Poesia os Dedos da minha Mao
Escolher a palavra
mais correta como
que seleciona a melhor
Castanha-do-Brasil
para render-te com amor
Versos Intimistas,
Juntos criar rotinas
de cuidar um do outro
com paz e carícias.
(Divina intimidade de todos os dias)
22/10
Quero que tenha
em mente o seguinte:
Só merece a sua confiança
aquela pessoa que não
faz com que você brigue
com as pessoas ao redor,
Busque só manter
quem te põe em harmonia
e em busca de viver
a cada dia melhor.
22/11
Verdadeiros discursos
de paz jamais propõem
choques no convívio,
E sim buscam conquistar
harmonia e alívio.
22/12
Não acredito
em metáforas
alarmistas,
E sim em falas
de vontades destrutivas.
(É sobre não minimizar)
Não esquecer genuinamente
daquilo que traz paz
como quem busca serenamente
colher Pequiá,
É assim que se deve entender
para se chegar onde quer.
Por ironia do destino
tu haverá de recitar
os meu Versos Intimistas
como quem saboreia
mais de um Bacupari nos lábios,
E fará questão ser
poema por todos os lados.
Bacuri plantado
no quintal dos fundos,
Versos Intimistas
e sonhos profundos,
Doce amor doce
que o destino me trouxe.
Teus beijos viciantes
como doce de Jenipapo
deixam por inteiro
o meu coração gamado,
e escrevem na pele
Versos Intimistas
que o corpo se atreve.
Bem coradinha tal
como Camu-camu
é assim que me deixa,
cada poema enleia,
Sem olhar para todas
as direções me deseja.
Manter-se jovem
por dentro é cultivar
o olhar de bondade,
e buscar nas palavras
a precisa serenidade.
O substantivo feminino
poetisa com aspas ou sem,
não me sendo negado
sempre estará tudo bem.
Manter-se poetisa
com letra inicial maiúscula
somente em alguns casos,
assim se mantém a grei;
porque a guerra em mim
nunca fixará residência e lei.
Só sei que poesia é mais
forte do que você pensa,
e ela não tem a ver com volta,
e sim segue adiante a rota.
Nos disseram que palavras
não mudam o mundo,
nos disseram também
que as guerras começam
sempre por elas;
a corda bamba da contradição
não serve de mordaça
para o verbo e nem intimidação.
Daquilo que me é caro,
não paro e não pararei;
se para você sou de Nárnia
do teu mundo jamais serei.
24/10
Se tens um teto
mesmo de estrelas
para chamar de teu,
e uma porção
de terra segura,
não permita que nada
tome a paz tua.
...
24/ 11
Nenhum poderoso
merece que você
perca a sua paz por ele,
Cuide do seu próprio
caminho para que
cumpras o teu destino.
...
24/12
Prefira a sua paz
acima de qualquer
onda ou ideologia.
Flores da Pitangueira Preta
assim despertam amores,
inspiram Versos Intimistas
e me dão adiante coragens
com saborosos frutos e poesias
para fazer doces as nossas vidas.
...
Pitanga Preta
entre os nossos lábios,
É o melhor poema
entre apaixonados.
Ao passar pelos
Manacás floridos
recebo os beijos
amorosos da tarde
cruzando a cidade.
A brisa que vem
solenemente
do Rio Itajaí-Açu
saúda Rodeio
tão bela e sem defeito.
Ao seguir em frente
agradeço a Deus
pela grata beleza
do Médio Vale do Itajaí
como uma página que ainda não li.
Sinto o aroma do infinito em nós,
O flagrante de amor no ar...,
Por ti não me canso de esperar.
Vejo o horizonte se abrir por nós,
O instante não vai passar...,
És inteiro e virá para sempre ficar.
Sinto a falta do teu abraço,
Do brilho do teu viço...,
Forte como as chuvas de março.
Vivo a alegria de ser por nós,
O meu olhar nunca se perdeu...,
Do teu olhar o peito não esqueceu.
Sinto todas as faltas do mundo,
O teu calor solar primaveril...,
Não pode me faltar no 'profundo'.
Quero adormecer com a tua voz,
O amor nasceu em nós...,
Ele é livre como um albatroz.
Sinto que o teu olhar leve,
O teu observar é energia...,
E o meu corpo é só alegria.
Aonde estás? Não sei.
O teu amor será a lei...,
O meu obedecer - a grei.
Sinto o teu beijo de colibri,
O amor saúda logo ali,
Amo-te em silêncio aqui.
Aonde estás? Não sei.
O teu amor já é lei...,
O teu querer é a fina grei.
Em vias de nós obtermos
- a consumação -
O teu olhar não me perde,
E nem se perde de uma linha
- da nossa paixão -
Alvissareira coroação,
- somos poetas -
Com todas as cordas e linhas
Da vida e do coração,
Plenos de ternura e oração.
Dos teus olhos cheios de mar
do amor que mora em nós dois,
Temos um destino a cumprir
a vida para viver sorrindo,
O amor não vivido para cultivar.
Verdade, céu, inferno e amar,
no teu coração eu vou chegar.
Demos as mãos, vamos seguir
a vida não há de atentar...,
O Universo irá sereno se abrir.
Dos beijos que eu não lhe dei,
eu vou em versos contar:
- Meu delírio em noite de luar
Berço esplêndido de amar,
Riacho imenso e límpido;
É este corpo feito para navegar.
O amor virá para sempre ficar,
ainda que mui menino,
Tão lindo moreno e poeta do mar,
és meu seguro e secreto refúgio,
Doçura de (arrebatar),
Espero que venhas em breve,
Fazendo não só a dedicatória,
Escrevendo o meu poema
E me tirando para dançar.
Ao poeta do mar...
Não paro de percorrer
Com os meus olhos,
Que não são mais meus,
Sim, eles são tão teus.
Não devo ir adiante
Com o meu intento,
Até ser alvorada,
Por tua mão colhida,
Não sei se sou a flor
Mais bela ou preferida.
Não paro de correr
Com as minhas letras,
Pois elas são as pernas,
Que por ti dobrarão,
Aqui elas por ti estão.
Não sou mais a mesma,
O poente dança em mim,
As nuvens são de cetim,
Eu sou violeta pequenina
No teu imenso [jardim].
Não existem sobras, e nem instantes
- o amor nasceu precioso
Tão sublime que não ligo para nada;
Rejeito qualquer colar de diamantes.
Vi entre os cetins e plumas
- a escolha talhada
No calor do teu abraço,
Não sei o quê é que eu faço:
Se devo ir para a certeza das brumas.
Bem persistem as dúvidas, e não poucas
- o amor surgiu caloroso
Na tua pele repleta de verão,
capaz de encantar em qualquer estação.
Te vi nas grandezas e nas larguras
- o desejo pleno pulsando
No andor dos meus passos,
Eu descobri o mistério do caminho:
-Você gosta e deseja o nosso ninho.
Não devo confessar ainda os ledos
- mistérios
Dessa devoção e desse contentamento
Por alguém que se faz de pequeno,
Mas no profundo é imenso, gigante
Devo a ti mil reverências ao tempo,
Que se dedica a fazer girar o mundo
Gostaria de falar tudo, mas não devo;
Dos meus enleios e do recomeço,
Do amor que é salto, poesia e altura,
A tua escrita deixa a minha na fervura.
Eu não acredito em amores perdidos,
e sim nos amores não encontrados...,
O destino costuma pregar peças,
eu quero te colocar sob meus cuidados.
O amor nas letras poéticas do Sol
que chegará calmamente...,
No desabrochar do arrebol,
eu desejo amar-te solenemente.
Eu não acredito em amores passageiros,
e sim no amor que rompe fronteiras...,
O divino amor não passa,
ele reúne dois e formam inteiros.
O amor nas rimas eróticas do amar,
que chegará deslizando...,
Nas ondas da água do mar,
eu estarei neste barco embarcando.
O amor que não passa
e nele crê, confia e espera.
Ele virá sem dúvida,
com uma infinita argúcia,
devastador e forte,
Como as forças da Natureza,
Eu sei que ele virá,
com a profundidade dos oceanos,
E com toda a sutileza que há de ser,
e nenhuma câmera irá capturar...
O amor virá arrebatador,
- ele já está escrito
O Universo está ciente,
que o amor de verdade virá,
O meu amor que não passa,
e jamais [passará];
Como derradeiro que é, se eternizará.
Soltei os meus cabelos ao vento
Iguais aos seus olhos castanhos,
Contei os beijos tão [esperados].
Ambiciosa receberei um dia de ti
Mais do que uma declamação:
Uma rosa e uma [canção]...
Espero que você tenha gostado
De ter estado aos meios cuidados,
Quero você sempre ao meu [lado].
Ainda terei você de vez comigo,
Deste mundo bem protegido...
Pode ser até alucinação:
Quero ser poema e a sua paixão.
Eu preciso te contar
Que no girar das horas
Não quero te (perder)
Eu necessito te reencontrar
Sim, eu quero te ver!...
Do instinto eu quero
E vou me enlaçar
Do destino eu desejo
E quero te reencontrar
Sim, eu quero te beijar!...
Eu te aceito com tudo:
- Tudo mesmo!
Eu te aceito com tudo
Àquilo que te falta!...
Do divino eu quero
E vou me encontrar
Do despido eu desejo
E quero contemplar
Sim, eu quero te amar!...
Na América Latina sinto
- ou melhor -
Constato as falsas revoluções
Porque longe do correto,
E de todas as intenções,
Percebo que há um jogo
De ambições - inflamações;
Para não libertar o povo,
Para colaborar, infelizmente,
Com as mais de mil explorações.
Eu te aceito com tudo:
- Tudo mesmo!
Eu te aceito com tudo
Que te afaste do mundo!
Na América Latina vejo
- prevejo -
Antevejo o pior sinal
Porque se ninguém pensar
Um caminho correto,
Querer fazer o quê quer,
Escrevendo a própria sentença,
Caíremos na maior decadência,
É só questão de usar a cabeça
Para não termos um triste final.
Quem não sabe obedecer a Lei:
É igual ao guerrilheiro escavando
- a própria cova -
Comigo a hipocrisia da desordem
- não cola -
Quero a liberdade carinhosa e ordeira,
Que me permita caminhar em paz,
E viajar contigo por toda a Pátria Grande
Experimentando as estradas latinoamericanas
Que serão as estradas das nossas almas ciganas.
Estou tecendo [seriamente:
- Um plano de entrega
Para entrar no teu coração...,
E não mais sair da tua [mente];
Estou com uma vontade terna,
Que é fome de 'loba- quimera'.
Com inversão ou sem,
Quero você inteiro,
Do jeito que você vem,
Quero você [faceiro].
Estou desenhando [preliminarmente:
- Uma rota de sensualidade
Para romper com a castidade..,
E não mais aderir aos protocolos;
Estou com uma vontade imensa
De fazer parte dos teus [sonhos].
Com santificada carícia,
Quero você bem
Do jeito da malícia,
Que desliza [urgente].
Estou costurando no silêncio das horas:
- Para que tu venhas sem demoras
Rompendo auroras e poentes,
Trazendo estrelas [para mim],
Teus meneios serão presentes,
Um florescimento em meu jardim.
Não sou feita de tíbias palavras
Sim, sou feita de poesias plenas,
Não sou feita de tristes amarras.
Eu sou poesia que fica,
Sou a perfeita indecência,
Eu sou a própria malícia.
Sou feita do teu doce sorriso
Não, sou a tua fina safra..,
Sou feita do teu verso despido.
Eu sou a mulher feita de poemas,
Eu sou a tal cheia de sol...,
Eu sou toda coberta de estrelas.
Não invado, sou poesia
O meu verso é de ferro,
E o meu corpo é de fogo.
Eu sou a menina fingida,
Eu sou a mesma [mulher],
Eu sou alguém que te quer.
A minha ambição é discreta,
Não desafio, porque sou lira;
Escrevo para uma paixão secreta.
Porque eu amo, sou poesia.
Porque tenho sede, sou poesia
Porque eu te espero, sou poesia.
Não vou além, porque sou poesia...
Porque como toda a poesia: sou poesia.
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