Poesia sobre pensamentos
Cartas da Hungria
com o espírito de reencontro
das dez tribos antigas,
Para resgatar a poesia
e toda a nossa paz
para que a guerra
não voltar nunca mais .
Adê de Oxum
para cobrir o quê
a nossa poesia
não quer ocultar,
e ninguém adivinha
que eu e você
sem mais nem
menos e o porquê
viramos um.
A minha poesia
é vela votiva
que não se apaga
pedindo proteção
para as tropas
da nossa sagrada
Nação pedindo
integral proteção
e paz aos Afuzilados
como manda a tradição,
para que nenhuma guerra
nunca finque os pés
na nossa Amada Terra.
Novembro de Jacarandá
Ondeante pela brisa
Vitória da vida que haverá
Em nós a poesia
Mensageira de amor
Bem feito que nos fará
Risonhos e satisfeitos por
Onde o destino nos levar.
Alecrim da farmacopeia,
da mesa, do cancioneiro,
da fé e da poesia popular,
Parece até com o seu
cheiro que amo respirar.
A minh'alma é colorida
com toda a poesia
da nossa Aurora Austral,
Agora só me falta
ser o seu amor fundamental.
O quê você
quer também
é o meu querer
que a poesia se
espalhe por todos
os lugares
e acendendo a fé
por onde passares,
E abrindo espaço
para o amor cumprir
a verdadeira missão,
Quero ouvir cada
batida do teu coração.
Sem sequer saber
que você existia,
Algo já me dizia
que tu seria a poesia,
e toda a minha vida;
E que com a bênção
do céu e no papel
para o meu nome
com amor te passaria:
O nosso amor venceu.
Desta cidade
sou a poesia
que é para uma
tropa ferida.
Poesia a tropa
aprisionada,
que rima tinhosa
e incomodada.
Uma poesia
para a vida,
Poesia feita
para o século.
A poesia que
do General preso
injustamente
não tem notícia.
A política quase
sempre é necro,
a poesia nunca;
Prefiram a poesia
porque a política
nunca deu certo.
Onde há poesia
sempre haverá
sonho e alegria,
Este poema não
é qualquer poema;
É um poema cheio
de fé na vida,
Com galope e rima.
É uma dedicatória
aos poetas da cidade:
Porque sempre
que houver poetas
haverá liberdade.
