Poesia eu sou Asim sim Serei
Eu me deitei para dormi, e quando acordei vi que o sono foi muito bom, imediatamente me lembrei de você, é por que você me faz se sentir muito bem... Nem fui criado junto com você, mas parece que ti conheço desde pequeno, peço que não lê em vão, e nem lê por lê achando que são simples frases, o que eu escrevo é com pura siceridade... Caso você não perceba que eu tenho um propósito contigo, é de ti fazer se sentir bem, por que eu gosto de ver você bem, você estando mal, me sinto mal também... Não somos amigos por acaso, desde de pequeno minha mãe me falava de uma benção que iria receber, agora eu sei qual é a benção... Você deve ter muitos amigos, deve ter o melhor amigo ou que mais gosta, isso não me importa por que você é livre de gostar de quem quiser, também não sei o que você acha ou pensa de mim, o mais importante é saber que você é meu amigo, e que foi muito bom pra mim existir você... Não fique pensando que sou criativo... Por que é você é quem me faz ser criativo.
Há uma distância enorme entre eu e as pessoas. Estou chegando de experiências que elas não tiveram - e eu não estou sabendo o que elas viveram nesse tempo que fiquei fora. E difícil, difícil. Como começar tudo de novo. Até reencontrar os pontos de contato, leva tempo. Entre eu e as pessoas. Entre eu e a terra. Entre mim e eu.
"Tantas vezes eu dormi vazia e me enchi de você por tantos respiros frenéticos, contidos num espaço de segundo, na etapa curta do sono em que os sonhos acontecem e nada é tão grande que consiga separar a minha boca da sua, a nossa verdade da frieza simétrica do mundo. Tantas outras eu dormi cheia de esperanças e acordei com azia da vida por ter me empanturrado de sonhos e por não terem inventado ainda sal de frutas contra realidade. Mas você continua em mim. Eu posso desligar o computador, posso quebrar a televisão, nunca mais ler jornal, fechar os olhos, apertar os punhos, tapar os ouvidos, encher minha boca de tantas outras palavras, de tantos outros cantos que não falem de você. Mas não, nada adianta. Não te cantar não significa não te escrever nas minhas entrelinhas, tapar os ouvidos não significa não te ecoar o tempo todo dentro de mim, no escuro do que é ser eu. murros ao vento não impedem a dor, olhos fechados também conseguem chorar sua ausência. jornal, internet, televisão, fax, rádio, código Morse, sinal de fumaça... como se a nossa sintonia dependesse, mesmo, disso. É como naquele clipe do Foo Foghters: todas as certezas da minha vida bem na minha frente, depois da parede de vidro. Incontável o quanto eu prometi a mim mesma não te sofrer, não te lutar, não te falar à quatro ventos pra não te gastar em palavras. Mas você continua latente bem na minha frente, todos os dias, todos os minutos, em cada suspiro de alegria, tristeza ou vazio que saia de mim. Todas as manifestações de vida, na minha, são você. Toda a vida que eu guardei e gastei em porções mínimas, sobraram pra durar você. Eu que não sei de tantas coisas, continuo crente no que, pros outros, parece incerto. Eu que sempre fui tão imediata e fugaz, sento agora no cantinho mais confortável de mim, sem aquele desespero do começo, pra esperar você. Eu sei que você vem."
Eu sempre acho que amanhã será o dia de mudar de vez, de me assumir por completo. Mas daí o amanhã chega e tenho uma imensa preguiça de sair da minha área de conforto, porque é bem provável que ninguém entenda. E dá medo encarar o que é definitivo. E porque é mais fácil reclamar da vida do que torná-la leve de sobreviver.
Eu fico completamente baratinada quando começam a me perguntar o que vai ser, o que vai acontecer com uma tal coisa. Sei lá, eu não sei onde é que eu vou estar amanhã. Eu sei o que eu to fazendo hoje, agora, o resto não interessa. Talvez o mal é que a gente pede amor o tempo todo. Não se preocupa nunca em dar amor, sem esperar reciprocidade.
Eu acho que estamos passando por um período em que muitas pessoas têm entendido que se elas estão com um problema é dever do governo lidar com ele. ‘Eu tenho um problema, eu conseguirei um auxílio. ’ ‘Eu estou sem casa, o governo tem que me dar moradia’. Eles estão colocando o problema na sociedade. E, você sabe, não existe essa coisa de sociedade. Há homens e mulheres individuais e há famílias. Nenhum governo pode fazer nada a não ser através de cada pessoa, e as pessoas precisam olhar para si mesmas em primeiro lugar. É nosso dever olhar para nós mesmos, em seguida, para o nosso próximo. As pessoas tendem a ser muito conscientes dos seus direitos, mas não de seus deveres, pois não há algo como direito ao menos que alguém tenha primeiro encontrado um dever.
Tipo, eu não estou bem, mas eu também não estou mal. É uma confusão dentro da minha mente, algo que nem eu mesma sei explicar. Tanta falsidade nesse mundo têm me deixado atrapalhada, têm me deixando louca. Nem eu sei o que eu estou sentindo, eu só sei que eu quero que as coisas melhorem, de verdade, na minha vida. Quero de volta aquele sorriso verdadeiro no meu rosto novamente, aquela alegria de viver, aquela vida que existia dentro de mim. Tento fingir que estou bem, mas chega uma hora que não dá mais. Eu tenho que mostrar o que sinto.
É engraçado, eu ajudo todo mundo, mas, quando eu preciso, ninguém me ajuda. Tenho que parar de ter pena e me sacrificar pelos outros, porque depois ninguém faz o mesmo por mim.
O que eu não aceito é ter nascido num mundo tão grande e conhecer só uma pequena parte. Vou voar. Quem conseguir compreender, que me acompanhe.
Não sei o que se fez ou o que eu mesmo fiz depois. Sei, e isso com certeza absoluta, que não teve a menor graça. Desde então, tenho uns agostos por dentro, umas febres. Uma tristeza que nada, nem ninguém conserta. É assim que se começa a partir?
Se eu chorar, não me faça muitas perguntas, não precisa nem secar minhas lágrimas. Só me diz que você continuará comigo pra tudo, que tenho teu colo e teu carinho. E ainda que te doa me ver assim, me envolva nos teus braços e diga que eu posso chorar, mas que você não sairá dali enquanto eu não sorrir. Porque é isso que nos importa, não é? O sorriso um do outro.
Se eu posso ficar triste e chorar sem motivo, eu também posso ficar feliz e rir sem motivo. Direitos iguais para sentimentos diferentes.
E eu to aqui. Apesar das bobagens, do egoísmo, da maldade, da fidelidade esquecida. Apesar dos sonhos destruídos, das vidas acabadas, das histórias mal contadas. Eu continuo aqui. Embora nada seja do jeito que eu sempre quis, embora as pessoas nunca consigam ser sinceras, embora um dia o amor termine. Ainda to aqui. Apesar da destruição, apesar da falsidade, das futilidades, das inúmeras fatalidades. Acho que ainda continuo aqui. e não importa o tempo que leve eu só quero encontrar a minha vida e ser a vida de alguém. Não importa de quem seja.
Sabe, eu brigo com o espelho toda manhã. Eu mal consigo formular palavras a desconhecidos. Eu nem mesmo acredito na minha capacidade de marcar a vida de quem eu conheço. Meu complexo de inferioridade já me fez perder noites e noites de sono à procura de respostas para medos ridículos, muitas vezes inexistentes.
Se eu vou me machucar mais do que aprender alguma lição, deixe que eu descubra no final. E, no final, se der tudo errado, quero ver quem vai voltar pra ficar do meu lado.
Talvez um dia você descubra que eu faço falta. E talvez eu descubra que ficar com você não vale a pena.
Eu carrego comigo uma caixa mágica onde eu guardo meus tesouros mais bonitos. Tudo aquilo que eu aprendi com a vida, tudo o que eu ganhei com o tempo e que vento nenhum leva. Guardo as memórias que me trazem riso, as pessoas que tocaram minha alma e que, de alguma forma, me mudaram pra melhor. Guardo também a infância toda tingida de giz. Tinha jeito de arco-íris a minha.
Eu já fui, já voltei, já tentei esquecer, já me iludi, já me decepcionei, já tentei. Já vivi de muitos "já" estou cansada de tudo isso me perturbar, estou cansada de tanto sentimento pra quem não merece nem se quer um calor do momento. Estou cansada de estar pra você, de estar pra pessoas que não merecem nem um pouco de mim, e quando a gente cansa, não quer dizer que fomos idiotas todo esse tempo. Quer dizer que fomos seres humanos, diferentes e capazes de aturar isso tudo e, por fim, tudo aquilo que me faz mal eu aprendi a jogar pro alto e dar só um sorriso e tchau!
Sabe, hoje, por mais que eu tenha cansado de muita coisa, sentei pra escrever e pensei: do que eu vou falar?! Tenho dentro de mim tantas dúvidas, tantos temas, tantas explosões que nem eu sei por onde começar. Falar de amor não daria certo, meu coração anda tão longe, que já nem sei mais se ele volta um dia. Falar de amigos seria patético, pois cada um segue sua vida, se afastam, e eu descobri que é assim que funcionam as coisas. Falar de família é uma sensação estranha, porque por mais que eu ame e saiba que eles estão comigo ali, o tempo todo, não são a minha inspiração hoje. Eu poderia falar de saudade, de tempo, de pessoas alheias, generalizar tudo e todos e falar pronto, esse é meu assunto, ou, eu poderia fazer um super texto com palavras lindas e de auto-ajuda pra todo mundo elogiar e dizer, nossa, realmente, você se superou. Mas as pessoas sempre leem os textos e acham o máximo, se divertem ou choram e pensam que é assim que tem que ser, mas ninguém age. Cansei de fazer textos assim também. Na verdade, cansei de escrever qualquer tipo de texto, sobre qualquer tema, porque por mais que eu escreva rios de palavras, me expresse, vomite meus sentimentos nas linhas, e abra meu coração, as pessoas nunca vão saber realmente o que se passa dentro de mim, e quem eu sou realmente. E isso também já me cansou.
Às vezes eu corro, às vezes eu me escondo, às vezes eu tenho medo de você mas tudo que eu quero de verdade, é te abraçar forte te tratar bem, ficar com você dia e noite
