Poesia sobre Sementes
Quem passa muito tempo plantando sementes amargas, vai precisar de muitos dias para se livrar dos maus frutos, porque a colheita é obrigatória.
A árvore da vida produz bons frutos; a árvore seca morre sem deixar sementes para reproduzir nas próximas estações.
A soberba e subestimação são sementes de sua própria derrota, mas a covardia e a falsidade, pode ser a planta que você mesmo colherá cheias de espinhos.
A nossa ação, é o nosso reflexo. Vamos semear boas sementes para que num futuro muito próximo, possamos colher bons frutos.
Ser Poeta é ser nós mesmos. É levar o que temos de melhor e distribuir boas sementes para que elas germinem poesia. É admirar o que os nossos olhos alcançam. É ter a sensibilidade de ver nas pequenas coisas e extrair delas a essência e a pureza. Ser Poeta é ver o mundo com olhos internos e transmitir através deles a paz e a harmonia...
É necessário ter nas mãos sementes de sabedoria, para que possamos semear e curar os males que encontrarmos no caminho.
Cuide das sementes e plante em terra que produz, mas cuide e zele para um dia seja uma arvore que sirva de sombra, mas que dê frutos e ofereça sementes para que as gerações provem o sabor do Amor, da fé, dá caridade, da bondade e da oração! Que possa ser um bom semeador em sua vida!
Não adianta ter sementes e não semear ou semear em terra que não nasce nada! O semeador precisará tratar o solo, arar a terra e preparar o ambiente para suas sementes possam ser lançadas e não basta jogar a semente, é preciso cuidar, zelar, regar e proteger para a semente vire a árvore e para que essa árvore se mantenha em pé, ela deverá estar muito bem enraizada e pare que dê frutos, será preciso podar, evitar que frutos sejam colhidos fora de seu tempo. É preciso continuar cuidando e ter a paciência de esperar a estação certa para poder colher os frutos, mesmo que esta árvore dê sombra o tempo todos, os frutos são colhidos de tempo em tempo e de tempo em tempo há de se ter cuidado e zelo pela árvore para que no verão ela se mantenha forte no calor, no inverno ela suporte as baixas temperaturas para que no período certo floresça e dê frutos e desses frutos sejam extraídas novas sementes e isso se perdure de gerações em gerações. Assim é a vida do Cristão, precisar semear, mas precisamos semear em terra que produzira, mas teremos que estar vigilantes conosco e com quem estamos plantando, pois no tempo certo, sua semeadura está dando os frutos que alentam as almas e oferendo sementes para novas plantações. Cuide de sua semente e plante em terra boa!
Não posso exigir que todas as sementes gerem grandes árvores, mas posso semear o máximo de sementes na maior diversidade de solos disponíveis, cuidando das que der conta de cuidar, afim de que algumas árvores cresçam, até que se tenha um pomar.
Se não for possível começarmos cada dia como árvores, que sejamos capazes de sermos sementes fecundas, para que o sonho da vida seja pleno de resiliência e amor.
Lembre-se : Sementes guardada no bolso não germina, sair da estagnação, é semear o que DEUS já lhe deu no solo.
Sementes lançadas, sem germinar, promessas feitas para não cumprir. Um coração distante sem fervor na jornada da fé, um grande temor.
Quando tudo desaba, nasce a chance de recomeçar, tentar de novo, das ruínas emergem sementes adormecidas e o amanhã, como jardim inesperado, que brota,floresce no solo fértil da esperança esquecida.
A maior e melhor tradição joalheira brasileira é vegetalista. As contas, as sementes, as miçangas, caroços, as fibras, as tramas, as folhas e as flores, as cores fortes e primarias da vida dos tradicionais adornos tribais indígenas de uma cultura original de nossa terra e miscigenados com toda a cultura negra, anos mais tarde em um alto de resistência e união quilombola da favela. Por mais que sejamos um dos maiores expoentes mundiais na produtiva generosidade gemológica joalheira é por meio da livre lapidação e a conjunção de cores vivas harmonizadas criativamente, que nossa arte joia desponta se internacionalmente por tamanha beleza, harmonia inusitada e magistral exuberância. Somos herdeiros e resistência da amazônia por todos os lados de nossa cultura na diversidade indígena, europeia, negra e cabocla, para colorir o mundo com todas as cores.
Temos a paternidade da vida, de todas as crianças, de todos os filhotes, de todas as sementes e de todas ínfimas aglutinações moleculares de carbono.
Não se constrói pontes por que por elas vamos passar da mesma forma que não plantamos sementes frutíferas por que de seus frutos vamos comer.
Por onde ando hoje, ambientes opacos espalho sementes de flores. Para que um dia no mesmo caminho de volta, no futuro eles sejam bem floridos, alegres e com muitas cores.
Amar todos os filhotes, todas as crianças e todas as sementes como se fossem seus. Está é a suprema lei da natureza da vida sobre a criação.
As palavras são sementes lançadas no tempo. E os livros... são os jardins onde floresce a eternidade.
“Não posso sair do meu vaso, mas posso fazer das minhas flores essências e das minhas sementes liberdade.”
