Poesia do Carlos Drumond - Queijo com Goiabada
Você fez a curva errada? Será que sou tão sinuosa? Ah! Quase não me dou conta! É porque se perdeu nas curvas da minha silhueta
Eu gosto de ser gostado. Gosto do chegar do chegar meu, que aprisiona os olhos teus. Gosto de paixões insanas, loucas, depravadas. Que façam meu coração uivar para o luar que insiste em me tentar. Fico louco com seu olhar somado a tua voz à falhar. Quase para de respirar quando o calor do meu corpo vem te dominar. Sedução no frasear para a lábia te encantar e você nos meus braços parar...
Fazemos festa e depois nos afastamos. Voamos em bares cheio de gente e às vezes ficamos sozinhos com nossos pensamentos. Nos encontramos nas montanhas, nos castelos em ruínas. Somos um grito silencioso, a doença e a vacina. Então não morra...Viva. Seja livre e voe pra perto de mim, por que nós somos anjos. Somos tudo; somos nada. Somos o medo, o orgulho, os conflitos e a confiança. Eu confio em você e você confia em mim. Somos treva e iluminação. (Trecho do poema Essência dos anjos - Jótah)
Talvez esta madrugada não venha valer a pena... Mas uma vida inteira, até que o sol volte a clarear. (O Bêbado e a mestra - Jótah)
Não venha jogar as coisas na minha cara. Temos uma conta de amor conjunta. Sou tão seu fã. Que pagaria até mensalidade."
Não espere nada passar. O que você espera passar já te apanhou. E o que você espera voltar foi você quem não passou.
Quanto mais eu me procuro mais eu perco. Não tem nada que eu não encontre a não ser a mim mesmo. Sei que estou num paraíso pessoal. Mergulhei num tipo particular de magia e não sei se estou em mim mesmo mais. Mas estou onde eu queria me encontrar...
Você vende mentiras? Não? Nossa! Tirei meu extrato e vi que minha conta de acreditar nas suas palavras esta ficando muito alta!
Não dá mesmo para confiar em nossos superpoderes quando são estimulados pela indústria do entretenimento.
As raízes são elementos essenciais à vida. Sem elas, as plantas não vivem e os humanos não sobrevivem. A raíz é a base de tudo. É o primeiro raio se sol que atravessa a janela existencial. Elas fazem com que o homem se sinta vivo, sinta que realmente faz parte desse mundo. São as perspectivas de um futuro, enquanto que também um respirar puro do presente. Uma árvore com raízes podres tomba, alguém com princípios podres também. Cuide de sua raíz.
Não assimile o tempo ao mundo, o mundo é grande para as aventuras mas o tempo é curto para curtir elas!
Para os não laboriosos, o desejo da posse é como um estigma na alma, e a inveja, é o câncer que os incapacita.
Eu não coloco final nos meus textos; Eu não coloco pingo nos meus “IS”; Não quero ser mero pretexto; E já não quero muito de mim.
Não quero ter os excessos que nascem das faltas; Nem mesmo quero o progresso nascido do atraso; Nenhuma sabedoria provida do retardo; E nem a preguiça advinda do mero acesso.
Quando os dias são cinza e a noite não tem lua, pouco importa ser a lágrima ou ser a chuva; Melhor mesmo é ser a rua.
A vantagem de discutir sobre assuntos diferentes é a possibilidade de que algo realmente diferente possa surgir.
"De sinônimo ruim, feito de palavras curvas e previsíveis, foram lançadas ao vento igualmente ao carácter daquele homem."
Pobre geração do vidro fechado, geração do ar condicionado, pobre geração de ar assustado, geração de um tempo quase encantado.
Fazer e nada esperar; provar e quem se importa? - Duas medidas distintas, uma é preciso, a outra, quem se importa?
“Não existe um procedimento padrão. O poema emerge espontaneamente. Não escrevo poemas quando me encontro em estado emotivo, quer proveniente de uma situação agradável ou desagradável, (estado de inspiração), nem tão pouco em momentos puramente racionais (estado cerebral). O poema dá sinais... pisca o olho... sorri... no mais das vezes, de início, apenas capto a ideia. O momento de elaboração de um poema, em mim, acontece quando me aproximo o máximo dele, é uma sensação muito boa. É um estado que vai além da razão e da emoção, um estado que não sei definir... apenas percebo quando atinjo. Aí o poema começa a ganhar forma. Somente o que escrevo nesse estado que a mente alcança, para mim indefinido e imprescindível, é que considero poesia.”
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