Poesia que Fala de Teatro

Cerca de 109072 frases e pensamentos: Poesia que Fala de Teatro

⁠nascidos na rebelião
libertamos a ferocidade,

somos ventos revoltos,
varrendo obstáculos,

diante de toda
insanidade;

Inserida por michelfm

⁠com nossa fúria
incontrolável,

das intempéries
ao grotesco interminável,

aqui, nos tornamos
a tempestade.

Inserida por michelfm

⁠Ventos Revoltos

nascidos na rebelião
libertamos a ferocidade,

somos ventos revoltos,
varrendo obstáculos,

diante de toda
insanidade;

com nossa fúria
incontrolável,

das intempéries
ao grotesco interminável,

aqui, nos tornamos
a tempestade.

Michel F.M. - Pairar Incansável da Fênix Sublime

Inserida por michelfm

⁠Não tenho nada
especificamente
contra as pessoas,

até que elas provem
que são dignas
do meu ódio
e ressentimento.

Inserida por michelfm

⁠No entanto,

a ternura,
diante da grotesca
truculência bestial,

é a única e definitiva arma
indestrutível da qual
dispomos.

Inserida por michelfm

⁠A ternura,
diante da grotesca
truculência bestial,

é a única e definitiva arma
indestrutível da qual
dispomos.

Amar demanda tempo
e dedicação.

e o apreço
é uma habilidade poderosa.

Inserida por michelfm

⁠Partículas de Tato

Viver
é triunfar sobre a ausência.

Os solitários
sempre conhecem
as consequências.

Não tenho nada
especificamente
contra as pessoas,

até que elas provem
que são dignas
do meu ódio
e ressentimento.

Odiar demanda tempo
e dedicação

e o desprezo
é uma habilidade poderosa.

No entanto,

A ternura,
diante da grotesca
truculência bestial,

é a única e definitiva arma
indestrutível da qual
dispomos.

Amar demanda tempo
e dedicação.

e o apreço
é uma habilidade poderosa.

Viver
é triunfar sobre a escuridão.

Michel F.M. - Pairar Incansável da Fênix Sublime ©

Inserida por michelfm

⁠Desafiadora sem se pronunciar,
As qualidades lhe obedecem,
São pertences a lhe enfeitar.
Remova a maquiagem,
E os acessórios enfeitados.

Inserida por michelfm

⁠Seus dentes perolados ofuscam a retina,
Globos oculares castanho-esverdeados,
Fios alaranjados semelhados a tangerina,
Perfumadas e vibrantes bochechas de resina.

Inserida por michelfm

⁠Desafio Dóra !
Desafiadora a me desafiar.
Tua dor de outrora,
Minha dor de agora, a descontinuar.
Metáforas da Aurora
Que hão de demorar.
Mitologia nossa, há de nos coroar.

Inserida por michelfm

⁠Dóra

Desafiadora sem se pronunciar,
As qualidades lhe obedecem,
São pertences a lhe enfeitar.

Remova a maquiagem,
E os acessórios enfeitados.

Seus dentes perolados ofuscam a retina,
Globos oculares castanho-esverdeados,
Fios alaranjados semelhados a tangerina,
Perfumadas e vibrantes bochechas de resina.

Graduada em hipnose,
Sentidos de rapina,
Em sua apoteose
Furtou-me a idolatria.

Desafio Dóra !
Desafiadora a me desafiar.
Tua dor de outrora,
Minha dor de agora, a descontinuar.
Metáforas da Aurora
Que hão de demorar.
Mitologia nossa, há de nos coroar.

O que delonga faz confiar,
O que demora faz confiar.

Desafio Dóra !
Desafiadora a se entregar.
Tua dor de outrora,
Minha dor de agora, a descontinuar.
Metáforas da Aurora
Que hão de demorar.
Mitologia nossa, há de nos coroar.

Inserida por michelfm

⁠Descrição do óbvio,
Louvo com satisfação,
Nota violenta,
Ouvida na desolação.
Vivida a devida dissertação.

Inserida por michelfm

⁠Uma boneca de cera,
A maciez do algodão,
A Bela como Fera,
Auferida em sua coleção.

Inserida por michelfm

⁠Kathlyn e o Vestido Violeta,
Vagando sonolenta,
Com suas botas de carmim.
Passeando em marcha lenta,
Envolvida em cetim.

Inserida por michelfm

⁠Kathlyn e o Vestido Violeta

As roseiras mais grosseiras,
Podem habituar-se ao afável
Chamego da cerração.

Projetando uma admirável
Imagem arteira,
Refletindo luz ultravioleta
Em sua pigmentação.

Kathlyn e o Vestido Violeta,
Vagando sonolenta,
Com suas botas de carmim.

Descrição do óbvio,
Louvo com satisfação,
Nota violenta,
Ouvida na desolação.
Vivida a devida dissertação.

Kathlyn e o Vestido Violeta,
Passeando em marcha lenta.
Envolvida em cetim.

Uma boneca de cera,
A maciez do algodão,
A Bela como Fera,
Auferida em sua coleção.

Kathlyn e o Vestido Violeta,
Vagando sonolenta,
Com suas botas de carmim.
Passeando em marcha lenta,
Envolvida em cetim.

Numa noite friorenta,
Ao som da invernada,
Na relva estrelada,
Devaneios são assim...

Inserida por michelfm

⁠Nosso inconcreto se concretizou,
Não se encaixando em qualquer definição,
Avançamos a etapa da distração,
Tapando os furos e as gafes,
Transpondo muros de pedra sabão.

Inserida por michelfm

⁠Resíduos da sua fragrância,
Fragmentos da minha lembrança.
Todavia não fracassamos,
Deveras enfraquecidos estamos.

Inserida por michelfm

⁠Provavelmente nos recuperamos,
Ou recuperaremos as bobeiras que escaparão,
Diálogos longos, bobos parágrafos sem significação.

Inserida por michelfm

⁠O sabonete que era seu desgastou,
A avelã que me deu estragou,
O estoque de aveia esgotou,
O banquete pra dois esfriou.

Inserida por michelfm

⁠A aliança na gaveta
E o álbum guardado.
Ela está satisfeita,
Me vou conformado,

Reciclando retalhos
Em meu eu descartável.

Inserida por michelfm