Poesia sobre Choro
E então eu choro algumas vezes
Quando estou deitada na cama
Apenas para tirar tudo
Que está em minha cabeça
E eu, eu estou me sentindo
Um pouco peculiar
Convertei-vos a mim de todo o vosso coração; e isso com jejuns, e com choro, e com pranto
¹² Ainda assim, agora mesmo diz o Senhor: Convertei-vos a mim de todo o vosso coração; e isso com jejuns, e com choro, e com pranto.
¹³ E rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao Senhor vosso Deus; porque ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-se, e grande em benignidade, e se arrepende do mal.
Joel 2:12,13
CONVERSÃO LEGÍTIMA TRÁS ORAÇÃO, JEJUM E DE CORAÇÃO ABERTO
A VIVAMENTO É GUERRA!
TORNAR INCONFORMADO, OS CONFORMADOS COM ESSE MUNDO MALIGNO.
Oração, Jejum, Intercessão!
ESTÃO ATACANDO A SUA CASA, A SUA FAMÍLIA, OS SEUS FILHOS!
- Aborto
- Transgênero
- Sensura da verdade
- Sexualização infantil em massa
- Imbecilizaçao em massa via rede sociais
- Empobrecimento em escala
OSSOS SECOS VOLTEM A RESPIRAR
Poder de Deus está no Jejum e nas orações!
ORAÇÃO, ORAÇÃO, ORAÇÃO.
A ORAÇÃO É O CAMINHO PELO QUAL JESUS VENCEU A MORTE!
Sessesses
Quantas luas
Quantos lagos
Quantos rios a deslizar...
Seu choro fez voar a arara azul,
O boto rosa emergir do rio
E sob a luz de Venus
O uirapuru cantou o encanto...
E o amor de dois tapuias
Fez nascer Sessesses...
Sessesses a vitoria régia
A adornar águas,
O arco-íris sobre a cachoeira,
O mistério da floresta
Sem explicar o que seria sessesses
Se não fosse paixão...
Jamais chore por alguém
Porque não é salutar
Ninguém merece seu choro
E tudo irá passar
E se alguém merecer
Ele jamais vai fazer
Você por ele chorar.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
Terra dos Cordelistas
16/11/2024
Morrer
Morrer estando vivo
Sem direito a velório nem choro
Este é meu medo
A outra maneira de morrer
Mesmo que crueu
Me deu o direito de viver
Até sua vinda...
- não antes
Se choro
Se eu choro
Choro porque quero regar teu caminho
Molhar teu rosto
Baixar a poeira
Que o verão intensificou.
Sou o bem
A terra molhada
Que pisas forte
E nem ouve
E nem sente
Que eu sou tua estrada.
''Por ter a água a função de limpar
Trazendo dignidade ao que é lavado,
Tenha no choro uma oportunidade de se dignificar
E toda vez que em meio às lágrimas se encontrar
Considere que está tomando um banho sagrado''.
Meu choro
Não choro, não, não choro...
Mas nem sempre fui assim,
houve épocas em que eu morria,
morria de pena de mim.
Eu chorava,
as lágrimas não controlava,
deixava-as correr pelo rosto,
mostrava todo o meu desgosto.
Hoje eu engulo meu choro...
não choro.
Prendo minhas lágrimas
com força dentro de mim...
e sorrio, sorrio sim.
Às vezes, não consigo todas controlar
e uma consegue escapar...
e eu finjo 'é apenas um cisco'
a me machucar...
Sabe o que é trágico?
Meu choro? Não...
Meu fingimento? Não...
O trágico é todo mundo acreditar...
que um cisco está a me maltratar...
Não há sequer um movimento no ar...
Sempre alguém se oferece pra soprar,
do meu olho o cisco tirar...
... assopra, e assopra, e vê o cisco sair (?)
junto com outra lágrima dos olhos cair...
O choro, a tristeza, a dor
sempre têm hora pra começar,
não adianta tentar escapar,
eles vão te pegar.
Você pode dar meia volta,
procurar um atalho,
se esconder no mais profundo, do mais profundo...
não há abismo, não há imensidão,
eu sei o que digo, nunca falho.
Pessimista? Não, realista...
A vida de ninguém é todo dia cor de rosa.
Tudo azul? Nem nos melhores dias...
Então, nessa ilusão não persista.
Mas... (Que bom! Sempre há um mas...)
após a noite de pranto,
de choro triste, humilhante, raivoso...
A alegria vem...
Otimista? Não, realista...
E a gente nunca aconteceu.
E nunca houve você e eu.
E choro por tudo o que você perdeu...
E nunca houve 'nós'.
E choro não pelo que não ganhei...
E choro pelo 'quase' acertei.
De novo 'na trave'.
Qual foi agora o entrave?
De novo 'mal sucedida'.
Não me entenda mal,
Eu só queria um amor na vida.
Choro... lamento pelo que fiz
... ou pelo que não fiz?
Choro...
Enquanto espero o tempo de ter um amor com final feliz!
Um choro que comove.
Um sorriso que me move.
Um céu que promete neve
venha e me leve...
Venha leve e me leve.
Torne minha vida mais leve.
Venha, seja breve...
venha, antes que caia a neve.
'Choro com os dedos para não o fazer com lágrimas.'
É isso que faço... dia após dia
depois daquele dia...
fatídico dia em que percebi
que nada do que eu fazia impediria:
sim, você partiria...
Hoje, triste dia como qualquer dia
sem a sua companhia.
Hoje é só mais um dia.
esperei, desesperei... mas não chorei.
E agora que acaba o dia
aqui estou,
embargada
com a lembrança
de que de nós dois não sobrou nada.
Choram os dedos palavras desde sempre predestinadas...
E se eu chorar...
No choro ou na alegria
vou só agradecer
em cada um deles
tenho muito a aprender.
E se eu chorar...
Não importa
se tudo deu certo
ou se deu errado...
foi o melhor
do seu melhor...
sempre poderia ter sido pior.
Não, você não vai me ver chorar.
Porque eu não choro... e você sabe que eu não minto.
Sinto? Claro que sinto
sinto por não chorar,
sinto por não mentir,
sinto por fingir.
Fingir que está tudo bem...
Sinto pelo que sinto?
Não, não sinto.
Admito que sinto,
sinto e não minto...
e não choro pelo que sinto.
Dói o que sinto?
Dói, dói bem no fundo de mim.
Dói, mas eu não choro
e fim
ÁVIDO
Esteja o amor em mim,
Sem pranto e sem choro.
Seja eterno querer-te bem...
Quem sabe queira-me o mesmo bem.
Meu coração em flagelos,
Que dantes buscou o teu amor
Sem saber se iria encontrar,
Sem você, desfez-se em lágrimas...
Que me condene o mundo
Por não deixar de te amar...
Sem tua presença,
Estou entregue a solidão.
Mas o amor ávido em mim,
Livre, clama-te, e à chama...
Está em ti meus pensamentos
Pra viver meus sentimentos.
Edney Valentim Araújo
ALQUIMIA DO CHORO NA MÚSICA INVISÍVEL DE CAMILLE MONFORT.
Do Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
Há instantes em que a alma pressente que a dor não é apenas um acontecimento, mas um rito. E é nesse território subterrâneo que Camille Monfort se torna a guardiã dos silêncios, aquela que recolhe as lágrimas antes que toquem o chão e as devolve ao mundo como tinta, melodia e presságio.
Sob sua música invisível, o pranto não se dissolve: ele se verticaliza. Cada gota assume a gravidade de uma estrela caída, e cada respiração se converte em um cântico cansado, como aqueles que, em que gravitam entre o anseio e o abismo. Nada em Camille é simples: sua presença é uma liturgia, sua voz um instrumento que atravessa o último refúgio do espírito e o obriga a reconhecer suas fissuras.
As lágrimas, ali, não se derramam. Elas se recolhem dentro da própria pele, como se buscassem um útero de silêncio para repousar. E ao repousarem, tornam-se tinta. Uma tinta densa, lúgubre, mas moralmente altiva, que escreve sem permissão e sem consolo. Ela se arrasta pelas páginas como o rumor de um vento antigo que conhece a ruína, mas ainda aposta na dignidade do sobreviver.
Camille, nessa paisagem, não é apenas musa. É uma presença que observa. Uma espécie de sacerdotisa de sombras que compreende que tudo o que é humano é feito de perda, mas também de uma coragem secreta que se mantém de pé mesmo quando o mundo interno desaba. Sua música infinita não ressoa pelos ouvidos, mas pelas rachaduras da consciência. É uma melodia que não pede compreensão; exige entrega.
Assim, a lágrima torna-se verbo, o verbo torna-se cicatriz, e a cicatriz, com o tempo, torna-se uma assinatura do espírito. Pois há dores que não se explicam, apenas se escrevem. Há tristezas que não se superam, apenas se transfiguram. E Camille Monfort é esse ponto onde a noite encontra sua própria voz.
Enlouquecer
Um coração sem dor, uma reza forte sem choro, ou a gentileza sem pressa. A profundidade as vezes se esconde no vazio.
Enlouquecer é o encontro perfeito entre duas bocas, dois corpos e o conforto dos carinhos.
Um olhar, dois sorrisos e um segredo.
Cebola
Rosa que faz chorar
choro não doído
choro não irado
choro ardido
choro disfarçado
entregando o sabor
temperando o cozido.
Choro que é prova de amor.
"Se me faltar amor eu canto.
Se me faltar coragem eu rezo.
Se me faltar amigos eu choro.
Se me faltar sonhos eu morro!"
Haredita Angel
28.02.24
Às vêzes, choro a distância de alguns seres que amo. - Mas, eles queriam roubar-me o direito de ser EU.
E, sem EU... não existo!"
-Haredita Angel
