Esse mar que me tira a liberdade e que me faz muda diante, principalmente, daquilo que me fere a pele. E venho escolhendo todos os dias a desaprender o silêncio. A reencontrar a palavra, a não mais engoli o que me tira o sono. O que deixa na boca um sabor amargo.
O silêncio tem o poder de despir todos os sons, se o infinito tivesse voz, seria a voz de tudo que não fala. Mas o que é o infinito senão e tão somente a voz do silêncio, as vezes eloquentes, as vezes... não sei diga você!
🌿Há uma força no silêncio. Ele carrega o que as palavras não conseguem alcançar através de olhares e na profundidade dos pensamentos.Estar em silêncio é aceitar que nem tudo precisa ser dito, porque nem tudo pode ser traduzido.🌿
A melhor maneira de buscar respostas em Deus começa no silêncio. Nesse momento de quietude, nossos pensamentos cessam, e abrimos espaço para ouvir a voz divina. No silêncio, nos rendemos à soberania de Deus, reconhecendo que Ele tem uma agenda perfeita, que muitas vezes difere da nossa ansiedade e pressa.
