Poesia Livro
O erro do mensageiro não anula a pureza da mensagem.
Livro: Deus não é Estelionatário.
Por que a Religião nos Afastou de Cristo
A Cruz não aceita currículos, nem aplausos.
Livro: Deus não é Estelionatário:
Por que a Religião nos Afastou de Cristo
Muitos livros são escritos para confortar; este foi escrito para confrontar.
Livro: Deus não é Estelionatário: Por que a Religião nos Afastou de Cristo
Se alimentar, em pé.
Fazer leitura, com livro. De que forma? Em pé.
Arrumar a casa, em pé.
Para varrer com a vassoura,
precisa estar de pé.
Não dá para varrer, sentado(a).
Passar pano,com produto de limpeza.
Cozinhar perto do fogão, em pé.
Meu Hábito Bom
Amei — e foi sem pressa, foi inteiro,
Como quem lê um livro e não quer fim;
Teu verbo aceso, o olhar sempre primeiro,
Fez da razão um belo refém de ti.
Não chamo vício o que me faz crescer,
Pois há encontros que elevam, não consomem;
Habituar-me a ti é aprender
Que há fome boa quando a alma tem nome.
Teu papo é arte, tua mente é estrada,
Ávida luz que instiga e que provoca;
Leitora do mundo, artista da palavra.
Se amar-te é hábito, que seja assim:
Costume raro, escolha bem pensada,
Prazer que educa — e nunca chega ao fim.
São Paulo, 1° de Fevereiro de 2026
Havia um livro de poesias
que me acompanhou na adolescência.
Por algum motivo,
o nome se perdeu no tempo,
mas o sentir ficou.
Sempre gostei de poesia,
embora quase nunca dissesse isso a ninguém.
Talvez vergonha,
talvez medo de me mostrar demais,
ou talvez o silêncio fosse
a forma mais segura de sentir.
No fundo,
eu amava como aquelas palavras
estavam escritas
naquele livro antigo de poesia,
e o modo como elas me faziam
existir por dentro.
Há um verso que nunca me deixou —
um desejo dito em voz baixa:
"queria estar onde as águas não faltam,
onde o amor não se acaba,
onde os afetos não têm prazo,
onde os amores são eternos."
Não sei quem disse,
mas sei o que isso fez em mim.
E talvez isso baste.
Absolutamente ninguém entende um livro que passou por diversas edições e ajustes, lendo apenas uma vez.
Por este motivo, cada releitura revela camadas de compreensão que a primeira não alcança.
CAPÍTULO OITO – DEDICATÓRIA FINAL
Este livro é dedicado a todos que caminham com o coração inquieto, mas seguem firmes como quem atravessa a noite sabendo que o amanhecer sempre chega.
É dedicado aos irmãos de alma que viajaram comigo entre sombras e clarões, que bateram as próprias dores como quem bate um tambor em ritmo de guerra, e que descobriram, comigo, que a amizade verdadeira não se mede por sangue, mas por presença e lealdade diante do caos.
É dedicado aos que compartilham o brilho do rock, essa chama indomável que nos uniu — uns com guitarras, outros com lápis, outros com histórias de estrada, outros com sorrisos raros que não se compram.
A vocês, que resistiram à inveja, ao cansaço, à distância, aos julgamentos e às tempestades mentais que às vezes rasgam a alma… este livro carrega um pouco do que aprendemos juntos: que ninguém solta a mão de quem sangra e luta do nosso lado.
Mas esta dedicatória não é só nossa.
Ela é também para você, leitor ou leitora, que entrou neste labirinto de capítulos e encontrou aqui algo seu — uma dor escondida, uma memória amarrada, uma esperança adormecida, ou apenas a sensação estranha de que estas páginas foram escritas com um pedaço da sua própria vida.
Se em algum verso, alguma imagem, algum pensamento você sentiu que era visto, compreendido, ou abraçado… então este livro já cumpriu seu destino.
Seguimos, todos nós — amigos, irmãos, leitores, e os que ainda virão — como uma pequena constelação de almas resistentes, carregando o que o rock ensinou:
que o mundo pode até tentar nos calar, mas nunca vai apagar o som que fazemos juntos.
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A Chave e o Abismo
Na teia das palavras, um livro se ergue,
Sagrado texto onde a alma converge.
Mas quando a mente tateia, a visão se turva,
A interpretação falha, a intenção se curva.
Se o entendimento erra, por má-fé ou pressa,
Um grande risco à frágil fé atravessa.
Vidas de esperança, em terreno incerto,
Veem seu porto seguro virar deserto.
A verdade é um farol, não é uma chama breve,
E a leitura do texto, que a alma eleve,
Jamais poderá ser um capricho pessoal,
Para que o seu valor real resplandeça, afinal.
Que a Bíblia, fonte clara, em si se explique e mostre,
Onde o sentido é puro, e não onde o eu se prostre.
Pois na verdade una, a essência se revela,
Luz que a todos guia, fiel e singela.
ass Roseli schionato Ribeiro
Abra um livro, segure-o com delicadeza e com semblante atento.
Assim, pensarão que você está evoluindo e não apenas evitando conversas que cansam.
"" Então amanheceu
Cores lá fora indicam a aurora
Soberba manhã.
E li no livro de minha vida
Um novo sorriso, um novo pensar...
Será primavera?
Talvez sim, ouço pássaros,
Mas não posso me dar um luxo extravagante,
Ainda que possa me rodear de flores
De saudades de sonhos
Esta manhã algo em mim amanheceu...""
Tinha-se levantado cedo. Enquanto o próximo livro não estivesse minimamente delineado não escreveria pela noite dentro, depois, sim, era tomada por uma febre avassaladora, uma produção escrita que não se quedava em nada a não ser nas palavras imparáveis.
In "Nuvens Em Acordes de Vida"
Não insira histórias falsas em minha vida
Sempre fui um livro aberto, se você não leu foi porque não quis
Sabemos que são poucos os que apreciam uma boa literatura
Nunca fui de ler o mesmo livro duas vezes, fiz na esperança de um final diferente,
mas entendi que algumas histórias
não mudam o fim,
mudam quem a gente se torna ao fechar a última página.
E não estou falando de livros
A gente acorda e não encontra aquele livro, esqueceu. Esse grande desafio e o maior obstáculo da vida, acontece dentro de nós mesmos. A nossa dúvida , nosso esquecimento, nosso próprio everest, ...Que exagero!
Que nosso dia seja tão lindo quanto o sorriso de vocês e nos ofereça tanta felicidade quanto amizades. Que D'us continue guiando todos os passos e iluminando cada vez mais os pensamentos.
Assim acaba a dúvida da Vida,
Vida de Solteiro...
Não sou um livro aberto
Não sou uma ilha
Sou terra habitada
Por hábito e mobília.
Sou feito de barro
Que chora e se humilha
Que sofre e tem medo
Da sombra da noite
Que guarda o segredo
Do eterno retorno
Que traz recomeço
Do trágico querer
Me perco no sonho
Do dia futuro
Construindo um muro
Em volta de mim, para permanecer.
A carne se esgaça como roupa velha
A alma se estica pra não se perder
Apenas queria que lesses um livro à beira-mar para mim e, quem sabe, trocássemos olhares sem que nenhum de nós proferisse uma só palavra ao outro. Apenas isso: o silêncio, os olhares, o desejo que não se consumaria.
Eh, sabes, eu admiro mentes cuja curiosidade é incomum; o ser cuja conversa que me traz é espontânea. Até certo ponto, eras um ser interessante, mas então trouxeste a estática para o nosso pequeno mundo. Mudaste. Carreguei o que ainda sobrava de mim e fui embora.
Hoje eu entendi uma coisa que não veio de livro, nem de frase pronta. Veio do silêncio.
Percebi que o que sustenta o ser humano não é o amor romântico, nem as pessoas ao redor, nem os prazeres rápidos que distraem a dor. Não são os dias ensolarados que animam, nem os dias frios que recolhem. Tudo isso passa. Tudo isso oscila. O que nos sustenta é a fé. E a esperança. É uma fé quase invisível, dessas que não fazem barulho, mas permanecem. É a esperança que fica ali, quieta, em segundo plano, mesmo quando tudo parece estar desmoronando por dentro. Porque, se a gente parar pra pensar, como continuar quando não se acredita que algo maior está organizando o caos? Como seguir se não houver, ainda que mínima, a certeza de que dias melhores podem existir? A fé não é grito. É sussurro. A esperança não é euforia. É resistência. Elas seguram nossa mão nos dias em que ninguém mais consegue. Elas nos lembram que o processo não é o fim, que a dor não é sentença, que o hoje não define o para sempre. Há uma força chame como quiser que nos atravessa e nos mantém de pé quando a lógica já teria mandado desistir. Sem fé, a vida vira peso. Sem esperança, o caminho vira escuridão. Mas quando ainda acreditamos, mesmo cansados, mesmo feridos, algo dentro da gente continua aceso. E é essa pequena chama que nos torna fortes. Não invencíveis fortes. Capazes de suportar o tempo, o silêncio, as perdas e as reconstruções. No fim, talvez não carreguemos nada além disso: a esperança tranquila de que dias melhores chegam e a fé serena de que estamos sendo guiados até eles.
Não é minha culpa se as pessoas interpretam apenas um verso do livro.
A vida não deve ser lida pelo verso, mas pelo parágrafo.
Porque, se julgarmos a existência por um único verso, pessoas ruins parecerão boas e pessoas boas parecerão ruins.
A vida não se interpreta pelo fio, mas pela costura que o fio construiu.
O verso só ofende quando o parágrafo não está aceso pois onde falta luz, sobra julgamento.
Giovanna & Benício
Quando a vida se tornar difícil
Busquem um livro
Ou escutem uma canção do seu eterno vozinho.
O Amor será sempre nosso guia neste mundo caótico.
