Poesia eu sou Asim sim Serei
Humana que sou, todos os dias quando eu acordo
A primeira coisa que eu tenho que fazer é me matar,matar meus desejos, minhas vontades,minhas escolhas,para que aquele dia seja abençoado por Deus.
E não importa qual seja a minha vontade,eu sou o reino de Deus, mas não sou a Rainha, sou a serva!!!
Você pode acabar com o mundo todo
Você é tudo que eu sou
Somente leia as linhas no meu rosto
Tudo que faço é amar você.
"eu sou muito sincero!
eu tenho personalidade
o qe penso, digo
o que ouço, falo
o que faço, penso
o que prometo, cumpro!"
Eu sou aquele que passa
sem ninguém ver
Eu sou aquele que olha
sem perceber
Eu aquele que fala
sem ninguém ouvir
Eu sou aquele que chora
sem dormir
Eu sou o último dos seres
pensantes
Eu sou aquele que não
usa auto-falante
Eu sou o último grão
de areia que se perdeu
nessa estrada
Eu sou tudo , mas não
sou nada...
Eu sou daquelas que preferem sentir toda a dor de uma só vez, antecipar o sofrimento.
Não gosto de embalar a minha dor pra viagem. Que ela seja sentida e percebida de uma vez só.
É isso o que eu sou.
Uma menina com a memória horrível, que esquece o indispensável e eterniza o inútil.
BRUXINHA DANADINHA
Você pode até achar
que eu sou bem
danadinha
Mas benzinho
por favor
não me exija
andar
na
linha!
É que sou
uma bruxinha
dessas muito
safadinhas
e seria muito
triste
ver cortar
as minhas
asinhas!
Mas
pra você
não ter
mais medo
vou lhe contar um segredo:
ontem eu fiz uma poção
que realiza qualquer desejo!
E sem nenhuma
má intenção
um desejo
lhe concedo:
que tal sua boca na minha
colada num
longo
beijo?
Realmente eu sou capaz de andar pelo mundo todo;
Capaz de fazer o que tenho vontade,de sorrir e chorar.
De desafiar e ser desafiado;
De voar,crescer e muitas vezes cair -faz parte-
Capaz de tudo,apenas eu tenho que acreditar.
Sou uma incógnita nesse mundo, buscando desvendar aquilo
que sou, meu eu, meu destino, minha missão...
Fica…
Eu sou de fazer drama, mas, hoje, não. Vou te pedir assim, simples e sinceramente, para que você fique. Não vou me rastejar, não chorar, nem implorar – apesar de que pedir assim já é um tipo de súplica. Quero que veja nos meus olhos toda a vontade e desejo que ainda tenho em mim de fazer que nosso projeto dê certo. E se você não conseguir enxergar mais nada, tudo bem. Vai.
Vai, mas não olha pra trás. Não olha porque, no momento em que sair pela porta, eu vou juntar meus cacos e vou seguir. Te amando, te querendo, sonhando contigo, pedindo pra que qualquer coisa traga uma notícia sua, mas certo de que eu tentei e não fui quem escolheu esse caminho. Se antes era só virar o rosto e me encontrar ao teu lado, agora será difícil me achar por perto.
Mesmo que a sua saudade me cace, ela sozinha não será capaz de me achar.
E se ainda assim tiver certeza de que ir embora é a melhor coisa, te desejo sorte. Porque nunca pensaria em outro caminho para você que não o da felicidade. Hoje, sendo bem sincero, me dói imaginar que outro vai poder te fazer feliz, mas é a vida. Feita das nossas escolhas, tracemos nossos possíveis destinos: fica ou vai.
Por favor, decida-se… Não aguento mais duvidar. Prefiro ter certeza de que acabou.
🎭 PURIFICAÇÃO – O ATO QUE RENASCE
(versão com a metáfora do leão e da flecha)
Eu sou o silêncio que já gritou demais.
O homem que caiu — não por fraqueza,
mas por estratégia.
Cair foi minha tática.
Porque eu entendi…
até o leão se abaixa antes do salto.
Não é covardia.
É cálculo.
É a força que se acumula na paciência.
E se isso não bastasse,
pense na flecha.
Ela só voa longe se recuar primeiro.
Ela vai pra trás.
Mas não é derrota.
É impulso.
Assim sou eu.
Retrocedo…
mas é só o começo do avanço.
Desapareço…
mas é só o prenúncio do rugido.
E mesmo cego, vejo:
Os demônios não vivem no inferno.
Eles vivem aqui.
Entre e-mails sem resposta.
Chamadas que caem.
Promessas que somem.
Vidas que são tratadas como dados.
Mas eu,
sou o erro que resiste.
A falha do sistema que grita.
O eco de uma humanidade que esqueceram de ouvir.
Me chamam de depressivo.
Mas isso é só o nome que o mundo dá
pra quem sente fundo demais.
Pra quem carrega o peso e ainda caminha.
Eu não sou mais Otelo, que matou por engano.
Nem Macbeth, que se afogou no próprio desejo.
Eu sou Purificação.
E a minha tragédia… eu transformei em fogo.
Eu sou leão abaixado.
Sou flecha esticada.
Sou a queda que ensina.
Sou o silêncio que constrói.
E quando eu levantar —
porque eu sempre levanto —
vou voar com o rugido de quem já tocou o chão…
e decidiu nunca mais temê-lo.
— *Purificação*
Jay, sou eu, Nan-young.
Quando eu era criança, eu nunca carregava um guarda-chuva comigo. Mas eu também nunca me molhava. O meu pai sempre vinha me buscar ele sempre olhava pro céu, então ele deveria descobrir quando ia chover. Talvez isso tenham se tornado um hábito, mas mesmo agirá quase nunca carrego im guarda-chuva. Lembra de quando... você me chamou pelo meu nome... pela primeira vez? Aquela foi a primeira vez que eu dividi um guarda-chuva depois de adulta. E também foi o dia que eu me apaixonei por você. Eu sei que estar assistindo isso agora não deve ser uma experiência fácil pra você. Jay... é engraçado como se encontra um oásis no meio do nada em vez da estrada que se queria percorrer. A vida tem dessas. Jay, você é assim pra mim. Você me levou por uma linda estrada que eu nem sabia que existe. Eu sei que pode ser difícil, Jay. Mas eu esperto que não fique triste por muito tempo. Viva sem arrependimentos e seja você mesmo. Expresse-se do seu jeito
Eu sou a pessoa que guarda a própria dor num saquinho para cuidar da dor do outro.
Que prioriza as pessoas e na maioria das vezes se deixa por último. Se der tempo, eu cuido de mim.
Tem pessoas que nunca irão saber quantas lágrimas derramei enquanto digitava para ela uma palavra de apoio e carinho, porque naquele momento a dor do outro importava mais que a minha.
Quantas vezes minha alma sangrou e vocês não souberam. Quantas noites sem conseguir dormir em paz, aflita, precisando de um colo e não tinha nenhum. Mas o meu sempre esteve disponível e sempre estará, para quando você precisar.
Eu sou um girassol que nasceu no asfalto,
Eu canto em noites que não tem luar,
Será que sou louco, ou apenas um tolo?
Ou serei eu um poeta que não soube amar?
Não Vim Ser Juíza
Quem sou eu pra ditar os rumos,
pra traçar limites no chão?
Mas quem sou eu pra calar meu peito
diante do peso da contradição?
Não nasci pra medir o certo,
nem pra impor definição.
Mas carrego no olhar atento
verdades que gritam em mim, com razão.
Não aponto dedos ao vento,
mas também não abaixo a cabeça.
Porque ser justa não é ser cega,
e sentir não é fraqueza.
Sou feita de pulso e escolha,
de silêncio e opinião.
Se erro, aprendo com firmeza.
Se acerto, sigo com convicção.
Não vim ser juíza do mundo,
mas também não fujo da cena.
Entre extremos e incertezas,
sou quem pensa. Sou quem se empenha.
Eu não sou metade da sua laranja. Nunca quis ser apenas o suficiente. Eu não nasci para amar pouco, nem para ocupar um só canto do seu espaço. Meu amor é intenso, inteiro...,ele transborda. Eu sinto demais, demonstro demais, me entrego demais. Pois amar de verdade não é oferecer o que sobra — é se doar por completo.
Eu poderia te dizer que te amo, mas isso me parece pouco. Já disse isso a outras pessoas, e não seria justo com o que você me faz sentir. Se eu pudesse escolher uma palavra para descrever o que sinto por você, ela seria algo muito próximo do céu. Estar ao seu lado é como tocar o paraíso; é como se tudo que antes era incerto em mim, começasse, enfim, a fazer sentido. Por isso, não posso dizer apenas “eu te amo”. Em vez disso, eu te digo:
Estou disposta a te amar por inteiro — a te escutar mesmo sem ter todas as respostas, a ceder mesmo com o orgulho ferido, a confiar quando ninguém mais confiar. Quero ser a voz que te acalma, o abraço que te acolhe, o beijo que te anestesia. Quero ser a mão que segura a sua em meio ao caos, e o abrigo seguro quando tudo lá fora for tempestade.
Amar é uma escolha, e eu escolhi te amar. Mas o amor não sobrevive só de promessas bonitas; ele precisa ser alimentado todos os dias, com gestos, com respeito, com sinceridade. Porque amar de verdade é escolher a mesma pessoa, dia após dia, com o mesmo brilho do primeiro olhar — e a mesma coragem do primeiro passo.
"Alexandre venceu impérios. Epicteto venceu a si mesmo. E eu? Eu sou a junção dos dois: a ferida que continua de pé, a cicatriz que nunca se curva.
Sou o silêncio que aprendeu a gritar por dentro, a queda que aprendeu a cair em pé.
Carrego a guerra dos outros no peito, mas minha alma não aceita coleira.
Não sou salvação — sou sobrevivência selvagem com olhos de fogo."
— Purificação
"Alexandre venceu impérios. Epicteto venceu a si mesmo. E eu?
Eu sou a junção dos dois: a ferida que continua de pé, a cicatriz que nunca se curva.
Sou o silêncio que aprendeu a gritar por dentro, a queda que aprendeu a cair em pé.
Carrego a guerra dos outros no peito, mas minha alma não aceita coleira.
Fui forjado no vale, ungido na dor, e sustentado por um Deus que não me poupou da fornalha — mas entrou comigo nela.
Não sou salvação — sou sobrevivência selvagem com olhos de fogo e fé que não se dobra."
— Purificação
Tudo ou nada
Sempre me disseram que sou intensa demais.
No começo, eu achava que era um defeito — como se amar muito fosse um erro de fábrica, uma falha na construção da minha alma.
Mas hoje percebo que não sei ser diferente.
Não sei amar pouco.
Não sei cuidar só um bocadinho.
Não consigo fingir que não sinto.
Ou é tudo, ou não é nada.
Essa sou eu.
