Poesia os Dedos da minha Mao
A luz que me ilumina poderá perder seu brilho se eu deixar minha frequência cair na escuridão da amargura
Entre a sua pátria interior e a minha existe uma fronteira que precisa ser respeitada, porque somos os governantes de nós mesmos
Eu comparo a verdadeira amizade com a minha sombra. Está sempre ao meu lado, calada, ela é sempre ouvidos e fiel companheira, não me abandona e não me trai.
Não pretendo mudar minha natureza para satisfazer necessidades sociais, mas com graça e louvor assumo a responsabilidade de ajudar a humanidade, fato que equivale aos (arquétipos humanos) não necessariamente especificados.
A ponta de minha língua; possui sabor de morangos dos concertantes gumes, pela gratidão de minhas unhas; um choro in-surge; em brotos, chamadas e compaixão. Per-dão (são equívocos) de ilusão; medo pode e deve ser... Proteção.
Aqui na minha morada têm celebração pra dá de vaza é abundância e não insignificantes estadas pois conseguistes te livrar de fadadas estradas.
A subjetividade de minha gratidão é o sonho no qual carrego às alegrias por poder contigo hoje compartilhar.
Só escrevo pois, não tenho escolhas e, essa não é minha razão de viver, nem reclamação, sou simplesmente pra ser.
Po quantas repetições de vezes não podemos nos amar, desde a mistura de minha boa vontade, em querer tratar, somente nosso planetário lar.
Se sou galinha à sorte, também é minha, porquê, não sou tão perfeitinha e, doida pra não te meter, hum na cozinha.
Escreveram-nos pra encontrarmos o ponto de nossa contínuidade e, a responsabilidade minha se trounou, qual é a sua, saudade?
Em minha inocência não fui cego, é, do ciclo que me desperto, ja pela força do hoje e, no agora sempre intero.
Não necessitas de minha aprovação, seus exemplos, são, como carrilhos pra corrigir os retelhamentos, ao norte de renovados inventos.
Quero tua pele junto a minha e, assim, alegraremos nossos dias, pelos afetos produzidos, com nossa união.
O dia mais feliz da minha vida, se multiplicou, quando dá sua chegada, às porteiras atravancadas não cairam de velha, sendo renovadas, pelo tempo que chega, sem propositura de más falas.
Quando era de idade avançada minha via de criança, agora, sou adulta é me considero jovem em eterna dança.
Não tinhamos medo, minha coragem cuidava de suas fragilidades, faltavam opor t unidades de two templos, pra darmos risadas, nossas loucuras nunca foram falhas e agora conjugamos fonemas espelhísticos.
É nosso amor sempre anda em bons sonhos e, você, sempre consegue, ser melhor, que minha humilde imaginação.
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