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O Repouso Sobre um Desejo - Um Sonho Desperto e A Pausa da Normalidade

Doces sonhos com um toque apimentado são feitos a partir de um sono profundo, com o repouso sobre um desejo acalorado, dentro de um cenário lúdico bastante realista, desejando a companhia de uma linda arte em movimento — a presença feminina de uma mulher incrível; terna e atrevida — que permite sonhar de olhos abertos e deixar a imaginação ainda mais viva.

O real e o imaginado se misturam e entram numa interação especial profunda e muito expressiva — o contexto de muitas possibilidades, como usar a liberdade da mente para viajar pelos sete mares de uma natureza farta e veemente, navegando por suas emoções e por suas peculiaridades; atendendo aos instintos e desfrutando de muitas sensações com o ímpeto necessário para as diversas reações.

Quando algo assim acontece, a relatividade do impossível passa a ser percebida, a normalidade recebe uma pausa e um simples lugar pode ser transformado em um paraíso a qualquer momento, onde a experiência será usufruída de um jeito inesquecível; a alma será liberta e o corpo será renovado, abraçados por uma forte emoção intensa. Tal prazer é temporário, mas a sua provocação é extensa.

⁠Portanto, brindemos à queda dos arrogantes,
Que a sabedoria prevaleça sobre os desafiantes.
Que um dia, quem sabe, em um ato de coragem,
Os que seguem os poderosos aprendam com a verdadeira mensagem.
Saibam sua identidade e possam dar as mãos aos que precisam de verdade.

A vida é sobre ter “disciplina, constância, resistência, insistência e muita fé.”
Um compromisso consigo mesmo.
#bysissym

Ensaio sobre os Motivos


muitas coisas ruins
foram feitas
em nome de um bem maior.
mas ele nunca chega,
não é ?!
o bem maior,
nunca chega.


05/11/23
Michel F.M.

Senhor, meu Deus, a ti me achego na quietude das madrugadas,
quando os meus olhos repousam sobre a tua Palavra.
Pois só tu refrigeras a alma que em angústia se consome;
só em ti a minha sede encontra fonte.
Por que te perturbas, ó minha alma, e te abates dentro de mim?
Quem dera as dores deste mundo chegassem ao seu fim.
Como hei de andar tão vazio, sabendo que tu és o Senhor,
e que velas, noite e dia, sobre os teus filhos com amor?
Fraco eu sou, e de mim mesmo nada tenho;
busquei nas coisas vãs um descanso que não vinha,
e o que prometia encher-me, vazio me deixou.
Por isso, pelo teu amor, ó Deus, envolve-me em teus braços:
como o sol abraça a terra com o seu calor,
abraça-me com a tua presença, ó meu Senhor.
Enche-me das tuas boas-novas,
pois só tu tens palavras de vida eterna.
Graças te dou, ó Pai, porque comigo estás,
ainda que o corpo desfaleça e a alma chore.
Creio nas tuas obras; creio em teu Filho, Jesus;
creio que o teu Espírito, dia após dia,
sobre mim derramará o seu santo óleo.
A ti, ó Deus, Criador dos céus e da terra,
sobem as minhas súplicas:
recebe-as, Senhor, e traze paz ao meu coração.

Relatos sobre escola e as dificuldades de ser diferente
Na escola, ser diferente nem sempre é fácil.
Heitor sabia disso todos os dias.
Enquanto algumas crianças falavam rápido e riam alto, ele precisava de tempo. Cada palavra sua parecia carregar um peso maior. E, às vezes, o silêncio dos outros machucava mais do que qualquer risada.
Muitos não entendiam.
Confundiam dificuldade com incapacidade.
Silêncio com desinteresse.
Mas a verdade é que, dentro de crianças como Heitor, existem mundos inteiros — cheios de ideias, sentimentos e coragem.
Assim como o Sussurrador, muitas crianças também carregam histórias invisíveis.
Às vezes, quem machuca… já foi machucado.
Quem se isola… já tentou se encaixar e não conseguiu.
A escola pode ser um lugar de dor — quando falta empatia.
Mas também pode ser um lugar de transformação — quando alguém escolhe acolher.
Lucas fez essa escolha.
Ele ouviu. Esperou. Caminhou junto.
E isso muda tudo.
Porque inclusão não é fazer todos iguais.
É permitir que cada um exista do seu jeito — e ainda assim, pertença.
No fim, Heitor descobriu algo poderoso:
sua voz não precisava ser perfeita para ser importante.
E o Sussurrador aprendeu que nunca é tarde para recomeçar.
Heitor e o Segredo do Sussurrador .
Heitor é um garoto com dificuldade na fala que descobre ter superpoderes. Ao enfrentar o Sussurrador, um vilão que desperta sua insegurança, ele percebe que o inimigo na verdade é alguém ferido pela exclusão. Com a ajuda do amigo Lucas, Heitor escolhe o caminho da empatia, transformando o vilão em aliado. Juntos, eles aprendem que coragem não é falar perfeito, mas se expressar com o coração.

Então o Senhor me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna-a bem legível sobre tábuas, para que a possa ler quem passa correndo.
Porque a visão é ainda para o tempo determinado, mas se apressa para o fim, e não enganará; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará.

Bíblia Sagrada
Habacuque 2:2,3.

DESABAFO DE UM CORAÇÃO!

Não raramente observamos e ouvimos reclamações sobre o discorrer da vida.
Talvez os sentidos apostos em cada palavra possam ocupar um real significado, pois, afinal, ninguém se angustia por blasfêmia, repetição de falas ou por descuido do coração.
Somos as variâncias de sentidos revelados nos resultados entre o ofertar e o receber... poucos estão aptos a receber e, muito menos, adequados a doar.
Nesta caminhada, entre o ir e o ficar, surgem dúvidas condicionantes. Não ficamos pelo receio da repetição daquilo que já fora vivido e registrado nos escaninhos de nossas almas como algo negativo e não seguimos pela incerteza do novo, pois a zona de conforto, muitas vezes, é a sustentação da imobilidade para novas estradas e outros rumos.
Sem o que oferecer no mundo ilusório do TER e oferecendo muito quando se trata de amor e do SER... muitos se perdem pelo desespero da invariável máscara do presente que impõe os retrocessos do ontem que pulula no amanhã. Gente sem presente ostentando o velho e o futuro de nada.
Vasculhando bem... e não limpando muito... a lamúria é o estado desalmado de uma alma ferida e quase abatida pelo flanco da solidão.
Viver é o inusitado murmúrio das vozes que são silenciadas quando precisamos acenar um sentido e não nos permitem e que, muitas vezes, gritam quando carecemos manter o silêncio absoluto para não ferirmos como nos ferem.

Brasília, 04 de abril de 2012

Você dá azar ou você dá chance ao azar...




Não é sobre sorte,
é sobre vacilo.

Perguntei ao sereno pela manhã....

De onde eu vim?

E tão tranquilo, vindo do céu, sobre o meu jardim, mesmo em silêncio, me respondeu:

-Como as ondas do mar que vão e vem,

eu também já estive aqui várias vezes...

Vim do céu, pequeno fio d'água, me transformei em riacho, virei um rio, fui lagos, mares e oceanos.

Subi aos céus e hoje volto à terra.

Venho trazer mais brilho ao seu jardim e fazer você ver a continuidade da criação.


Então perguntei à brisa fria, que tocando meu rosto, em beijos gélidos, me estremecia...

-Para onde eu devo seguir?

Em abraço, sussurrando em meus ouvidos, respondeu...

-Siga sempre em frente...

O passado já foi, o futuro, logo ali, viva o presente...

Avisou que durante o meu caminho obstáculos irei encontrar...

-Transponha que ao seu destino irá chegar...

E assim, sorrindo, a brisa partiu...

Perguntei ao beija-flor que se eu seguisse o conselho da brisa eu poderia ser feliz...

Ele me respondeu que eu deveria ser como o dia de hoje...

Lembrou-me que o amanhã pode não chegar...

Que na viagem, que faço todos os dias, sem me dar conta, já sou feliz...


Então voltei meus olhos para o céu, de onde descia o sereno e vinha a brisa, que sustentava o vôo do beija-flor...

- Em meus caminhos, no fim, o que encontrarei?...

Perguntei...

E o céu me respondeu, com um pequeno raio de sol...

- O recomeço...

Há dias em que o peso do mundo parece repousar sobre os nossos ombros. Nesses momentos de escuridão e desânimo, quando cada passo parece exigir uma força sobre-humana, é a sua coragem que se destaca. Ela não é um grito, mas um sussurro constante que se recusa a ser silenciado.
Sua resiliência atua como um farol, uma luz que brilha intensamente o suficiente para penetrar a névoa da dificuldade. Ela ilumina não apenas o próximo passo, mas todo o caminho à frente, lembrando-nos que o cansaço é temporário, mas o espírito é indomável.
Em um mundo que muitas vezes tenta nos diminuir, essa luz interior é a prova viva da nossa capacidade de superação. Por mais que tudo pareça pesado, sua coragem ilumina o caminho, mostrando que a força para seguir em frente já reside em você.

O amor que eu sempre esperei não era sobre borboletas no estômago…era sobre trazer paz no coração.

Eu demorei para entender isso.
A gente cresce acreditando que amor é intensidade, é urgência, é não conseguir respirar sem o outro.
Mas o amor que eu sempre esperei… era silêncio confortável. Era colo nos dias difíceis.
Era alguém que fica, principalmente quando não é fácil ficar.

Não era sobre alguém que me completasse
era sobre alguém que somasse.
Que respeitasse meus processos, minhas fases, minhas cicatrizes.

O amor que eu sempre esperei não me confunde, não me diminui, não me faz duvidar do meu valor.
Ele me ensina.
Me amadurece.
Me faz crescer.

Talvez o amor que você sempre esperou não seja o mais barulhento…
Talvez seja o mais calmo.
O mais seguro.
O que não te tira o chão
mas constrói um junto com você.

E quando a gente entende isso…
a gente para de procurar emoção
e começa a reconhecer conexão.

-Que diabos de poeta é você que não fala da beleza da rosa?
-Prefiro falar sobre como ela permanece de pé!

Terra amada
sobre a ferrovia nascida
de um capim tiveste teu nome
espero por muito viver
espero teu fim não ver
irei para sempre dizer
que sapé é minha vida.

O caráter é o alicerce Invisível; a confiança é a estrutura que se ergue sobre ele. Se o alicerce racha, toda a construção desmorona.
Reno Fioraso

Bruno aprendeu que amar Carla
não era sobre prometer o infinito,
mas sobre segurar a mão dela
quando o mundo pesava mais do que devia.
Carla entendeu que Bruno não era abrigo perfeito,
mas era quem ficava…
mesmo com as próprias tempestades.
E no meio das falhas,
dos silêncios e dos dias difíceis,
eles descobriram que cuidar
é escolher o outro
até quando o amor deixa de ser fácil.


DeBrunoParaCarla

Porque viver não é sobre nunca cair,
é sobre aprender a continuar…
mesmo quando a gente não entende o porquê. No fim, cada um de nós está lutando uma batalha silenciosa.
E talvez a maior dificuldade que todos temos seja fingir que está tudo bem,
quando, no fundo, a gente só queria um pouco de paz.
Tudo bem...


DeBrunoParaCarla

Não é sobre a eternidade, porque o para sempre é uma promessa pesada demais para ombros. É sobre a finitude bonita de saber que, entre tantas eras e galáxias, nossas trajetórias colidiram. No fim, a gente só quer alguém que nos segure com firmeza o suficiente para não cairmos, e nos olhe com doçura o suficiente para querermos ficar.


DeBrunoParaCarla

Entre tantas correrias, você é a minha pausa. Não é sobre perfeição, é sobre a gente se escolher todo santo dia, do jeito que a gente é.


DeBrunoParaCarla

Não é sobre ler o que foi escrito,
pra alguns é só fazer por fazer como todos fazem. Mas lidar com o que é vivo exige mais que isso, exige escrúpulo… mesmo diante do desprezo.


DeBrunoParaCarla