Poesia eu sou Asim sim Serei
Eu falei pra você acreditar em meus sentimentos, mas você não deu credibilidade e lhe restou compaixão;
Eu lhe falei para não ter piedade ou inveja dos meus talentos, porém tenha-me admiração;
Na minha cabeça confusa vive em uma vida tão estranha que é capaz de surpreender-me;
Crio as minhas declarações, ensaiando na frente do espelho para que eu consiga me expressar da melhor forma;
Mas o que me corrói tanto por dentro são os meus lamentos;
Eu tento revirar sua vida com o meu melhor, o meu talento que te ganha em todos os sentidos;
Eu tento enxergar com os seus olhos para que entre nós continuemos intactos ao amor supremo;
Sei que seu coração e seu amor se torna tão estranho ao meu querer, deixando o tempo destruir nosso laço;
Na minha cabeça confusa você vive perfeita e intocável;
Eu sabia o que não imaginava sem diferença e nem do que você me faz, sem que me importasse e sem me alimentar no indicio da tristeza;
O tempo pode então refazer todo um caminho que da loucura se perdeu sem que repetisse;
Fora dos seus olhos meus sentimentos se guardaram envolvendo-se entre as asas da minha esperança;
Tanto lutei, mas nunca consegui ter o que você consegue, pois eu vejo suas disciplinas e tenho fazer igual;
Quero entender o que me corrói por dentro, talvez a tua alegria inicie uma disputa;
Espere a sinalização para enfim sabermos quem ajoelhara carregando a frustração de não ter ganhado;
Hoje eu corro dos sentimentos que me cobram impulsos e atitudes sem conter minha loucura;
Pareço fugitivo da verdade e escravo do coração, mas tenho medo da paixão sem que eu consiga me esquivar do ataque da ilusão;
O amor parece uma bebida forte de mais que enlouquece fazendo-me agir de forma errada;
Minha sincronia é minha estrada desconfortável sem saber se eu é que ataco ou defendo o seu coração;
Seus olhos podem se confundir em me ver com as asas recolhidas, pois eu me alimento dos sentimentos oferecidos;
Meus ouvidos escutam as paredes opinar por um novo caminho sem motivos e sem drama;
Não há mais espaço no seu coração que entre palavras ao vento me deixa confuso;
Eu me vendo como um enfeite de estante com garantias do manual de instrução;
Atenção para os seus desabafos sem opinar na sua vida afetiva;
Pronto para acompanhar em um internato de um paraíso que tenha anjos decadentes;
Mas que não há julgamentos pelo simples fato do prazer;
Tento não me ver perder o que nunca competi, mas no meu silêncio eu posso até sorrir sem machucar meu coração;
Não me peça tantas desculpas e sem ameaças ensaiadas na frente do espelho;
Não seja tão displicente com as palavras se esfregando a minha ferida, pois me vejo tão incerto e inseguro;
Durante muito tempo eu agüentei insuportavelmente ouvir a voz dos seus olhos em aflição;
O veneno que eu me afogo é o querer do próximo que eu morra sem o dialeto que o faça explicar a inveja;
Eu me sinto só no meu mundo, pois em minha fortaleza eu decido o meu melhor;
Eu tenho o direito de calar-me já que não tenho nada pra falar, mas não vivo só, e eu só não deixo à vontade alguém que possa me controlar com minha cabeça confusa e minhas incertezas.
Mesmo que eu esteja intocável em seus olhos, eu não tenho tanta percepção que se faz na sua vida imprevisível.
Nunca admitindo que você seja fraca suas verdades se perderam entre a lama e a desonra.
Para onde vão meus pensamentos? Quero meus olhos em você, pois você melhora minha vida;
Sei que eu não tenho escolha, pois você invadiu meu coração e você ficou a vontade de me controlar;
Meu coração é a sua moradia, mas você abalou minha fortaleza;
Eu já encontrei muito mais do que bons motivos para desfazer o meu laço com a tristeza;
Não quero mais viver com os olhos escondidos, me despedaçando por um ódio que não me pertence;
Derramarei o veneno que me cerca e intensificarei o ultimo gole de esperança diluindo a tensão que atrapalha meu caminho;
Embaixo da coberta eu pude perceber que eu podia contar para meu travesseiro tudo que dói em mim;
Meus segredos se portam como artifícios que escondo do mundo tentando me proteger da frustração;
Minha sorte escolhe um bom caminho da vida sem brincar com a morte;
Procuro manter meu coração calmo, esperando o momento em que eu consiga desatar meus medos;
Para encurtar a minha procura pelos seus perdidos escondo minha partida que me faz fugir do caos;
Deixo um pedaço dos meus sentimentos para entrelaçar com a esperança de viver a sua vida;
Meus sentimentos eu uso do avesso, pois prefiro desviar do meu risco das mágoas;
Vou me mantendo forte sem conhecer meus inimigos discretos e não dando conta das invejas que me cercam;
A cada dificuldade superada me torno mais forte entre as lúcidas razões escondida em qual lugar;
Solto nessas mãos com truques vazios que me faz me perder nessa face incerta, mas eu ainda quero tudo o que sinto;
Brinco com os meus sentimentos e finjo que meu riso me acalma em um beijo sem calor;
Rindo daquilo que me faz desacreditar nas esperanças que dá vida ao meu coração aflito;
Hoje eu fujo fugitivo dos doces sentimentos e das verdades inventadas que por ironia são as mentiras sinceras e das quais me atraem;
Por maior que seja seu amor não oferecem ameaças entre o caminho mais fácil;
Não tente ser tão dura com as palavras nem culpar a vida por suas displicências ensaiadas durante sua luta;
Eu realmente tento manter meu corpo calmo pra fugir dessa rotina e superar meu tempo falho;
Minha solidão é tão imprevisível que no meu princípio se faz perecível;
Vejo-me desaparecendo dos seus olhos e sem saída, fora dessa história, mas mesmo sem querer eu sei que ainda vou te assistindo;
Eu não quero ouvir nem quero lamentar pelo que não vivi, mas quero tudo o que sinto;
