Poesia sobre Lagrimas
Não se mascara uma dor, não dá pra maquiar as lágrimas com glitters e purpurinas, não se pode colorir o que está nublado dentro de você. Viva essa dor, sinta exatamente o estrago que a mesma faz em você, veja o que está perdendo, se olhe no espelho e perceba que esse rosto não é o seu e lembre-se, nenhum fardo é maior do que você possa suportar, portanto mocinha, chegou a hora de superar. Dor é coisa preguiçosa, não tem a disposição da alegria, ela pode te acompanhar por alguns dias a mais, mas, no primeiro sorriso seu, totalmente expontâneo e livre de culpas, medos ou fraquezas, sua indesejavel inquilina, essa tal de 'dor', vai embora. E sem despedidas. Coisas da vida.
E no profundo silêncio, lágrimas mesclavam-se com a escuridão... apenas um som: o seu coração. Esboçou um leve sorriso. Ainda viva, apesar do imenso amor... apesar de imensa dor... Ainda viva, bem viva.
Há lágrimas que nos orientam melhor que mapas, há sorrisos que se tornam sinais de estrada, há silêncios que ensinam mais do que mil vozes. O coração aprende a ser guiado quando descobre que o verdadeiro destino não está fora de nós, mas dentro: na serenidade que encontramos ao confiar em Deus, no abraço que oferecemos sem esperar retorno, na coragem de amar mesmo depois de se ferir.
Depois das lágrimas, existe um deserto, onde tem um oásis, chamado saudade e é lá,que está as lembranças mais felizes, de momentos que jamais voltarão...
Questionei-me em meio as minhas lágrimas escorrendo pelo meu rosto essa minha tal sensibilidade demasiada... Logo a voz do meu autor me respondeu que não seria mais que um belo dom de detalhes... Dizia que nunca foi defeito em mim... Que sim um dom maravilhoso que carrego de enxergar o mais profundo da alma... Queria usa-lo disse Ele! Para que enxergues no outro o que ele mesmo não vê! Para que sinta o que ele sente e o ajude a entender a sua dor e assim eu possa cura-lo... Faço através de você...
Eu vi nos seus olhos lágrimas que marcaram aquele instante e isso molda cada sensação vivida de dor e alegria e as melhores memórias que fiquem intactas (CLÁUDIO SANTOS, 2025).
Vela, é uma inspiração, nestas lágrimas dolorosas na chuva, ele morreu e nem percebeu que deixou um legado para a nova geração, mas tu és a essência desta fragrância, tens a honra de brilhar neste mundo.
Fiz escolhas, errei,quebrei a cara e aprendi a me refazer, cresci com as lágrimas, fortaleci no fracasso, vibrei com vitórias e com certeza cada situação que passei me fez ser o que sou hoje. Agradeço a quem acreditou em mim,e mais ainda a quem desacreditaou... esses foram os verdadeiros motivos de seguir firme e forte na luta contra meus medos.
Hoje às lágrimas caem no meu rosto...uma profunda dor no peito. Vai doer muito hoje para não doer nunca mais... LadyRed💔
No palco efervescente do Carnaval, onde risos se misturam com lágrimas e cores dançam ao ritmo da vida, emerge uma reflexão profunda sobre a dualidade da experiência humana. Neste reino de máscaras e fantasias, onde a alegria transborda e os corações se enchem de esperança, também ecoa o sussurro suave das dores ocultas e das tristezas silenciadas. Por trás dos sorrisos radiantes, há histórias não contadas, cicatrizes invisíveis e sonhos adormecidos. O Carnaval, tão festivo e efêmero, personifica a jornada tumultuosa da existência. É um espelho que reflete nossa capacidade de encontrar beleza na imperfeição, de dançar na chuva das incertezas e de abraçar a dualidade que nos define. Entre confetes e serpentinas, entre batuques e melodias, encontramos um refúgio momentâneo, um instante de suspensão da realidade. É nesse interlúdio fugaz que nos permitimos ser quem quisermos, onde nos perdemos nas danças frenéticas e nos reencontramos nas pausas serenas. O Carnaval é mais do que uma celebração; é uma metáfora da vida. Como as marés que sobem e descem, como as estações que mudam, ele nos lembra que somos feitos de dualidades, de contrastes, de luz e sombra. Nesse turbilhão de emoções e cores, encontramos a essência da humanidade, com suas alegrias efêmeras e suas tristezas persistentes. No final das contas, o Carnaval nos ensina a abraçar todas as facetas da vida, a dançar mesmo quando o chão parece ceder, a sorrir mesmo quando o coração chora. Assim, no palco do Carnaval, entre o caos e a harmonia, descobrimos a verdadeira magia da existência: a capacidade de encontrar beleza na dualidade, de celebrar a vida em toda sua complexidade e de transformar até mesmo as sombras em luz.
Me alimentou na fome, curou minhas cicatrizes na dor, secou minhas lágrimas no pranto, aqueceu meu corpo no inverno, guiou-me pelo caminho deserto, amou-me na tristeza e, na solidão, acolheu-me e apresentou-me à felicidade. Obrigado, Deus, por me amar.
A chuva molhou o rosto cansado de tristeza, para que ninguém percebesse as lágrimas sofridas rolando em dor por não ter o teu carinho.
Os fantasmas do passado não me assustam, nem conseguem arrancar lágrimas dos meus olhos. Não há sentimentos de arrependimento ou remorso que o ontem possa reivindicar. Afinal, o passado não se repete no hoje.
Quem está na chuva observa as lágrimas se misturando com a água que molha o rosto. Assim, não há incerteza no choro nem vergonha, pois ninguém saberá se são lágrimas ou apenas o banho da chuva.
Indecisão, indecisão decisiva. Não derramarei lágrimas implorando teu retorno; se partir, levo comigo a vida — e nela eu vou viver.
Em meio ao caos, quando você estiver se afogando nas próprias lágrimas como o AP.Pedro se afogou não tendo fé, irei ser a mesma mão como a de Cristo que vai te ajudar a tirar daquela situação
Chore sim, sentir-se triste por algo ou alguém é normal, seque suas lágrimas e siga em frente, o mundo não vai esperar você ficar bem, ele vai te forçar a não ficar mal.
Aproveite o dia, faça alguém sorrir, enxugue as lágrimas de um amigo, e reze por quem ama, amanhã vai ser um dia melhor.
Algumas vezes sou chamado de insensível, mas nunca conseguiram contar quantas lágrimas foram vertidas na madrugada silenciosa.
O impacto de um diagnóstico de câncer trouxe lágrimas ao meu coração, mas purificou minha alma de tudo aquilo que não tem real importância.
