Poesia os Dedos da minha Mao
É tão difícil de entender,porque nos entregamos a quem mão merece,parece que só nascemos pra sofrer ou só pra depender de um SER,um simples SER que não merece nem o seu respeito .
Liberdade é não estar preso. Já estive presa aos meus conceitos, idéias. Não queria “abrir mão”,“dar o braço a torcer”. Depois descobri que o melhor é ser flexível, adotar novos pensamentos, admitir meus erros. Quero que me convençam de algo que faça as coisas terem mais sentido. Pois sei, que das coisas que sei, não tenho certeza de quase nada. Mas também não quero estar presa a isso.
Que a mão de Deus continue nos protegendo, fortalecendo e nos fazendo amar. Que esse ano nos surpreenda, sempre com muito amor.
A menininha nada podia te oferecer a não ser a mão, a não ser amor. Nenhuma riqueza, apenas alguns presentes de tão coração. Não podia te dar a liberdade que você queria, era um mundo diferente o dela, que você insistiu, deixou durar. Mundo dela que mudou para melhor. Mudou não pela sua ausência, mais pela consequência. Ela sabia que iria mudar... Dentro dela. Mais você não esperou, não suportou. Era cansaço mesmo. Cansaço bom que nela nunca existiu. Você deixou cansar no tempo.
Gratidão é uma via de mão dupla. Aquele que espera gratidão mas não se dispõe a tê-la, deseja vassalos no lugar de aliados.
Saibas que todas as manhãs, quando acordo e mão do destino me resgata para mais um dia de vida, faço uma reverência a todas amizades conquistadas, mesmo sabendo que elas possam ser apenas virtuais, mas tenho a plena certeza de que são verdadeiras nos sentimentos.
Mesmo se quiserem largar sua mão, não implore para pegar. Deixe ele andar sozinho por um tempo, e quando tropeçar não terá onde se segurar.
Porque quando o amor é verdadeiro, nós não temos escolhas. Mudar e abrir mão de muitas coisas são apenas consequências.
Consigo ver o rosto de cada um deles vivos em meu coração. A mão dói e mesmo assim insisto para que as palavras caiam assim como as lágrimas que seguro em mim. Não sei descrevê-las - São como chuva no sertão. Esperadas.
Como a vida é injusta sempre quando damos a mão lhe roubam o pé, só passando pelos caminhos pra perceber, o quanto doamos demais, e em troca recebemos desprezo, no meio de tantas verdades dita só enxergo por parte hoje, a “falsidade”! Por isso cansei de tudo, agora eu quero o que me basta, e se o que me basta ainda for pouco, para mim bastará, quero apenas parar de sorrir pra quem só quer me ver chorar, cansei de ir em busca da infelicidade!
Amo segurar a sua mão, amo te abraçar, amo passar todas as noites vendo filmes com você. Simplificando te amo de todos os jeitos, te amo de todas as formas.
Hei garota, largue mão de ficar aí chorando, se queixando pelo o que aconteceu, tem tanta vida pela frente, tem tanta decepção por vir. Seja forte.
Quando alguém vem com 7 pedras na mão e você com uma rosa; faz o outro pensar o por que de estar segurando 7 pedras na mão.
Às vezes, a solução é abrir mão. Só não sei o que é pior: não ter por inteiro ou deixar definitivamente de ter.
Muitas vezes é necessário abrirmos mão de alguns sonhos para continuar a caminhada da vida sem deixá-la se tornar melancólica.
A artista nos dá uma excelente visão do mundo das tormentas sem abrir mão do equilíbrio. Talvez por isso a dor e a angústia do ser fiquem tão terrívelmente agradáveis. E como é agradável portar-se diante das obras dessa artista que domina sua expressão a ponto de permitir-se uma estética cuja conseqüência é relaxar o observador e deixa-lo à vontade para perceber a obra em sua especificidade, tomando consciência das relações que com ela desenvolve. O domínio da artista sobre a matéria da obra responde, em grande parte, pelas sensações de agradabilidade e liberdade, permitidas ao observador, infreqüentemente na arte contemporânea.
Ainda com a xícara de café na mão, ele se dirigia ao sofá da sala. Ela já estava lá, sentada perto da lareira crepitante. Não conversaram. Não tinha nada o que dizer. Ambos sabiam o que aquele silêncio todo já dizia. Ele passava as mãos pelos cabelos desanimado. Ela, andava de um lado para o outro. Ele sabia o que tinha que dizer. Ela sabia o que tinha que falar. Mas nenhuma palavra era especulada. Ele olhou para ela como se pedisse uma válvula de escape, ela retribuía o olhar com o mesmo desejo. Enfim, ele colocara a xícara na mesa no centro da sala, e se levantara. Ele não disse nada, mas ela sabia o que o silêncio gritava. Era o fim. Eles iriam, para nunca mais voltar.
Queria ter segurado sua mão e chorado tudo que poderia chorar um dia, só para você se sentir culpado. Mas isso era antes, hoje, depois de tanto tempo, só creio que poderia ter chorado mais. Não deveria ter engolido o choro. Não deveria ter engolido tanta coisa, entre elas, zombarias. De tanto apanhar, um dia a gente aprende a bater e com força
O que me mata é essa vontade de pele com pele, olho no olho, olho no corpo, corpo na boca, mão na perna, perna fora do chão, corpo na boca, boca na mão, corpos no chão..
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