Poesia os Dedos da minha Mao

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⁠FOLHA MORTA

Se a minha boca não te surpreende
se o meu corpo não te satisfaz,
o que te falta para ir em frente,
pra seguir teu rumo, me deixar em paz?

A vida a dois não é cláusula pétrea
se for por força de obrigação
o amor definha, vira folha morta
logo um se despede, outro fecha a porta
é o fim da rota de contradição.

Mas o medo de ficar sozinho
fecha o caminho da libertação
se não há coragem pra pular no abismo
prefere-se o cinismo, vida de ilusão.

Logo tudo cala, quando ninguém fala
a porta se fecha e a luz se apaga
e os dois se encaixam na mesma prisão.

Asfixia

Meu eixo em tuas mãos
Tuas mãos em minha garganta
Vas apertantando e apertando
indo embora a esperança⁠

⁠PAZ E AMAR

Minha vida que não passa
Passa e fica só em te amar
Se como e bebo em tua taça
Pacifica o meu sonhar.

Texto de Ton Jófer.
Direitos autorais reservados.

⁠Peço a Deus que acalme a minha pressa. Que eu faça morada no presente e não me afobe com excesso de futuro.

Que eu possa aproveitar a companhia dos que estão perto de mim, e não me torture com a falta de notícias dos que estão longe.

Que cada espera tenha seu peso e sua medida, e que eu não me desgaste aguardando por aquilo que não merece ser aguardado.

Que eu não tenha pressa de me curar nem de mostrar aos outros que superei, mas que eu seja carinhosa com meu tempo e minhas dores.

Que a leveza me alcance, e com ela a capacidade de perdoar a corrida dos ponteiros do relógio e o entendimento de que nada é tão urgente quanto o momento presente.

Fabíola Simões.
Nu editelima 60/maio/2022

⁠⁠...
Em tempos de inverdades, tenho saudades da minha liberdade. De andar pela cidade com pessoas da minha idade. Sinto que privo a minha verdade com certa ambiguidade. E que a calamidade uniformiza a diversidade.
Creio que a cumplicidade reapareceu sem sazonalidade e que o mundo está repleto de reciprocidade. Será que a majestade está sentindo um pouco de vulnerabilidade?

Em tempos de sororidade e equidade, a unicidade é uma temeridade. E a promiscuidade da invisibilidade aflorou a nossa humildade. Que as desigualdades repletas de maldade cedam espaço para a benignidade. E que o renascer da nossa longanimidade nunca mais permita nenhuma iniquidade.

⁠"Então minha dor é ter ti dado dor!!
Queria à verdade te presentear!!
E no meu Egoísmo, só te queria!!
Então no Campo de Batalha do meu Ser, só me perdi na Névoa sem entender o porque do Destino. "

"Vivo todas as estações.
São apenas quatro, mas minha vida se multiplica em cada uma delas.
Sei do brilho do verão, nele faço e me refaço e no outono quero as cores me pintando, lá elas são amenas, escassas.
Quando me aqueço um pouco mais e ainda mais um pouco...
tenho todo inverno me recolhendo, só pra primavera me colher depois."⁠

⁠Há quem afirme que uma historia tem sempre 3 versões...

- A sua versão.
- A minha versão.
- O Fato real.

O Fato Real é o único que deve ser defendido, pois ele é incontestável, indiscutível e irrefutável em qualquer circunstância.

⁠Há quem afirme que uma historia tem sempre 3 versões...

- A sua versão.
- A minha versão.
- O Fato Real.

Em sua síntese, o Fato Real, mesmo que esteja sob um ponto de vista diferente, é o único que é incontestável, indiscutível e irrefutável e deve ser defendido em qualquer circunstância.

Outro dia surgindo, se renova a graça de Deus sobre mim, sobre minha vida, sobre os meus familiares; outro dia, uma nova oportunidade sendo concedida a mim pelo SENHOR...
Escrevendo, testemunho, alardeio sobre a obra sendo realizada em mim, a⁠ainda em andamento; o vaso bem disforme nas mãos do Oleiro benigno, compassivo, mui paciente e extremamente amoroso comigo.

⁠Abra as asas. VOE. Pegue a estrada. Chegou a hora da sua jornada. Você vai voar, não tema.
Minha luz é a sua espada. Acredite, para ti a incredulidade é uma simples piada.

⁠Minha alma vestiu a escuridão.
Você voou e nunca mais ouvirei a sua canção e agora,viverei em eterna solidão.

⁠Passei praticamente minha vida toda cedendo... Hoje eu aprendi a ser homem.
O que não quer dizer que homem não cede... Mas não o tempo todo.

⁠Amanhecer...

A luz do amanhecer percorre o meu corpo
toca a minha alma e meu coração
e eu amanheço...
hipnotizada me ponho a respirar e sentir
o urdir dos sentimentos e sensações
de alumbramento e arrebatamento...
Pelos meus olhos, o cheiro do dia novinho
brinca e tem gosto de jabuticaba
madurinha no pé...
um convite irrecusável para degustar
e provar tudo de novo... de um jeito novo...
olhar diferente... olhares múltiplos
que abarcam e acolhem o sutil... o invisível...
a energia que atrai o espetáculo da vida...
um oráculo que se faz passarela e invade
meus olhos crianças curiosos e perguntadores...
Amanhece em mim, fome e sede...
nem sei do quê...

⁠(Des)calça está minha alma
nua na serenidade
batismo sonho água mar
(Des)água rio mar coração

corpo santo em rebentação
navegação contramão
cais porto tua mão

somos tripulação
rota céu terra mar estrelas lua sol
voo em mão dupla
dentro

⁠Bom dia menina...
bom dia gota de amor...
bom dia minha vida...
Você sempre será o meu infinito,
bom dia com amor....

⁠Como que você consegue falar tanta coisa linda para mim ?😍

# Você é minha fonte de inspiração

⁠⁠Tenho duvidas eu sei,
Da sua existência e sensatez,
Mas você me faz tão bem,
Alivia minha dor e embriaguez.

Na luta te procurei,
Na alegria te larguei,
Não te compreendo muito bem,
Só te chamo quando me convém.

Peço perdão senhor,
Quem sabe mais de uma vez,
Sou falho e pecador,
Não o conheço, mas por favor...
Cura minha dor!

⁠A PRIMEIRA VEZ...

A imensidão das tuas mãos
coube no meu coração...
na minha alma e no meu corpo...

um corpo feito de alma...
o coração?

Somos canibalistas ...
na lista, o teu coração na minha mão...
a minha mão? No teu corpo...

Um escopo...
quem sabe um corpo?

Outra vez...

⁠DE "ALMAS DADAS'

Em minha cabeça,
uma “rudia” de sonhos...
aninham e ninam coração
grávido de palavras...

Minha alma feita de eternidades
continua a peleja de roçar na tua...
Eternidade de literatura e urdidura...
perdura na lua de luto e de luta...

“Luto” por todas as idas e lutas...
uma labuta com a batuta do Poeta
Onisciente e Onipresente...
presente até na ausência
e na saudade de ti...
sem ti... senti tua alma e a minha
na palma da mão ...
Seguiremos de “almas dadas”...