Poesia eu sou Asim sim Serei

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TALVEZ.


Talvez o meu melhor,
Talvez seja o teu pior.
Talvez eu não saiba te conhecer,
Talvez tu não saibas me entender.
Talvez a minha dúvida,
Talvez seja a tua certeza.
Talvez a minha alegria,
Talvez seja a tua tristeza.
Talvez a minha ida,
Talvez seja a tua volta.
Talvez um dia eu volte,
Talvez no outro você vá embora.
Talvez eu não consiga sorrir,
Talvez esse seja o meu caminho.
Talvez eu não seja a tua estrada,
Talvez não tenha começo sem fim.
Talvez a mentira tenha uma verdade,
Talvez a verdade tenha uma omissão.
Talvez a solidão seja uma liberdade,
Talvez o sozinho não seja uma solidão.
Talvez o gostar seja como o amor,
Talvez sejamos parecidos.
Talvez sejamos mais que iguais,
Talvez o fingimento esconda a dor.
Talvez os sorrisos não tenham sido de felicidades,
Talvez a felicidade não esteja na alegria.
Talvez a alegria não tenha um sorriso,
Talvez o amanhã, a tarde e a noite não sejam o dia.
Talvez, talvez.


Autor: Cássio Charles Gomes Borges

Caia fora daqui e leve consigo todo o seu egoísmo que um dia eu pude experimentar.
Suma daqui sem ao menos pestanejar. Não quero ouvir se quer uma palavra tua,eu só quero descansar.
Jogue seus poemas fora pois eu já não quero mais escutar.
Você acabou com tudo sem se quer falar, e agora o que eu faço sem ao menos ao certo por onde começar?

Guilherme Arantes
Jefferson Almeida.

Teu olhar me encantou.
Teu perfume me abraçou.
Tua fala me atraiu.
E quando eu vi, já era teu.

Te amo tanto
Que a distância
É quase uma ponte
De dois mundos.

Não sei só razão
Quando o amor que sinto por você
Não é vão.
Você demonstra sentimentos
Com ações
E eu com palavras.
Que, mesmo simples,
São o que me pertence.

Não sei ser pouco
E tão pouco sei ser.
Eu me encanto por ti
E cada vez mais te amo.

---
Autor: Jefferson Almeida

poeta errante



como ventania desajeitada

alma pela estrada

ilusão encantada…

vivo eu a velhice

no silêncio, meninice

sem crendice...

apenas vivendo

pouco querendo

ou tendo...

afinal, a vida

de uma orquídea, adiante

bela e breve,

a cada instante...

diversa, em verso

assim vou, vibrante

[…] disperso

eterno poeta errante...



© Luciano Spagnol - poeta do cerrado

30/07/2020 – Triângulo Mineiro

Eu tatuei a sua imagem na minha memória. Para que eu jamais a esqueça.
E gravei, um milhão de vezes, o seu nome aqui dentro.
Te entregaria minha alma, se assim, me pedisse. Eu já era todo seu mesmo.


Será que o nosso tempo veio e se foi antes que pudéssemos perceber?

Eu te amei antes de te encontrar. Antes de sentir o gosto do seu beijo, o teu cheiro... antes de sentir o toque da sua pele.


Eu te amei por dentro. Amei seu jeito. Amei a sua essência. Amei cada palavra sua. Amei seu coração.


Eu escolhi sentir saudade antes mesmo de você ser minha. E hoje ela será minha única companhia.

Não sei bem em que parte do caminho, até você, que me perdi de mim mesmo.


Eu só sei que parece não ter mais volta. Você é minha única direção.


Me espera! Estou indo.

Eu busquei por fragmentos teus,
Unindo-os em um único anseio:
Ter-te, mesmo que ausente,
Longe, impaciente, e mortal.


Percorri caminhos pedregosos e ásperos,
E tua voz me alertou para ter cuidado,
Mas, quando menos percebi, já havia ferido meus pés.
No entanto, sararam com teus beijos impacientes.


Eu era um impulso descontrolado,
Mas você parecia saber o que fazia,
Altruísta e seguro, ou egoísta e impiedoso.
Para mim, você é mais que um passageiro,
É a célula que insiste em não circular em minha corrente sanguínea.


Deixei você ali, pois me relaxava,
Era um anestésico que, com o tempo, me viciou.
Mas você tinha vícios mais importantes do que ser o único
Eu tive o desejo de conquistá-lo,
Mas fui monopolizado.


Por um instante, pareceu-me verdade,
Pois bem queria que fosse.
Sonhar se tornou uma mania,
E já não posso diferenciar quem você realmente é.


Sonhei com certeza, com ânsia,
E, sem dó, pelos seus próprios instintos,
Já havia tomado todo o controle.
E tornei-me um fantoche, com o peso de acreditar.

A Estrada

Ontem eu fui vê-la
e na estrada eu nao sabia o que dizer
Fui devagar, mas do que de costume

E ela era só minha,
não existia ninguém, nem nada
nem morto, nem vivo
nem morte, nem vida, só eu...

E na estrada eu pensava o que dizer
meu coração acho que nem batia
ao contrário do meu estômago
Que quase nao parava, só remexia

E ao ver aquela estrada
me lembrei do meu amor
que também era só minha,
Era, é, vai ser, nao sei....

Ela X Ele

Ela procurava o príncipe,
ele procurava a próxima;
ela dizia eu te amo,
ele ria com ar de deboche;
ela olhou para os olhos dele,
ele olhou pro corpo dela,
ela chorava,
ele ria;
ela queria algo sério,
ele queria apenas se divertir;
ela ficava em casa pensando nele,
ele "viajava" com todas;
ela queria apenas UM,
ele queria apenas UMAS,
um dia ele vai descobrir que ela era a ÚNICA.
e ela que ele é só mais UM !

Simplesmente Assim

A mão que me cria é a mesma que me agride
O amor por qual eu vivo, é o mesmo que me faz sofrer
Escondido atrás de máscaras
espero pelo dia da revelação...
do amor, por quem eu vivo...

Queria mais do que tenho agora...
como não tenho nada...
O pouco que me oferecer, me fará feliz...

NORTE

Cada dia me apontam um norte diferente
e a cada dia sigo pelo caminho apontado
Não que eu nao queira escolher meu proprio caminho
Mas parecia tão mais facil

Viro as costas para o futuro e olho pra trás
Na verdade nao sei o que temo mais
O medo do futuro desconhecido
Ou do passado cada vez mais presente

E assim, dessa forma, procuro um norte
Não para me achar
Mas para me perder de vez... em ti

E eu te prometo, não é só na palavra, É no gesto, no dia... ...juntos na mesma estrada. Se ela cair, eu a levanto na hora, Nosso laço é titânio, não dobra, não trinca...
É forte demais o elo entre nossas almas.

E eu fui…
E eu me feri…
Consegui Te encontrar…
E subi!
Cheguei no céu, comecei a orar
Não vou me calar, nem disfarçar
Quem me salvou foi você…
Jeová!

⁠Eu sei de onde vim, não nego meus tombos
Mas hoje caminho com fé, até em solo arenoso A quebrada não mudou, mas meu olhar sim Porque a luz que me guia agora vem de quem eu conheci

Carregava a culpa igual mochila de concreto
A face dura por fora, alma em caco por dentro
Eu menti pra mim mesmo, neguei meu pecado
Mas o espelho da verdade sempre volta quebrado

Foi difícil, mas eu confessei!
Eu confessei… E Ele me ouviu…
Minha dor virou perdão
A paz desceu do céu como chuva no chão

Você está reacendendo tudo.
Eu pensei que talvez o tempo, o silêncio, ou o bom senso te fizessem recuar.
Mas não. E eu sinto que você quer mais do que nunca.
Eu sinto, na pele, que você quer esse perigo.
E eu não deveria gostar de correr perigo. Mas eu quero.
Quero esse arrepio de te olhar sabendo que não devo, e mesmo assim não desviar.
Quero essa sensação que grita dentro de mim
toda vez que você chega perto.
Quero o incômodo gostoso da sua atenção.
Quero essa provocação que você lança com o olhar, com a escolha exata das palavras,
e do momento certo de se aproximar.
Quero a sua presença atravessando o espaço,
como se o ambiente inteiro soubesse o que a gente sente mas ninguém ousasse falar.
Porque seria loucura pensar que isso acontece entre nós. Mas é.
A loucura mora aqui, quieta, disfarçada.
Na troca de olhares que dura segundos, mas diz muito. E nos entendemos muito bem.
É isso que me prende.
Essa atração no secreto.
De sentir toda a sua vontade me consumindo por dentro, enquanto por fora fingimos normalidade.
É delicioso saber que somos só nós dois
nesse nosso lugar escondido entre o possível e o proibido.
A fantasia de se encontrar no meio da rotina,
de se provocar com palavras comuns,
mas carregadas de intenções.
De existir um mundo só nosso: invisível, proibido, sufocante, quente, e inevitável.
E ninguém vê. Ninguém sabe.
Mas eu vejo. Eu sei.
Você vê. Você sabe.
E isso basta.

⁠PARA QUE SIRVO EU NESTA SOCIEDADE?

‎Eu sirvo para promover a melhoria da serenidade! O meu verdadeiro serviço é facilitar a melhoria da serenidade nas pessoas!

Eu existo para ajudar as pessoas a melhorarem a sua serenidade! Nesta sociedade, Eu sirvo para melhorar a serenidade das pessoas!

Um dia desses a dor bateu em minha porta...
Mas, forte do que antes...
Eu senti suas mãos em meu rosto...
Me segurando como se fosse escapar entre seus dedos...
Seu toque doia como facas em meu peito...
Na espera de um abraço...
Na espera de um toque de confirmação...
Eu a dei...
A dei a esperança que faltava...
Ela se acomodou em meu sofá...
E me olhou com seus belos olhos cansados...
No fundo, vi seu cansaço ao esperar tanto tempo por algum que não ia chegar...
A felicidade!.
Ela nunca desistiu...
Apenas deixou a tristeza dominar...
A escuridão por toda parte...
Eu apenas a vejo...
Tudo ao meu redor está vazio e escuro como uma noite ensolarada...
A sua existência me machuca, mas, me completa.