Poesia sobre Silêncio

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“A ansiedade fala pelo pensamento, pelo corpo, pela insônia, pela pressa e pelo silêncio.”
Do livro Transtorno de Ansiedade Generalizada, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Dizer ‘pare de se preocupar’ a quem sofre de TAG é como pedir silêncio a um alarme que ainda acredita haver incêndio.”
Do livro Transtorno de Ansiedade Generalizada, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A infância não fala apenas com palavras; fala com o corpo, com o brincar, com o silêncio, com a recusa e com a repetição.”
Do livro Psicose Infantil: Transtornos e Espectros no Divã, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Nem todo silêncio infantil é timidez; algumas vezes, é defesa diante de um mundo sentido como excessivo.”
Do livro Psicose Infantil: Transtornos e Espectros no Divã, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“O silêncio divino não abandona a alma; ele apenas retira o excesso para que ela possa escutar a verdade.”
Do livro O Espelho da Alma Livre — Amor, Consciência e Dissolução do Ego no Silêncio Divino, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“O falso eu precisa de plateia; a alma verdadeira aprende a florescer no silêncio.”
Do livro O Espelho da Alma Livre — Amor, Consciência e Dissolução do Ego no Silêncio Divino, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A sinapse é o lugar microscópico onde o corpo transforma silêncio em resposta, química em emoção e impulso em vida.”
Do livro Sinapses e Neurotransmissores — A Linguagem Invisível do Corpo, da Mente e da Doença, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“O silêncio diante da violação de direitos nunca é neutro; ele sempre acaba servindo ao lado que oprime.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“O silêncio também é frequência: nele, o cérebro desacelera e a alma encontra espaço para reorganizar sua própria escuta.”
Do livro A Mente em Hertz — As Ondas do Cérebro e os Estados Alterados de Consciência, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“O silêncio clínico não é vazio quando sustenta uma dor que ainda não pode ser traduzida.”
Do livro Pensar é Sofrer — A Psicanálise do Indizível em Bion: Dor, Vínculo e Nascimento do Pensamento no Silêncio da Mente, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Quem se sente menor sofre em silêncio; quem precisa parecer maior também revela uma ferida que ainda não encontrou verdade.”
Do livro Entre o Silêncio da Inferioridade e o Ruído da Superioridade — Entre a Sombra e o Espelho: A Psicodinâmica dos Complexos de Inferioridade e Superioridade, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Nem toda memória aparece como imagem; algumas retornam como medo, tensão, silêncio, dor ou escolha repetida.”
Do livro O Grande Universo das Memórias, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Nem todo psicopata mata o corpo; alguns destroem em silêncio a paz, a identidade e a liberdade emocional de suas vítimas.”
Do livro Psicopatas — O Rosto por Trás da Máscara: Da Ciência ao Terror Silencioso, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“O Self não grita como o ego; ele chama em silêncio, por sonhos, crises, símbolos e verdades que não desaparecem.”
Do livro O Livro Vermelho da Alma — Jung, o Inconsciente e a Alquimia Simbólica da Sombra à Individuação, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Tudo aquilo que nasce no visível foi, antes, autorizado no silêncio do invisível.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A fé madura não faz espetáculo; ela sustenta a alma em silêncio enquanto a forma ainda não chegou.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

Há desejos que precisam de silêncio, não por medo, mas para proteger a semente do sagrado.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

⁠Brinde seu silêncio
Um tempo para você
Gaste sabiamente.
Assim, em dias de falhas e deficiências
Resistir é sinal de crescimento.

⁠Você timidamente me visualiza.
Escuto os seus suspiros tristes
Me chamando no silêncio do seu olhar.

Há uma guerra acontecendo em silêncio dentro de cada ser humano.
Não uma guerra entre países, religiões ou ideologias… mas entre consciência e prisão. Entre aquilo que desperta e aquilo que adormece a mente.


Segundo os conhecimentos gnósticos, mundo não foi construído para libertar o homem, mas para distraí-lo. Desde cedo, somos ensinados a obedecer sem questionar, repetir sem compreender e existir sem perceber quem realmente somos. A maioria vive aprisionada em ciclos invisíveis: medo, culpa, desejo vazio, ansiedade e dependência emocional da aprovação dos outros.


A verdadeira batalha diária não acontece fora. Ela acontece quando você escolhe entre permanecer inconsciente ou encarar a própria verdade.


A luz representa a chama da consciência que rompe as correntes da ignorância. Não como uma figura de adoração cega, mas como símbolo do despertar interior, da busca pelo conhecimento proibido aos que preferem massas obedientes ao invés de indivíduos conscientes.


Todos os dias o sistema tenta enfraquecer tua essência através do caos, do excesso de informação, da superficialidade e do medo constante. E poucos percebem que a maior escravidão é espiritual e mental.


Despertar dói. Questionar dói. Enxergar as ilusões dói.
Mas continuar dormindo custa a própria alma.


O homem que desperta deixa de viver no automático. Ele aprende a observar os sinais, dominar os impulsos, controlar a própria mente e transformar sofrimento em evolução. Porque a verdadeira luz não nasce da perfeição… nasce da coragem de atravessar a própria escuridão consciente dela.