Poesia do Carlos Drumond - Queijo com Goiabada
Tudo que é importante para você está na sua agenda de prioridades. Quando você se importa com algo, aquilo se torna prioridade para você e torna-se o centro da sua atenção. Seu tempo sozinho diariamente em comunhão com Deus não deve ser diferente.
Desafio você a fazer isso hoje: descer das arquibancadas da vida e adentrar com toda a força, atitude e garra para viver o extraordinário, porque quem tem Jesus tem tudo para ter o melhor desempenho.
Existe um grande propósito, muito maior que a nossa vontade, que desânimo nenhum pode assolar, porque aquele que está a nosso favor é maior do que qualquer paralisia.
Nas férias você é livre. Livre para alimentar a alma. Para obedecer seu coração. Para morrer de amores por um estranho muito gato. Ou, talvez, para curtir sua merecida solidão.
Seu lar não precisa ser um lugar. Não importa aonde você vai nem o que você faz. Quando você está com a pessoa que te ama do jeitinho que você é… está em casa.
Passei a maior parte da vida buscando meu lugar no mundo. E olha que busquei por toda parte. Mas viver em busca e viver em fuga são coisas bem parecidas.
Matéria, espaço, tempo, apenas três elementos para que se sucedam as leis naturais, as quais regem o coral que conduz a formação da existência, que por sua vez se revela em um contínuo ciclo de infindáveis deteriorações e reformulações da matéria dentro do espaço, através dos tempos. A lei é o regente dessa orquestra que não dá vez à sentimentos, pois é firme e direto, promovendo a música da morte. Esse é "o brilhante, estrela da manhã,Lúcifer". Mas nem tudo está perdido na existência, pois como por um milagre, um outro regente se reverbera em todos os cantos, dentro e fora do espaço natural conhecido, onde as leis imperam, com a sua orquestra divina. Com Ele as leis já não são mais o todo, onde o natural é como o nada, e a matéria se desfaz em si mesma. Este regente está entoando o cântico dos cânticos, fazendo aquilo que as leis não proporcionam, a misericórdia, a paciência e a maior das leis que não é natural, mas divina, o amor. E assim, entoando o som que emudece todos os outros, ele triunfante agora neste exato momento está tocando o hino da vitória, o verdadeiro som que traz o equilíbrio à existência, que é o da vida. Esse é Javé, "Aquele Que Faz Que Venha a Ser".
Sou um asno
Eu sou mesmo um asno,um grande asno.Pois não é que desconhecia que sustento famílias de vadios,de bandidos,de criminosos,sustento.E não sabia disso.Aliás,desculpa-me,leitor,talvez também não saibas que sustentas vadios.E a leitora trabalhadora também.
Vou transcrever um texto que tirei da Zero Hora,nosso jornal no Rio Grande do Sul(Amada querência).A notícia diz assim:"Uma medida do Governo Federal está causando polêmica.Trata-se do auxílio-reclusão,usado para manter estruturadas as famílias de detentos.Em questão-diz o jornal-não está a concessão do benefício,mas o valor,que em primeiro de janeiro de 2010,subiu para R$798,30 por dependente".A nota do jornal termina com está observação:"O valor ultrapassa o do salário mínimo nacional,que é de R$510".
Leste bem,leitor?Leste bem,tu que daqui a pouco vais pagar Imposto de Renda,um imposto cujo dinheiro vai servir para sustentar famílias de camaradas que se atreveram fora da lei?E o povo lhes garante o bem- estar de suas famílias.
Sim,e os familiares das pessoas que foram vítimas,que foram assassinadas,assaltadas,humilhadas,vilipendiadas,estupradas,tudo,de tudo,qual é a assistência que recebem?
Tem cabimento que dependentes de criminosos sejam sustentadas pelo povo e pelas vítimas dos bandidos,tem cabimento?
"Estamos debruçados sobre os precipícios do fim do mundo".
Que nojo deste país,que nojo deste "governo",vou lá fora vomitar.
" A ciência explica como o som viaja, mas só a poesia explica por que ele nos faz chorar." (Odilon Carlos)
"Em nossa poesia de amor não tem virgula que separe a sequência de encanto....tem sim reticências para tomar fôlego e continuar a nos amar."
Gostaria por um dia saber expressar a minha nostalgia em forma de poesia com rimas ricas sem usar o clichê do amor pra rimar com ardor na constante forma interminável do substantivo com substantivo, adjetivo com adjetivo e do verbo com verbo que me torna um servo do meu restrito vocabulário sem saber se uso as palavras de uma forma racional ou se é um sentimento voluntário na mais pura forma animal que age pelo instinto e ao mesmo tempo vestindo me com o manto da razão que devora insistentemente a minha devoção pelo culto do sentir e não pelo pensar onde apenas sinto o vazio das palavras lançadas ao vento frio que congela a semente da esperança e a impede de germinar no solo seco por onde a tempestade de sentimentos nunca mais regou com suas gotas deixadas apenas em forma de saudade e essa atrocidade perdura, açoita e nos torna impiedosos na forma mais obscura de enxergarmos a sinceridade que há dentro de nós e que nos faz divagar por entre as palavras ditas sem um real sentido em busca de algum objetivo para proporcionar a verdadeira forma de expressão em nossas vidas.
Enquanto aprendo a viver, escrevo para sobreviver. Sim, sobre viver. Pois sem a poesia, a vida perde o sentido humano.
Faça a sua poesia, o seu amor, a sua verdade e saberá que de toda batalha mesmo que ferido será vencedor ou herói.
Mesmo distante, o Amor pulsa na velocidade do Tempo. Buscando a energia mágica, da Poesia e saudades. Só o tempo pode entender.
O poeta vive da poesia, as vezes sem esperar que no era uma vez tudo termine em felizes para sempre.
Na verdade, anuncio-me pela poesia. Por vezes, sou menos que o simples verso em que me invento, outras, muito mais que o maior dos poemas por onde me dissipo
Adoro o amor trajado de poesia, feito de beijos quentes, com aroma de flores e sabor de mel… suculento!
Má influência não é somente aquela que vem visivelmente incrustada com os cristais do dolo, da má intenção como a conhecemos. A má influência pode vir recheada e coberta com o doce glacê das boas intenções que soam tão belas aos nossos ouvidos desatentos e fazem bem ao nosso ego, mas faz um mal muito maior por fazer apenas parte de uma pauta moral de um ‘ser bonzinho’ que não percebe e nem sofre as consequências, mas apenas influencia no que é de seu interesse convencer.
Só dois tipos de pessoas podem não gostar de mim: as que não me conhecem, e as que me conheceram demais.
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