Poesia Gótica
meus olhos queimam com meus sonhos,
tento gritar dentro de uma realidade,
que não aceito,
tudo está destruído,
o fogo queima tudo,
meus sonhos ardem em chamas,
meus olhos se perdem nos céus...
voando para morte...
sem fim,
vejo obscuridade de tantos,
como seus sentimentos mesquinhos...
chegando ser grotescos,
bizarros,
em teus termos naturais...
para teus feitos,
neste mundo gelado...
sem sentimentos,
tudo pode estar perdido...
em chamas em meus olhos,
labaredas são sublimes,
nas moratórias de tais feitos,
são gritos gemidos sem mais...
sentimentos, que parecem puros,
são armas de efeito ardil
de um coração perdido,
em mundo de maldades...
olho para céus,
espero que alguém ajude...
mas somente o fogo consome...
meus sonhos não são nada,
meus lábios estão secos...
todos querem usar...
mas, nenhum sonho pode ser usado.
Estou tão só
olho para as paredes
não sinto mais nada
tento gritar mais quem ouviria
minhas lamentações
são apenas temores
perdidos em parábolas
minhas maiores seriam as piores
desligo do mundo
com alguns goles
mais isso não suficiente
para sentir se vivo.
carrego meu coração num caixão...
deixei vida outro lugar...
tentei chorar igual a chuva cai...
mais que isso alem do desespero...
deixei minhas ferida enrolada por ataduras...
então caminho entres pedras que corta a carne...
nas ferias mais profundas...
tudo já senti forma uma poça de sangue,
quero chegar no tumulo de meus pensamentos...
nada pode ser real para aqueles olhares de tristeza...
olho para minhas mãos elas estão sangrando...
o mundo deixa magoas profundas sem sentido...
apenas um sofrimento sem fim.
na corredeira apenas meros sonhos...
de destino se fim o termino...
tento refletir a dor é unicamente um vazio...
sem esperança tentar sorrir é desesperador,
rasgo minha roupas para que haja paz no interior...
mais tudo arde com um profunda dor.
igualmente a uma onda repentina valorizo...
o tempo que esmaga seus sonhos,
entre o fogo que consome qualquer esperança,
desligo meus pensamentos olhando para minhas mãos...
que estão sangrando por ser mais um dia na imensidão,
deixo meus pensamentos numa cachoeira funda,
tento sorrir diante a frustração...
minha mente sente a dor de viver entre aquele já viveram
mas nunca seria mesma coisa olhar para o céu
sem gritar de tanta dor...
ninguém pode deixa de sentir algo numa solidão
quando mesma dor no alimenta de forma que não entenderia.
por celso roberto nadilo
tributo ao grande Joe Cocker
somos mortais a verdade somos imortais
em nossos pensamentos e sonhos
nas nossas grandeza somos particularmente
únicos nas alegria e tristezas...
nos transportamos para as palavras
como todos sentimos que temos
o maior de cada dia
o melhor de cada um
tua musica é canto de um anjo
teus pensamentos são raros
como tua vida foi extrema
na plenitude das tuas musica
fui um adepto sem fronteiras ou sonhos
pensei cada momento que se passou
nessa minha vida aprendi escreve
pensando cada letra das tuas musicas
me revelo para cada fonema
digo entre muitos tudo eterno nossos corações.
Me olhe nos olhos me fale tudo está dentro do teu coração.
Não deixe isso passar pois é lindo te amar...
Verdadeiro está música que toca teu coração...
Sei só palavras mas a sentimentos verdadeiramente profundos não espero que entenda nada disso...
Que posso dizer que te adoro mais que tudo
Que tua companhia preenche o infinito dentro
Do meu peito que não tem um minuto pensando em você esteja certo que é uma verdade que não se cala...
Tento conter mais mar imenso não contenção...
Apenas um amor tão grande que não cabe no peito.
Morte um som natural...
Sangue da minha alma.
tudo pode aflorar...
num pesadelo infinito,
para dor sentido sem amor.
olhar sem horizonte
por mais um dia...
tudo está acabado,
na minha face um ar triste
besta do coração
notas são tocadas
numa tarde sentimental.
Muitas magoas são um inferno de sofrimento neste pesadelo,
Ouça meus amigos meu amor está morto,
Enterro meus pensamentos com truque de magica,
Tento estripar minhas falhas, Mas, tornou se tarde.
Está morta no pesadelo da minha vida,
Velo meus sonhos na sua cripta,
Renovo meu amor em tuas mortalhas,
Quando abando está vida espero te encontrar na outra vida.
calo me no teu olhar
me desaponto neste estante,
para qual céu desdenha
com flores denoto momento
folgaz doce morte
por um segundo
seja teu prazer
minha morte
sopro,
infortúnio,
cores do mar sem cor
aberração de minha alma
os desleixos apenas fonemas.
Na orbita tão frágil está seus sentimentos...
dos tais recobro os estágios remanescentes...
mesmo em algum lugar do espaço recordo...
e luz queima com uma energia que surge,
das entranhas escuras e perdida da imensidão,
mexendo se no relapso tempo...
a variação se confessa tremula,
pelo grito profundo e amargo do teu coração.
fatalidade e cruel sempre vem dos céus...
num plano que tomou o destino amém,
teu espírito seja santo até último momento,
mesmo que esteja chovendo sangue será puro...
o fogo queimará teus pecados no estante...
que se ajoelhar pela morte de todos que amou...
todos estão sendo julgados pelos pecados de seus pais.
por um beijo traído foste as chamas do coração.
todos pagaram com a vida...
A luar está cheia
num mar seu olhar
sua face cheia de duvidas
ouvi sua voz nos meus pesadelos
você pode me ouvir estou sobre as nuvens
sinto onda de vento forte me chamando
poderia estar calmo com som da morte
que paira sobre lugar que deixei minha paixão
em teu rosto a mar que naveguei entre
covas da tua alma encontrei um chamado,
num espaço de espíritos somos algo bonito,
estou sozinho sem sua ajuda...
no rastro tantas ilusões... salve dessa morte.
podemos dormir profundamente,
através da chuva eu poderia ouvir você chorar.
horizonte negro
simbolismo cruel
terror sem sentido,
dia apos dia
exclamações da tristeza,
forte solitude
branda magia esquecida,
minhas lagrimas
são absorvidas
pelo tempo...
Ser ou não ser
o caos do do ser
seus crimes o condenaram
pois seu crânio está minhas mãos.
Nunca o esqueça
no que caminhamos
esteja na escuridão
de nossos pesadelos.
Ousados pelo desespero
meros alheios e comprimido
pela dor no sentido da morte...
Caminhos tomados pela ansiedade.
aonde foste mais um pelos adores da existência...
oriundo do espírito, vegetativos
De tais sentimentos
algo imposto sobre minhas mãos sua morte...
paira pelas ventas do fel angustiante,
no silencio apenas o terror,
Ainda sois aquele que cativou as palavras...
Para os quais o próximo não ouvira mais...
o destinado pelas chagas dos flagelos
flores do amor que tanto aprofundaram
sentimento que pouco compreenderia...
Ao mesmo ao pó distinto o profundo.
Do seu nome apenas a leitura se abdica...
Sua arte atrozmente atordoa minhas memórias
adiante as melancolias desta vida...
As ilusões do amor e o infinito destino.
Meu amor está escrito na tua pele
em feridas profundas de amor,
nos laços da solidão marco...
meu amor com teu nome...
olho para profundamente a escuridão,
e ninguém compreende...
o silencio clama palavras,
dentro da minha mente grito de pavor...
as palavras escoam numa cascata
de um abismo sem fundo de uma lagrima.
neste dia que calor corroei meu espírito...
sendo as lembranças magoas profundas,
de desejo e paixão acabadas
num momento de solidão.
Labirinto curto
A manga da blusa vai queimando
Devagar,
Vai chegando no coração e
Para de queimar.
O fogo do inferno ainda é pouco
Perto das decepções jogadas
No rio ao lado.
Subjetivo se torna o gelo
Que se esconde entre a costela
Tentando convencer a lua
De que o sol é apenas luz morta.
Tão tolo humano,
Pensas que tudo dele é dele.
Mas tudo que o pertence,
Um dia vai estar sendo vendido,
Jogado fora,
Ou sendo gasto na mão de outra pessoa.
No fim, é só pele e suor,
No labirinto curto da vida.
Suplício escarlate
No epílogo o lume se finda,
Cessa o júbilo e fenece o triunfo.
Hoje seremos celebre festa,
E amanhã exclusive luto.
Onde se entrelaçaram cálidos braços.
Secam em secos galhos insólitos.
E o umbrífero desenlace dos passos,
Evoca o desejo de regresso ao prólogo.
Ouvi cântico em lamúria nos sussurros de luxúria.
Que o cello fez-se terno,
Em critério da injúria.
Considerando o gótico em todo seu "modo de vida", visão de mundo, existência, resistência e formação, não tem como negar que há politica nisso tudo, e com isso, seria errado dizer que a subcultura é Apolítica, uma vez que afirmar tal coisa, entra em contradição com tudo que a Subcultura Gótica representa.
Mas, além disso, o importante é compreender que a única coisa que chega perto de ser verdadeiramente apolítica, quando se trata de pessoas, são o conformismo e o entreguismo já que assim, este ser apolítico é um ser sem potência, vontades e/ou desejos, que apenas vive inerte, apático e alheio a tudo em uma sociedade que vai ditar dia sim e dia também como a sua vida deve ser, e nisso, ele por ser Apolítico não tem direito algum de se impor, reclamar e até mesmo sentir-se mal, já que todos esses atos, por si só, são manifestaçõespoliticas, as quais, ao declara-se apolítico ele abdicou!
As cores perderam o sentido nessa vida,
Tristeza vinculada nos maiores sonhos,
Obscuros nos caminhos,
Desnudo sentimento glorificado no teu amor,
Recorro tais ilusões para que solitude seja amena
Mas, virtude recita formosas palavras nuas,
No estante que caiu numa chuva de amor,
Sendo infinito a grandeza que ilumina nossas vidas,
Igualmente a relatos de nossos corações perdidos
Em plena perfeição do teu coração.
Tudo parece ser inóspito e relapso,
Para o que ter ou pertencer;
Belo ou feio, mais longe,
Pelo que sonhar estranhamente desejar,
Embora seja apenas uma fase da complexidade,
Austero bem pouco a nenhum estágio tenha a felicidade,
Desejo estranho querer algo nunca estará a seu alcance,
Bem pouco ao seu ponto de vista o tenha levado há pensar,
Assim calo me em terror de abrupta de palavras esquecidas,
Até de vezes vejo ilusão num mundo vazio e opaco;
Definindo as intensões ao mesmo a lugares obscuros,
Aonde alma representa tão pouco quanto ao espírito presente,
E assim dores transcendem o arco do de repente,
Reavalio essas formas observo nada do além presente,
Como todas as formas de devaneio tenha seu lado bom;
Tudo um dia acaba ou deixa de ser o mesmo fetiche.
Eu não sei o que é pior: Permitir que meu coração se iluda, sabendo que o amor não foi feito para mim, ou deixá-lo trancadinho, passando pela vida, ignorando as sensações de se estar apaixonada.
