Poesia os Dedos da minha Mao

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⁠Minha Abya Yala
em convulsão,
a verdade não
pode ser negada:
vejo mãos aliadas
ao rastrojo
tratando a Wiphala
como um
trapo na sacada,
Enquanto outros
a erguem ao alto
manifestando
pura dignidade
pelas estradas
e avenidas
seja de poncho
ou de pollera
tentando libertar
a Pátria sequestrada.

As pessoas comuns
sempre sofrem
seja aqui
ou na fronteira,
Para estátuas
jamais prestarei
qualquer continência
nem de brincadeira,
Mal não me queira:
Continência sempre
prestarei só para
a minha bandeira.

Intriga em Táchira
e silêncio provável
em Ramo Verde,
os calabouços
e sótãos estão
sendo abertos
em cada mente,
Em Fuerte Tiuna
onde está preso
o General que
sei que é inocente
e foi preso há
mais de dois anos,
em uma reunião
pacífica no dia
treze de março,
respiro estranheza
assobiando um
trecho de Ali Primera.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Em versos de plena
responsabilidade
e sanidade autoral
da minha parte,
E que nem faz
ideia o General
que quero notícias,
Diga por quanto
tempo mais seguirá
esta infausta prisão
sem ter tido sequer
a audiência preliminar?

Em pernas, braços
mãos e passos
por todo o país
marchando até Quito,
Em total resistência
indígena e não
aceitação do destino.

Dou eco a dor
da dengue
hemorrágica
que dizem que pode
ter sido a clássica,
Mas não sabem
nem mais ao
certo qual das
duas ainda persiste,
Só se sabe que
o quê se insiste
é o vexame de
punir um crime
que não houve,
e que no conjunto
a bronquite trágica
e a vida do centauro
ameaça de ser ceifada
por não estar sendo
tratada como deveria.

Da atitude drástica
de três vidas
da ponte que
foram atiradas
por terroristas
policiais da
ponte no Equador,
Repete-se em tantos
lugares e de formas
diferentes, paulatinamente,
em doses homeopáticas
por causa dessa onda autoritária.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Em versos de plena
responsabilidade
e sanidade autoral
da minha parte,
E que nem faz
ideia o General
que quero notícias,
Diga por quanto
tempo mais seguirá
esta infausta prisão
sem ter tido sequer
a audiência preliminar?

Em pernas, braços
mãos e passos
por todo o país
marchando até Quito,
Em total resistência
indígena e não
aceitação do destino.

Dou eco a dor
da dengue
hemorrágica
que dizem que pode
ter sido a clássica,
Mas não sabem
nem mais ao
certo qual das
duas ainda persiste,
Só se sabe que
o quê se insiste
é o vexame de
punir um crime
que não houve,
e que no conjunto
a bronquite trágica
e a vida do centauro
ameaça de ser ceifada
por não estar sendo
tratada como deveria.

Da atitude drástica
de três vidas
da ponte que
foram atiradas
por terroristas
policiais da
ponte no Equador,
Repete-se em tantos
lugares e de formas
diferentes, paulatinamente,
em doses homeopáticas
por causa dessa onda autoritária.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Cada poema
neste tempo
estranho tem
sido de minha
exclusiva
responsabilidade,
Todo o dia um
desentendimento
diferente vem
me corroendo
na integralidade:
Porque recobrar
um pouco de
lucidez para
uns parece um
crime de verdade.

O diálogo com
a minoria opositora,
Parece até que
abriu a famosa
'Caixa de Pandora',
Depois de tantas
farpas trocadas
lá para trás;
Tem sido tanto
tumulto que se
esqueceram
de libertar
até os Generais.

Não que eu aceite
o rumo dos fatos,
Embora não tenha
Sei que não tenho
autoridade para
falar porque se
trata de uma
Pátria que nem é
um pouco minha;
Busco só entender
o quê se passa
por crer que
insistir em cultivar
a hostilidade vai
levar uma Nação
inteira na desgraça.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Cai a chuva mansa,
e minha alma não
cansa de perguntar
quando irão libertar
a tropa e o General?

O General não deveria
ter sido aprisionado,
dizer que ele instigou
a rebelião é um absurdo!

Até agora não soube
mais se ele teve
os pedidos atendidos:
Bíblia, lápis e livros.

Quero saber da saúde
que sei não bem
depois de tanto mal
praticado contra ele,
Esta poesia bruxa
insiste que não deixe
ir longe esta loucura,
Abaixo esta e qualquer
tipo que seja de tortura.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Tenho no Filho a minha certeza

De sempre e tanto

Todo o meu maior amor

E todo encanto

Repleto de serenidade, e entrega.



Crendo sempre na caridade

Orante e expansiva,

Ela nos perfuma e nos dá liberdade,

É missão até na clausura,

Verdade que se perpetua,

E dá o tom de plena felicidade,

E nos coloca nos degraus de santidade.



Tenho no Pai a minha direção

Atemporal e atenta

Ao apelo desse amor

Que me chama

Ao serviço de realizar

Uma passagem serena.



O recolhimento é paradoxal

Diante do olhar

Dos que o chamam de descontentamento;

Ele é contentamento espiritual,

É chamamento a experiência

- anônima -

De oração e sentimento.



Tenho no Espírito Santo, sempre

A minha inspiração

- todo o meu canto -

Secretíssimo,

Sacratíssimo,

E verdadeiro;

Por todos os amores

Pelos espinhos e dores

Estou solicita a te servir eternamente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A minha palavra é ninho,

Vivo a te proteger,

Vou te colocar no trilho...



Doce desafio,

Doce arrepio,

Gato arredio.



A minha insistência é boa,

Não desiste, sempre rebrota,

Quero fazer amor a toda hora.



Gato safado,

Gato arrepiado,

Doce e atiçado.



A minha poesia é arte,

Faz charme,

Faz de tudo para ser a tua melhor parte.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Poetisa do Vale Europeu

Aqui na minha cidade de Rodeio,
tenho orgulho em ter você
inteiro para amar no meu peito
e acredito que você virá em tempo.

Sou eu a Poetisa do Vale Europeu
a reverenciar a glória do tempo
além dele e com todo o meu
maior e dulcíssimo sentimento.

Morar aqui e tudo isso possuir
para me inspirar para te amar
ainda mais enquanto te espero:
o teu amor é destino certo.

A poesia é para o seu amor
que virá e assim sou vibração,
sonho e encanto por todas
as madrugadas em viração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O Menino de Belém



⁠O meu coração pulsa
ao som eterno do Catumbi,
a minha pluma é a lança
de vários Guerreiros,
O meu giro acompanha
o Bumba-meu-boi
e de todas as Pastorinhas
sempre sou a cigana.

Não posso me esquecer
jamais da delicadeza
e da coragem que foi escrita
a "Morte e vida severina",
O meu coração sempre
ofertei durante a Lapinha.

No Reisado sempre tive
o meu destino e sempre
honro cada um de nossos
folguedos e autos natalinos.

Nos poéticos Pastoris,
nas Cavalhadas,
na Queimação de Palhinhas,
nas Caretas e nas Folias de Reis,
Lembro do Menino de Belém
que criou a mais simples das leis.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Poesias diurnas para Rodeio

A minha cidade é linda
seja de noite ou de dia,
Por isso também dedico
poesias diurnas para Rodeio,
Porque a cada instante
deste meu poético destino,
um novo verso sempre me inspira
e no primeiro raio de Sol
sempre acabo escrevendo
porque amor viver aqui em Rodeio.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Surrealismo Poético para o Vale Europeu Catarinense

Direto da minha cidade de Rodeio
envio para todas as cidades
do Vale Europeu Catarinense
os meus poemas visuais
em envelopes mentais
que só podem ser compreendidos
somente por aqueles que não
conseguem julgar por julgar
sem terem percorrido
pelos mesmos caminhos
e calçado simultaneamente
unidos o mesmo par de sapatos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Como poetisa de muitas luas
fundei a minha pátria
na América do Sul profunda
onde só no teu coração
tenho a mais doce morada,
e tua alma só ficará sossegada
quando entre meus braços
você se pôr como o sol
entre as estrelas para descansar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Rodeio Minha Joia

Rodeio minha jóia
bonita em pleno
Médio Vale do Itajaí,
És a minha terra
linda e cheia de poesia
da nossa Santa Catarina.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Os nossos lenços a postos
nas nossas cinturas,
Você veio na minha
direção e eu perdi o ar,
Quis capturar o seu
respirar porque não
via a hora de te beijar
a poesia estava no seu olhar,
Começamos a dançar
a Tirana do Lenço
com cada um no seu tempo
colocamos os lenços a girar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Minha baguncinha favorita,
és meu Samba Carnavalesco,
O teu coração é a avenida
mais bonita para o meu bloco
desfilar e em ti o amor ficar;
A tua doçura é convidativa
para esquecer de ver o tempo passar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não consigo tirar você
da minha cabeça,
E tenho certeza que não
estou mais saindo da sua,
Você está na minha
e eu caidinha na sua,
Não consigo mais ir
contra o quê estava
escrito desde o primeiro
dia que te conheci,
E foi dançando Chupim
que pude ter certeza
que você nasceu para mim.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Adorei o seu orgulho
desfilando comigo
no salão para dançar
o Marambiré,
Sarandeei a minha
saia para lá e para cá,
e logo que começamos
a dançar trocamos
de par e de mim
você não desviou
nenhum segundo
o seu lindo olhar,
Sim, estou pronta
para te amar,
É só questão de tempo
você se declarar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O Sol do Amor profundo
que gloriosamente venceu
a Morte se ergueu
e iluminou a minha cidade,
Páscoa tem sabor de chocolate,
de oração e de Humanidade

Ainda nesta manhã fria
e silenciosa em Rodeio,
o meu coração agradece
por tudo o quê o Senhor
nos deu sem receios e por inteiro.

No meio do Médio Vale do Itajaí
aqui se escreve poesias
com o coro da passarada
e com verdades doloridas
para a utopia de um
mundo novo e em liberdade.

Assim vem se cumprindo
a poesia do nosso Médio Vale....

Inserida por anna_flavia_schmitt

Olhando para o relógio,
para a minha janela
e para o calendário
em busca de um sentido
para viver eu fiz
uma viagem no tempo,
onde as sementes
das árvores de 1971
foram espalhadas,
e eu que sempre cantava
"Imagine" para você,...

Sem querer me peguei
dançando com os olhos
fechados pela sala,
como se estivéssemos
naquela festa colados
ignorando o mundo
vivendo o nosso
particular espetáculo;

Nesta noite profunda
de luar prateado,
remexendo a memória
do passado do país
onde nós dois éramos
os únicos habitantes,
e nunca imaginávamos
que nos tornaríamos
dois despojados errantes,...

Por você ainda sobrevivo,
danço e canto por mais
que esta noite profunda
tente o meu sorriso
apagar e a minha fé
na vida comprometer,
você pode vir a não
ficar comigo como
de fato aqui não está,
sei que este poema
ninguém há de apagar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Lebon Régis

Minha sublime Lebon Régis,

do Alto Vale do Rio do Peixe

és muita história de gente

guerreira que não desiste,

formosa altaneira filha

de Santa Catarina gloriosa.



Álvar Núñez Cabeza de Vaca

cruzou o oceano

e da Ilha de Santa Catarina

venceu a Serra do Mar

e antes de chegar no Paraguai

descobriu as Cataratas do Iguaçu,

Lebon Régis até ele

precisou passar por tu.



Minha doce Lebon Régis,

a tua herança originária

da minha mente nunca apaga,

recebeste bandeirantes,

jesuítas e tanta gente,

e quem te ergueste veio

de longe e das querências

da vizinhança e o amor

por ti hoje só cresce,

e jamais nesta vida se cansa.



Inserida por anna_flavia_schmitt