Poesia eu sou Asim sim Serei
Ancoragem
Eu quis viver como se dançasse
pelo grande espaço, livremente,
em total liberdade.
Quis sentir a leveza do corpo,
como se flutuasse a vida no Todo.
Eu quis a paz desconhecida,
descobri-la em mim
como a encontro nas paisagens.
Quis luz nos pensamentos,
jamais a densidade e consistência
que possui o lado oposto.
Eu quis o certo,
não ser criticada por isso,
extravasar sem medo a pureza
das minhas atitudes,
a maciez de sonhos claros,
precisão nos meus intentos...
Desejei virtudes
e poemas que representassem
o balé da minha vida.
Mas... as sombras conspiraram
e pessoas me amarraram
ao pé da mesa.
Não pude fugir nem se refletiu em mim
o brilho das estrelas
E foi naquele de repente, que mais parece cultivado há tempos.
Eu fui no impulso, impulsionada pelo destino que já tinha definido tudo aquilo que temos hoje.
Eu me encantei com o fato de a gente dividir o café, o seu braço me envolvendo em frente a Tv, o seu jeito de acompanhar cantando a música no carro, de seguir meu olhar durante o trajeto até sua casa.
Me encantei com a sua falta de pressa no portão da minha casa, me repetindo abraços e beijos sem medo de nada.
Você me encantou sendo tão família assim, gostando de cachorros e com tanto jeito pra pegar bebês no colo.
Ah que coisa linda é você demonstrando amor pela sua mãe, e pra melhorar você cozinha bem, você me faz um bem danado.
A gente nem viu, e veio.
E foi assim que me encantei, em cada canto dos seus encantos me encontrei.
Eu não deixei de ter Fé na vida, tô levantando de novo do meu tombo de ontem.
Mas analisando um pouco algumas coisas da minha vida, percebi que funciono melhor depois de uma desilusão.
Eu reajo como quem acaba de levar um soco no rosto e precisa abrir os olhos pra uma realidade que pode assustar mas é a que estamos inseridos.
Eu não deixei de sentir Esperança, tô só dando um tempo de meu corpo parar de doer dessa queda grotesca que ao ver os hematomas percebo que a forma que aprendemos a cair, faz muita diferença no que se refere às marcas que levamos pra vida!
E por tudo, valeu!
Cada momento que eu pude abraçar,
Cada palavra dita por um olhar,
Cada gesto, cada toque,
Cada beijo.
E por tudo, valeu!
Pelo mais simples sorriso esbanjado,
Pelo carinho que foi trocado,
Pela companhia, pelo aprendizado,
Pela brincadeira, pela discussão.
O que antes era só alegria,
Hoje só resta a lembrança de uma ilusão.
Eu gosto de um sei lá o que,
que me transborda e me faz ser.
E é sorrindo que eu me mostro, me reconheço e me reencontro.
Se eu ganhasse uma vida inteira,
Só faria as mais belas melodias
Com a cor do mais simples sorriso,
Entrelaçado, ao mais puro semblante de um olhar.
Que mesmo em meio aos tormentos, eu esqueça o desistir.
Que as dores que me inquietam, me torne mais viva.
Que a fé que existe em mim, me fortaleça. E que pra sempre eu saiba sorrir.
Eu canto porque trago em mim, a melodia da saudade
O cantar esquece o tom e o verso não tem rima
Sem rima e sem tom ao cantar ainda se anima
E a melodia que era triste, ao cantar, se faz felicidade.
Se tem amor pra me dar, eu te dou amor por uma vida inteira.
Mas se tens de mim esquecimento, te esquecerei por uma vida inteira também. Porque amor só faz bem quando é recíproco. E uma dose de amor próprio é indispensável.
Nesse meu mundinho, eu quero paz e alegria. Amor e sabedoria.
Gritos e calmaria. Calor e frio. Chuva e sol. Quero água e vinho. Beijos e abraços. Quero pureza. Quero natureza. Quero o que vem de dentro. Quero sofisticação do belo. Quero o elo. Quero jogar para o alto e deixar pra ver se volta. Quero vida.
E foi melhor assim.
Você foi o rascunho do livro que eu pensei em escrever.
Mas mudei o roteiro.
Troquei os personagens.
A história ficou sem brilho.
Apaguei.
Recomecei.
Gosto de histórias que brilhem, nem que seja no olhar de quem a lê.
Eu só quero que a vida me queira.
Me abrace.
E me deixe ser.
Eu só quero que na vida eu seja...
Uma eterna reticência pra fazer valer.
Por mais que a vida me espanque, eu sigo.
Estou em vida para cair e levantar. Só me ensinaram a arte do viver. Ainda não aprendi a vegetar.
É que eu tenho mania de rir fervorosamente, descompassadamente, sem freio nem receio. Motivo suficiente para conquistas e olhares tortos. Quer saber, que olhem!
Meu riso não se tira fácil e incomoda, eu sei.
Mas é assim que tem que ser. É assim que é.
Esse meu riso frouxo e extremo é a marca de quem eu sou, e num futuro incerto, será o eco de quem eu já fui.
Eu já ouvi muitos eu te
amo porém aprendi da
pior forma que nem
todo aquele que diz que
é santo é santo,justo
tome cuidado.
Eu sei bem como
é,antes ninguém te
oferecia ajuda,agora te
oferecem e olha só
todos querem ajudar
que lindo! Porém eu sou
mais esperto,eu sei
muito bem e
conheço,depois vai ter
uma cobrança,
eu sei
que vai e não quero que
isso aconteça,NÃO SOU
UM ESTÚPIDO BURRO,EU
NÃO NASCI ONTEM,EU
VOU IMPEDIR ISSO! Não
quero que depois me
joguem na cara,eu
posso conseguir isso
não importa o tempo
que leve,eu tenho
paciência,agora .....não
vou aceitar uma ajuda
que sei que depois vai
ter algum tipo de
cobrança.
AGORA ESTOU COM MEDO!
São tantas formas medíocres de se dizer “eu te amo”.
Que começo a acreditar que eu te odeio, soa com um sabor mais sublime.
Não é você que esta errada (o), sou eu que aprendi a amar sem condições.
Que agosto me traga o riso gostoso....
que eu trague o gosto,
que eu não sorva desgosto...que seja o oposto do desquerer.
Que eu seja pintura e não apenas moldura.
Que pleno sejam os meus dias de candura.
E os nós, acabem por se desfazer.
Me perguntaram o por que de eu gostar tanto de tirar fotos quando estou vivendo um momento especial.
Imagino que seja porque aquele instante é de uma felicidade tão intensa, que a foto é uma forma de não deixar ser esquecido, porque a fotografia é o congelamento de um momento do qual não gostaria de esquecer jamais.
