Poesia Gótica
Caminho na escuridão,
vejo crianças chorar e morrer
por serem o que são pobres
almas que caminham dia apos dias
atrás de um dia melhor.
todos finge estar tudo bem enquanto mundo desaba...
para muitos sorrisos pois mais um dia de corrupção...
ladrões do destino,
( para que poucos tenham riquezas muitos devem padecer)
o paraíso um sonho para aqueles que morrem...
e um fardo para sonhadores que tem esperança de mundo melhor.
Espaço da imensidão
que lhe dera um desejo
purpuro sonho,
magoas em murmúrios,
austeros meus pensamentos
perdidos no espaço do tempo...
pura gravidade meus desejos.
O profundo da realidade é um toque na escuridão.
sendo para si o portador da luz deferi o fogo...
que demarca sua força pelo algoz do desespero e o medo.
noiva da morte,
sonhos que são desejos,
te amo loucamente,
meus sonhos vivem
entre os mortos
sorrimos até percebam
o dia chegou ao fim...
Seres pujantes em meu peito...
Solidão sobretudo em sua alma...
Querer fazer isso ou aquilo até morrer
Mero intuito escondido... Meus sonhos.
Paradigma rompido em meu espirito
Teu algoz altivo... Sobre seus olhos.
Beijando outro... E outros em momentos
Falho como tempo seja o que diz
Já esta definido pelo caos que expos minha alma.
porque ?... chorar se o viver é eterno no amor... entre outros sois as lagrimas...
... para o qual se queimou a paixão...
sua opinião queima no inferno
entre tantas palavras a semântica
fede como a um cadáver apodrecido.
acha que estaria triste por seus dizeres..
f.d.s entre tais ideias seja os piores sentimentos da humanidade...
...Calem se seres hipócritas...
para o qual destinam seus sentimentos num poço infinito de vaidade.
porque devo ser o que você quer?
cale se se não tem nada melhor para dizer!
olhe para si mesmo olhe que não representa o nada.
SABE COMO A MORTE PODE SER,
ENTÃO ME DIGA SUAS LAGRIMAS SÃO VERDADEIRAS.
PORQUE QUE ACHA QUE MUNDO PODE TE PERDOAR!
o enigma esta dentro de você...
e nos piores momentos acha que o fim...
é apenas começo do sofrimento...
nem dia ou a noite deixaram de queimar
o sofrer que tantas angustias
devastam teu coração...
Sonhos que queimam igual aos pesadelos
que nunca terminam com seu olhar frio...
se banham de uma forma que tudo parece bom.
amor que se curou com minhas feridas...
amor que desdenho em sonhos
que pairam em nuvens,
nos céus em chamas,
perco em passagens de sentimentos profundos...
austeros bem como outras eras
no qual tudo que importa é teu amor.
almas límpidas com destino ferido,
arrebata o coração em tuas fronteiras,
espaça a dor e o desejo
no alem o amor...
sendo voz que não se cala na escuridão,
se vendi até a unção do luar,
de sua alma...
A noite cai com dores do coração,
entre as profundezas te amo,
nessa noite o céus derramam lagrimas...
nunca esqueça dos seus sentimentos,
mesmo que esteja morta...
luzes que conheci em sua alma estão vivas...
os gritos na solidão parece ser em vão...
...brun...
cantei para seu coração
ele sangra com desejo
dormi o sono da morte,
ainda que sinta a vida,
somos criaturas da noite,
seus olhos refletem minha vida
que terminou quando morreu
para esse mundo...
sinta minha língua
passa por sentimentos
que sangram
na escuridão
sinta meu coração
veja tudo é um desejo
tão primitivo
quando a luar aparece
seu corpo me deseja...
como morte sangra minhas mão
te amo.
Escuridão em teus olhos mortos,
reluz tua vaidade que já teu tumulo,
lagrimas derramaram pois está vazia,
pois teu amor foste um claro ato de amor,
esquecido para todos em que amou.
viraste as sombras corroída entre as sobras
do desejo profundo meu amor que morreu pois
foste uma opera de muitos aplausos
num show que durou a eternidade.
Para rosa purpura
em profundos sentimentos...
sois entardece da vida.
entre todas vezes que á vi
entre o vento do desespero,
espanta as moscas que morrem
ao anoitecer, vendo para si mesma
o luar que invade sua alma terradora,
e frequente as temperes da escuridão
dando sua vida por sua beleza,
desmancha pura e clara pelo ventre da natureza,
resplandece sol surgido como muitos mortos
desdenha se para o fruto da terra,
embora seja momentaneamente um desejo...
que recobra parte do teor de uma vida...
A sede invade minha alma sangrenta de solidão.
em dias que se fazem marco que se queima
ao longo do que se diz dia de perfeição...
enquanto dormi em tuas lamentações...
seres interruptos de vaidade cruzam os céus...
