Poesia Renúncia
O nível de conhecimento de Deus que um cristão possui é avaliado por sua fidelidade, renúncia, obediência, confiança, sinceridade e amor.
“Administrar é o exercício permanente da escolha, e toda escolha carrega a marca da renúncia. A política não se sustenta na inocência moral, mas na lucidez diante da realidade. As ações não são julgadas por sua pureza, e sim por sua capacidade de preservar o território. O tempo, esse juiz que não fala, absolve o êxito e expõe a ingenuidade.”
O silêncio do fiel diante do pastor maçom não é prudência; é a renúncia da própria voz em troca de uma falsa paz institucional.
Quem renuncia a razão, renuncia a religião; a religião e a razão andam de mãos dadas; toda religião irracional é falsa.
O caminho da retidão é forjado em momentos de renúncia, onde o ego se cala para que a voz da consciência fale mais alto.
O homem que se isola por medo do erro renuncia à sua natureza e torna-se um eco em seu próprio deserto.
Às vezes o coração é como uma casa com portas emperradas. Não entra sol, mas entra renúncia. Eu empurro cada porta com o punho das minhas pequenas certezas. Algumas cedem, outras permanecem guardiãs do escuro. E morar nesse lugar é aprender a plantar janelas.
“Não é ‘Deus é amor’ para justificar desobediência — amor que salva exige renúncia.” João 14:15. – miriamleal
Quando se renuncia um amor, deixamos um pedaço da nossa alma sem luz. É como estar numa sala escura e desejar ler um livro…
Agora tenho medo das escolhas, creio que é pela falta de liberdade que sinto a cada renúncia, ou pela liberdade mal administrada.
O amor reforça aquilo que temos de melhor, principalmente nossa capacidade de renuncia, de aprendizado e de recomeço.
Toda escolha que fazemos tem um preço, as vezes o preço é uma renuncia, uma dedicação, por mais que lutamos mudança pede desapego, porque muitas vezes a bagagem que temos é pesada demais para conseguirmos carrega-la sozinhos. Temos que deixar algumas coisas pelo caminho, e somente carregarmos oke for essencial para a nossa vida, e para nossas escolhas.
“O caminho que leva o homem a Deus é o trabalho com desprendimento, abnegação, renúncia e disciplina; a caridade livre de preconceitos e interesses; e os bons livros de saber e vida.”
A renúncia do papa Bento XVI é proviniente dos números negativos obtidoS na última década pela igreja catolica em todo mundo, o sucessor de João Paulo II, Bento XVI assumiu o papado em 19 de abril de 2005 sendo o papa mais velho a ser eleito em 300 anos. Joseph Ratzinger, nome de batismo, em pouco mais de sete anos não conseguiu evitar o êxodo dos fieis para outras denominações religiosas e nem avançar na conquista de outros. Rapidamente a igreja busca reconquistar seu espaço, hoje ameaçado por centenas de denominações religiosas espalhadas por todo o mundo, o novo Pontífice seguramente será bem mais jovem etariamente que o atual e conduzirá a igreja de maneira flexivel, adaptando-se ao novo estilo de vida dos fieis atuais.
O amor é a melhor coisa que existe no universo, mas exige renúncia, compromisso, e infelizmente poucas pessoas dispostas a sacrifícios.
Renúncia é escolha, é um tiro no escuro, é arriscar-se e não lamentar o resultado, é um ato de coragem, um momento de desapego, a hora de esvaziar as malas, ela não existe quando não há opções, é ausente quando há certezas. Só há renúncia se houver conflito interno, ela acontece no instante em que em meio a dúvida toma-se A decisão. A renúncia não é martírio, é uma forma de transcender-se, elevar-se, só alcança pessoas com grande espírito, quantiza a nobreza, é uma dádiva e como toda dádiva atinge raros galardoados.
Renuncia ao desordenado desejo de saber, porque nele há muita distração e ilusão. Os letrados gostam de ser vistos e tidos por sábios. Muitas coisas há cujo conhecimento pouco ou nada aproveita à alma. E mui insensato é quem de outras coisas se ocupa e não das que tocam à sua salvação. As muitas palavras não satisfazem à alma, mas uma palavra boa refrigera o espírito e uma consciência pura inspira grande confiança em Deus.
“Quando falamos em amor, falamos em entrega, falamos em renuncia. Porque para amar verdadeiramente é preciso se desatar de si próprio”
