Poesia do Carlos Drumond - Queijo com Goiabada
Conhecer a si mesmo é o caminho da libertação, do controle e de melhor proveito que poderá fazer do que se é.
Não obteremos um aspecto diferente na vida se estivermos ligados afetivamente com o que queremos nos libertar.
Não somos eternos mendigos para vivermos de esmola e caridade, só queremos respeito, reconhecimento e oportunidade.
Não tenhamos medo de mudança, pois pode nos assustar e nos deixa inseguros, mas pode ser a chave daquela porta que tanto desejávamos abrir.
Nós atraímos e nos relacionamos com quem nos preenche, por mais bizarro que isso possa parecer em alguns casos.
Não temo as críticas, pois sou seguro o suficiente para rever meus pontos de vista e tenho humildade para me desapegar de minhas falsas crenças.
Muitos dos defeitos que vemos nos outros são os que nós buscamos encontrar neles e os destacamos só para não enxergarmos as qualidades deles.
Mizaru Kikazaru Iwazaru tem agora o quarto macaco, que tomou para si as características individuais dos demais, pois não vê, não ouve e nem fala.
A vida só é vida se operacionada através da simbiose relacional entre os seres viventes, senão é apenas existência.
Nossa mente funciona como as rádios que conforme a nossa frequência de ondas sintonizamos em AM ou FM.
Reclamamos demais, pois somos seres mimados e muito prepotentes, que até já aceitamos que a Terra não é o centro do Universo, mas passamos a acreditar que seja nosso umbigo.
A felicidade não está, necessariamente, com aquele que mais tem, mas naquele que valoriza o que tem.
Tudo que faz parte de nossa vida teve início dentro de nós mesmos e ocorre a partir de nosso aval, seja ele consciente ou não.
Nos relacionamentos existe uma troca constante, mas acabamos mais recebendo daquilo que transmitimos ao outro.
Muitas de nossas cicatrizes somem para sempre, mas algumas permanecem mesmo depois de sumirem, pois estas foram marcadas também em nossa Alma.
Algumas cicatrizes do corpo às podemos ver e não mais doerem, mas as cicatrizes da Alma, mesmo que invisíveis, podem doer muito.
O que nos salvaguarda da alienação é mantermos nossa mente aberta ao novo e ao mundo das possibilidades de vir a ser.
Enquanto nossos atos não falarem mais alto que nossas declarações de amor verbalizadas, estas não passarão de palavras ao vento.
A energia de nosso pensamento deriva da emoção que nele impregnamos e proporcional é o seu processo de ação.
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