Poesia eu sou Asim sim Serei
Sou
Tua poesia transbordante
De amor
Aflorando em teus beijos
Desaguando de desejos por esse teu corpo
SEDUTOR .
Não sou intelectual
Não costumo usar belas palavras
Muito menos fazer poesia
Mas não preciso de tudo isso
Pra dizer que você me faz tão bem.
PARCA POESIA
Sou da poesia um arremedo
sou poeta de meros esboços,
sou o vate covarde com medo,
minhas ignomínias vão até o pescoço.
Vão de gavetas escondem meus versos,
meus segredos no recanto do escaninho,
ninguém sabe, ninguém vê,
Por que leriam? Para que?
São relíquias pessoais, meus ais,
não são as trovas do cotidiano,
que por vaidade publico
para satisfazer meu ego insano,
fatuidades remidas do passado,
licenças poéticas de tempo inapropriado.
Só a cama em desalinho é minha cúmplice,
guarda meus sonhos despertos ou não,
sempre me recebe calada na calada,
amanhece em silêncio de voto sagrado,
casta e pura com sua alvura súplice,
consegue ser silente em refrão,
logo cedo é arrumada e alinhada não diz nada,
é apenas em meu peito que reside um libelo,
por guardar algo tão lindo e tão belo,
e até este se cala, não declama e não fala.
Confidencio para as paredes,
pois elas tem muitos ouvidos,
mas são moucas por adrede,
assim não ouvem os meus gemidos.
CANTO A PAIXÃO FAÇO POESIA...
Sou poeta da vida
Que busca viver a vida
Sou poeta do céu a te encantar
Contemplo as estrelas
No brilho do teu olhar...
Sou poeta do sol
Canto os raios nas aguas do mar
Que vem aquece minha alma
E meu corpo bronzear...
Sou poeta da lua
Na escuridão da noite
Fazer um cenário ao luar
Pra quem quer se amar...
Sou poeta da solidão
Sozinha pensa e repensa
Olho o vazio no mar
Vagueio nas ondas a te procurar...
Sou poeta das montanhas
Vejo a águia solitária
Sonho poder voar
Liberto-me penso em te encontrar...
Sou poeta dos cantos
Canto a brisa te encanto
Canto o vento faço melodia
Canto a paixão faço poesia...
Natureza...
Há dias que sou assim,
escrevo somente nas entrelinhas
porque a poesia por onde ando
é a natureza quem digita
e fica tão bonita
que seria pecado escrever ali.
by/erotildes vittoria
Como sou
´
Sou como um soneto de amor
Canto os versos da poesia...
D´um amor próprio, d`lma feliz.
De um alguém de amor, além...
Sorrio do que é bonito contente.
Falo de amor por você, sonhando.
Canto uma canção suave, divina.
Pra ti ter, mil vezes nos braços firmes.
Sou como prosa narrada,
Mais com vida própria e fascínio.
Tenho domínio do poeta, que por amor soletra,retrata.
Tenho amor por ti... Querida
Num ato santo, louco... De venturas ilustres e infinitas.
D´amor que te quer tanto...
darocha.
Sou sonhador,
Imaginador,
Desafiado
A escrever esta
Poesia que me apresenta.
Sem imagem e sem cor,
Sou só sonho
E você leitor
Seja bem-vindo
Ao Pensador.
Poesia.
Quem dizes que sou?
Um pensamento?
Uma fala ou citação?
Pode ser a expressão profunda
Do mais puro amar.
Um poeta diz: Tudo pode ser
Poesia. Sim outra vez pode dizer, tudo é poesia!
Mas, a poesia é cantar, o sentimento
Do amar, na simplicidade do silêncio do balbuciar, que o verbo não consegue falar,
Que só a alma pode gritar, que só quem
sente pode identificar.
No silêncio de um olhar.
O grito da alma quem pode intentar?
Aquele que sabe que é vital. Amar.
Consegue identificar o grito que não tem nenhum falar,
Barulho que não seja singular.
Só intende quem consegue olhar na janela
De entrada da vida,
Sopra toda nuvem que quebra cegueira Penumbra de que pode amar. Ver a alma mesmo no influenciar do raiar da vida
Que é a alma,
Não morta.
Se não morta
Vai sempre amar.
É vital
Amar é poesia
Porque é vida é alma
Se tem alma é capaz de amar
Se não amar é porque
Não deu a oportunidade ainda.
Pois toda alma existe para amar
Na alma em algum lugar da alma está escrito amar
Amar
Porque o que vai restar é amar
Isso é poesia:
Amar
Sem pré,
Sem se,
Sem só,
Sem eu,
Poesia é
Eu vou
Eu posso
Eu vou disser
Gritar no silêncio da alma
Eu quero amar
Eu amo
Para todos ouvirem
Eu posso e quero amar
Cada vez mais posso amar
Sem parar
A minha poesia é:
Amar, Amar e amar
Eu amo
Amo a poesia
Amo a poesia
Posso declamar para toda alma ouvir
Que há uma poesia em m'alma
Alma que sempre lembrará de ti
Oh, poesia do meu coração
Dinante da janela de m'alma sempre estarás
Isso para dizer o que é vital.
Isso é poesia.
DIA DA POESIA - 21 DE MARÇO.
Márcio Souza.
Não sou poeta formado,
Atrevo-me, às vezes, a compor,
Alguns versos mal acabados,
Sobre românticos sonhos de amor!
Em mim nasce a poesia como ramos, brota como flor...surge do nada.
Sou poeta, poesia..me deixo ser carregada pelas ondas, me deito em alto mar...viajo pelas estrelas, vou a qualquer lugar, chego onde chegar...
Quando quero me faço rosa, quando penso sou beija-flor... posso também ser borboleta, um cofrinho de amor...sou o que desejo, o que vivo e penso.
Posso ser peixe, posso ser mar...posso me fazer estrelas ou luar..
Também posso ser pássaro, voar, voar...se quiser me faço rio ou sereia a dançar...
Danço com o vento, com a chuva saio a bailar...rodopio, me invento !
Se quiser, vez em quando sou saudade, solidão...sou silêncio, sou palavras...claro ou escuridão, quando quero abraço cascatas, beijo água...tomo banho de vinho, me enxugo com a paixão. Sou festa, alegria...felicidade é minha casa, sorrisos minha mansão...sou castelo e magia, sou verso, sou canção.
A música é minha praia, você meu violão...te toco quando quero, te faço canção.
sem rima não há poesia,
sou condenado por amar
e respirar a cada momento que passa lhe desejo como a morte...
em deslumbre sentimento
no desejo que se passa diante meus olhos
até ultimo momento que aparo suas lagrimas,
num profundo beijo que se espalho para eternidade.
Sou arquiteto de casa velha,
sou um tom que não interessa,
sou melodia muchada,
poesia falsificada,
moro na rua não visitada,
onde almas são lavadas,
e a minha é abandonada.
escrevendo no livro da vida
sou poesia e não prosa
sou verso e não estrofe
sou ponto e não acento
sou palavra e não frase
sou assim sem crase
sou eu sem gramática
sou narração enfática
sou assim bem dramática
sou eu sem paixão
sou assim bem histérica
sou eu sem coração
sou eu bem eclética
sou eu sem perdão
totalmente sem noção!!!
"Sou a poesia"
Sou a tinta que escreve
A poesia que no meu coração se apresenta
Sou o som da melodia
A canção que minha alma canta
A inspiração suave...
Sou flor!
Que perfuma a tinta da caneta que escrevo
Com papel mais transparente
Depositando a inspiração em forma de versos
Sou a suave palavra
Expressa na escrita
Dos versos meus
Em minha alma singela
Sou única!
Sem cópia!
Na poesia fixada
Em minha mente
Sou o cheiro da essência
Que exala néctar suave
Nos versos da poesia
Poetisa?
Não!
Sei que no âmago
Do meu ser
Há poesia clamando
Para ser escrita
Para felicitar
Um coração que necessita
Ler doces palavras
Em forma de versos poéticos
Autora: Simone Lelis
Não sou poeta
sou poesia
completa e singular,
sem princípio,
sen fim...
Só magia.
Por ser poesia
também sou natureza.
Sou os prantos
que se ouve nas noites;
As vozes tíbias do romantismo;
O "fala baixo coração".
Sou aquela canção euforia.
... Agitação.
Não tenho sorte,
mas,
também não sou sorte.
Sou o acaso do dia-à-dia
por vezes sou o medo.
... melancolia.
Quem disse que sou
totalmente felicidade?
Sendo eu o acaso
também vaso,
mas
sendo POESIA
Renovo-me em
cada rima,
faço-me alegria.
...Amimetobia.
by A. capiquila in " ensaio" 24/9/2020
NO SEIO DAS FLORES-04/2020
Sou do ventre imortal da poesia
Querida pátria terra da cantoria
Cidade das flores seio do sertão,
Seria um poeta na minha cidade
Para cantar minha doce saudade
E toda a alegria do meu coração.
Poesia ao "meu" Pará
Sou filha desta amada Terra
De diversidade natural
Onde o vermelho de sua bandeira
Representa suas lutas
Trago no meu sangue suas culturas
Por ser filha desta amada Terra
Por ser filha do "meu" Pará.
Tens saborosa culinária
Desde o pato no tucupí até o tacacá
E suas frutas regionais
Admirada no Pará inteiro
Como bacaba, pupunha
E o açaí: o fruto negro.
Encanto-me com teus cantos
E me embalo em tuas danças
Como o xote, carimbó
E seus rítmos calientes
Que danço acompanhada ou só.
E suas lendas que fazem parte
Do imaginário popular
Como a lenda do curupira
Do boto e do guaraná
Faz reunir os amigos
Para na porta da casa contar
Contar suas lendas
Cantar seu hino
E fazer poesia ao "meu" Pará.
A HORA
Sou a poesia que se veste de assa
Sem forma, ou fim, sem tal medida
Escrevo com o coração em arruaça
Nos versos escorrem a minha vida
No tempo que passa, num segundo
Se ventura ou desgraça, vai e vem
São os devaneios de meu mundo
Que compasso, sem ter desdém
A correr, vou levando com graça
O meu destino se vai de partida
Deste modo vou sem a ameaça
E na emoção ter a boa acolhida
Passo adiante, tudo é fecundo
Não há demora por vir, porém
Na estória o pouco é profundo
No caso das horas, sigo além!
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
outubro de 2018
Cerrado goiano
Olavobilaquiando
È que resolvi transformar minha vida em POESIA!
Assim sou muito mais feliz...
E o que doí vira letras e experiencias ...
Ao universo
Ao raiar do sol, sou poesia,
Ao deixá-la, me torno melodia,
Estando apto a surrealismos, me transformo em nostalgia.
Assim... Sou um pássaro que voa ao seu paraíso distante.
Um diamante, que se ultraja apenas por quem o observa
Sou a nuvem que cobre o que é essencial
Sou o vento que mostra o que pode ser anormal para alguns, e lindo para outros.
Sou um suspiro, um afago, um beijo silencioso.
Milagre, multidão, ofensa, paz, discórdia.
Um misto de sentimentos inintendíveis, não esclarecíveis...
Poderás me conhecer por um dia
Querer me esquecer por apenas dois.
Porém, não sou homem que te direi: “logo mais, seja forte, deixe pra depois!”
Sou o que levanta mãos, o que esclarece aos pagãos, e que faz entender aos que se dizem “irmãos”
Sou a pureza da rosa
E a insensatez do espinho.
Sou lágrima,
Sorriso.
Sou universo...
A maré que mais se condensa no óleo que caí extrapolado de todos os navios, um óleo que se condensa, e se atenua em um tão virgem oceano, mas que é essencial para fazer os que não vêem abrirem seus olhos.
Sou universo,
Sou você,
Somos nós.
