Poesia eu sou Asim sim Serei
Orar por alguém é dizer “eu te amo” escondido, é amar sem ser visto, sem plateias ou aplausos, orar é fortalecer o outro, é abraçá-lo invisivelmente.
Acho que eu sinto falta de mim as vezes, do meu sorriso, meu jeito, meu olhar. Pena que a vida me mudou e me transformou na merda que sou hoje
Se eu te disser que você nunca me enganou! Você apenas provou que a mentira faz parte do seu caráter e o frio sentimento pelo seu prazer de vida.
Cultivar... Há eu cultivo o olhar carinhoso, o aceno de volta, o pensamento de paz, porque é cultivando que nasce um sentimento lindo no lugar.
Eu perguntei ao vento, por que sempre assovia ao passar. Disse-me que é encantado com a vida e se passa cantando, é para esta alegrar.
Meu doce rouxinol, leve ao meu amor os beijos que não lhe dei e fale o quanto de saudades eu já chorei.
Tenho saudades de algo que não sei dizer, as vezes a melancolia chega nublando tudo e eu não sei o que me faz falta.
... E brincando eu ficava, a atenção no pega-pega agitado, na corrida desenfreada, e o coração parecia que saltava.
Pulando amarelinha, eu só imaginava chegar ao céu, visitar as estrelas, voltar e começar tudo de novo.
Quando eu era bem pequena papai era gigante, tudo ao redor era tão grande e tão longe de minhas mãos.
Ainda bem que defeitos fazem parte da vida, porque eu os tenho e você também. O que realmente importa é o esforço que se faz para vencê-los.
Na solidão junto aos meus pensamentos vou ao encontro de meu eu que perdi quando em desarvorada correria fui parar, ao que achava ser, o mar calmo que poderia abrigar as ondas quentes de meu coração.
Não preciso de ninguém fazendo exageros por mim, o que quero e me faz falta é de alguém que eu possa compartilhar o que sou. Preciso ser eu.
Nas pegadas que vão ficando em meu caminho, há o sentimento de que foi tentado o melhor que eu poderia e dado o melhor que havia dentro de mim.
Adorava o natal, eu podia usar roupa nova... nunca vou esquecer um chapéuzinho que mamãe fez. Fui a missa com um sapatinho de verniz que brilhava... Deu início assim a saga de menina por seus objetos de consumo....
Os gatinhos eram tão lindinhos, eu corria atrás e não alcançava, pulavam o muro e desapareciam. Muito diferentes daqueles que na televisão eu via, tão grandes... me deixavam fascinada.
E o cansaço era grande, mas como eu gosto de criar levezas, abandonei o que não tem valor e segui criando a beleza que se encontra na vontade de ser feliz.
Navego eu, navega você, navegamos nós nesse mar infindo, na galeria de oportunidades que nos surpreende a cada instante. O sopro de vida é que nos chama a pegar no remo e remar.
Cor de rosa é a vida! Eu digo que é... a cor não está no dia, está em você. A aquarela tem todas as cores. Há dias frios, há dias feios, há dias difíceis de se viver... mas a cor tem de vir de você.
