Poesia eu sou Asim sim Serei

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Meu universo não é você


Eu te amei verdadeiramente
E ainda o amo
Entretanto, descobri que
Meu mundo não gira em torno de ti.

Algumas vezes chorei
Por coisas que hoje consigo perceber
Que eram banais
E que não valeu a pena.

Já sofri demais
E nem havia necessidade
Acreditava sem questionar
Nas mentiras que me dizia.

Não deu valor em mim
E nem nos sentimentos
Que a ti foram dedicados
Cansei de sofrer e chorar à toa
Vou buscar a felicidade
Pois, meu universo não é você.

Eu não sei como foi seu dia hoje.
O que te fez rir ou o que te fez ficar com raiva.
Se foi fácil ou difícil.
Mais existe uma pessoa que talvez só por estar trocando mensagem com você ou saber que você está lá sempre, se sinta ouvido, compreendido ou até importante.
Você é importante.
De varias formas.

Se eu não empunhar a espada,
não poderei te proteger.
Se eu continuar empunhando a espada
não poderei te abraçar.

(des)conhecer


Se eu pudesse desconhecer você eu faria isso.
Se eu pudesse voltar atrás jamais teria permitido vê-lo naquele dia.
Teria evitado esperança. Amarga ilusão.
Quero te desconhecer, vou fingir que nem existe, pode ser que minha memória te esqueça.

E eu vou cuidar de você.
Mesmo longe,
mesmo escondida,
mesmo chateada,
mesmo triste,
mesmo cansada,
mesmo desacreditada,
eu vou cuidar de você.

Amor intenso

Desculpas por te perder, não havia sabedoria eu meu ser
Ao ponto de cativar seu coração, lamento tamanha decepção.
Você deixou uma brecha em mim, me fazendo refletir e cheio de dor
O meu coração se contrai, às vezes fico sem respiração.
Você era tudo o que eu queria, mais na reviravolta da vida
Eu sei que poderei te reconquistar novamente.
Farei de você minha eterna musa,
Não te deixarei escorregar mais por meus dedos.
Contaremos todos os nossos segredos,
E amaremos intensamente um ao outro novamente.

Eu posso ter o sol, posso ter a lua,
posso até ter as estrelas.
mas de nada seria se eu não tiver você

Incógnita...

Ele falava de encontros
E eu de roubo
De seqüestros
De mistérios

Ele falava da vida curta
E eu o analisava
Tentava decifrar seus anseios
Seus medos
Suas angustias
Lia seus olhos
Buscava nas entrelinhas
Um meio de fazê-lo entender
O mistério da vida

Tentei de todos os meios
Ser sua amiga
Sua Deusa
Sua incógnita
E ele apenas buscava o banal
O carnal
O imoral

Eu queria falar do esotérico
Das minhas atrações pelo mistério
Da lua e das estrelas
Pelo que ainda não existia
E você me via apenas
Como algo normal...

O que eu aprendi é sempre ajudar quem me ajudou
Transmitir a paz, transmitir a fé, transmitir amor
Viver com alguém que me faça bem, isso eu dou valor

*

Eu nada sei

Não sei escrever tudo o que sinto,
mas sei sentir com amor imenso cada pedacinho da vida.

Não sei amar de morrer porque para mim amar é viver.

Não sei sonhar todos os meus sonhos,
só sei sonhar o que o meu coração pede.

Não sei dar tudo de mim,
mas me esforço para dar o que posso.

Não sei quase nada da vida, mas sei que é bom existir.

*

Após um certo tempo, em vez de gritaria e confusão, eu tenho optado pelo afastamento ou um diálogo esclarecedor.
O primeiro é mais libertador, no entanto traz muitas consequências destruidoras; na segunda, a paz normalmente impera, mas parece que sempre ficou uma coisa por dizer rs.
Bom, de toda forma, vou optando, por enquanto, por menos barulho e mais argumentos

A vida é um grande mar, e para você que só quer remar ao meu lado quando lhe convém, eu logo lhe
aviso: eu não tenho medo de pular do barco e sair nadando sozinho.

"Quando muito moço, eu me sentia como uma personagem que tinha entrado por engano numa peça a cujo elenco não pertencia. Eu me movia num palco estranho sem ter idéia do meu papel, e tudo ao meu redor parecia impreciso, absurdo e relativo."

- Incidente em Antares

Mas eu preciso salvar os velhos, eu preciso salvar as flores
Eu preciso salvar as criancinhas e os cachorros.

A bola veio para a esquerda e eu não chuto bem de esquerda, mas não dava pra trocar de pé. Então chutei de esquerda fazendo de conta que era de direita.

[Explicando gol contra o Chile, Copa de 1962]

Mané Garrincha
Placar 1072, junho de 1992

Um dia decidi não mais me preocupar,
quis mudar o meu rumo,
caminhar em outra direção,
mas eu esqueci que os caminhos da vida sempre se encontram.

Bickslow: Que bom que você voltou, Laxus!
Bonecos: Voltou, voltou!
Laxus: Você sabe, eu não voltei, exatamente.
Freed: O Laxus está de volta!
Laxus: Eu estou tentando dizer...
Evergreen: O Elfman fez coisas terríveis comigo enquanto você estava ausente, Laxus! Será que você pode puní-lo para mim?
Elfman: Sua maldita!
Laxus: Quando foi que vocês dois...
Elfman: Espera um pouco! Isso é um pouco difícil de explicar!
-Laxus ponhe a mão no ombro do Elfman-
Elfman: E o que isso significa?

"...e prá hoje...
Meu coração me diz, que prá ser feliz...eu só preciso amar...
À Deus...à mim mesma...ao próximo...porque amando, a vida fica mais leve...a alma fica em paz...o sorriso brota fácil... E o dia segue assim...lindo!"

Eu detestava pessoas tolas, que davam respostas superficiais, mas no fundo era uma pessoa saturada de tolices. Tinha muito que aprender para dar risada de mim mesmo. Tinha muito que aprender sobre a arte de desanuviar a cabeça, uma arte desconhecida no templo acadêmico.

A universidade que eu ajudei a promover formava alunos que não sabiam olhar para si mesmos, detectar sua estupidez, se soltar, chorar, amar, correr riscos, sair do cárcere da rotina e muito menos sonhar. Eu era o mais temido dos professores, uma máquina de criticar. Entulhava meus alunos de crítica e mais crítica social, mas jamais ensinara algum deles a curtir a vida. Claro! Ninguém pode dar o que não tem. A minha vida era uma droga.

Tinha orgulho da minha ética e honestidade, mas começava a descobrir que era antiético e desonesto comigo mesmo. Felizmente estava começando a aprender a expelir os ”demônios” que engessavam a minha mente e me transformavam num sujeito quase insuportável.
(Livro Vendedor de sonhos)

Augusto Cury
Livro Vendedor de Sonhos

⁠Às vezes eu começo uma frase sem saber como ela vai terminar. Eu só torço para que ela chegue em algum lugar.
(Michael Scott)