Poesia de Professor X Aluno
Acredito que a timidez pode ocorrer naturalmente em diversas situações. Pode surgir pelo medo de ser rejeitado, o que leva a insegurança. Pela necessidade de afeto que, quando ocorre, interfere na autoestima. E pelo perfeccionismo, que leva a preocupação de acertar sempre, o que tira a naturalidade das pessoas".
"Estejamos sempre atentos, vigiando, pois, se um louco se juntar a outros loucos, a loucura para esse indivíduo vai ser normal."
"A dificuldade de se reconhecerem ignorantes e idiotas faz com que certas pessoas sacrifiquem sua vida e seus princípios na intenção de demonstrar o conhecimento que não possuem."
"Todo Ben Noach é antes de tudo um emissário um representante do Criador no local onde foi colocado pelo Todo Poderoso ou seja onde você reside e antes de tudo você tem ao seu alcance os meios necessários dados pelo Rei do Universo para desempenhar sua missão com maestria"
Me desculpa, mas por mais que eu tento não consigo parar de pensar em você.... e não é de hoje você deve saber rsrs, é que eu sempre te vejo com um monte de cara bonitão e fazendo o que você gosta e isso sempre me fez pensar que não sou nem de longe alguém que teria alguma chance com uma mulher incrível como você... mas sabe... eu já estou em uma fase que não aguento mais a incerteza, e queria saber de você sinceramente, se um cara como eu tenho alguma chance de algo com você... qualquer coisa, sei lá... mais ser mais do que um amigo, porque eu realmente gostaria muito de uma chance, não sei se estou querendo muito, pois só a sua amizade por mais que seja distante já me faz muito bem, mas eu realmente gostaria de algo a mais, eu te acho não só linda porque isso é algo supérfluo mas te acho alguém de uma alma incrível e que eu realmente gostaria de estar perto sempre, alguém que realmente eu sei que eu teria a somar e com toda certeza me faria alguém ainda melhor... bom é isso... eu já tive muitos nãos na minha vida e muitos sim também, independente do que você falar, quero que saiba que meu carinho por você não vai diminuir e minha estima por você será a mesma... ❤️
*** Em águas límpidas canta o mar
entre acordes de sal e sol
a sua imensurável força
que o tempo não poderá levar ***
**Acordes de sal e sol **é metáfora criada pela escritora Neusa Marilda Mucci e já registrada.
É como um útero cinza que habito:
ar, água, vias de sangue
circulam entre mim e sonhos.
Ruas se entrecruzam
com alguma surpresa:
trompas.
Na esquina, pode estar
qualquer forma de claustro, desespero,
antes mesmo do fim:
ovário.
A indiferença se disfarça de beleza, proximidade:
religiões, bares, barracas
de comida urbana disputam convivas.
O tempo não nos absolve
dessa correria encardida.
Dias nos fazem deixar um pouco do que somos
para trás:
placenta em lixo hospitalar.
Tudo é
O que ali está
E o que ali está
Nunca mais acaba
É o concreto absoluto
E quase insuportável
De quem viu claramente visto
Como um danado
Cada detalhe vive
Inteiro
Íntegro –
Sua importância é igual
Ao inteiro mundo
O mistério dos mistérios
Ali está
Visível
Manifesto
Mas ninguém sabe o que é
À Virgem Santíssima
Cheia de Graça, Mãe de Misericórdia
N'um sonho todo feito de incerteza,
De nocturna e indizível ansiedade,
É que eu vi teu olhar de piedade
E (mais que piedade) de tristeza...
Não era o vulgar brilho da beleza,
Nem o ardor banal da mocidade...
Era outra luz, era outra suavidade,
Que até nem sei se as há na natureza...
Um místico sofrer... uma ventura
Feita só do perdão, só da ternura
E da paz da nossa hora derradeira...
Ó visão, visão triste e piedosa!
Fita-me assim calada, assim chorosa...
E deixa-me sonhar a vida inteira!
Amei-te? Sim. Doidamente!
Amei-te com esse amor
Que traz vida e foi doente...
À beira de ti, as horas
Não eram horas: paravam.
E, longe de ti, o tempo
Era tempo, infelizmente...
Ai! esse amor que traz vida,
Cor, saúde... e foi doente!
Porém, voltavas e, então,
Os cardos davam camélias,
Os alecrins, açucenas,
As aves, brancos lilases,
E as ruas, todas morenas,
Eram tapetes de flores
Onde havia musgo, apenas...
E, enquanto subia a Lua,
Nas asas do vento brando,
O meu sangue ia passando
Da minha mão para a tua!
Por que te amei?
— Ninguém sabe
A causa daquele amor
Que traz vida e foi doente.
Talvez viesse da terra,
Quando a terra lembra a carne.
Talvez viesse da carne
Quando a carne lembra a alma!
Talvez viesse da noite
Quando a noite lembra o dia.
— Talvez viesse de mim.
E da minha poesia...
À volta de incerto fogo
Brincaram as minhas mãos.
... E foi a vida o seu jogo!
Julguei possuir estrelas
Só por vê-las.
Ai! Como estrelas andaram
Misteriosas e distantes
As almas que me encantaram
Por instantes!
Em ritmo discreto, brando,
Fui brincando, fui brincando
Com o amor, com a vaidade...
— E a que sentimentos vãos
Fiquei devendo talvez
A minha felicidade!
Para te amar ensaiei os meus lábios...
Deixei de pronunciar palavras duras.
Para te amar ensaiei os meus lábios!
Para tocar-te ensaiei os meus dedos...
Banhei-os na água límpida das fontes.
Para tocar-te ensaiei os meus dedos!
Para te ouvir ensaiei meus ouvidos!
Pus-me a escutar as vozes do silêncio...
Para te ouvir ensaiei meus ouvidos!
E a vida foi passando, foi passando...
E, à força de esperar a tua vinda,
De cada braço fiz mudo cipreste.
A vida foi passando, foi passando...
E nunca mais vieste!
Veja o amor do mar
Se você não o sente
Não sabe o que é amar
Veja o sol se pondo
E as estrelas à noite
Vão se dispondo
Veja a lua aparecer
Deixa o amor renovar
Em você florescer
Discurso em crise
Letras voam,
Aéreas no ar.
Consoantes, antes
Levadas a sério,
Hoje despencam
Em queda livre.
Vogais se chocam
Silabas abaixo.
Palavras já não existem mais.
Sons ecoam em dissonâncias,
Nada parece ressonante.
O que antes teria relevância,
Hoje já não encontro mais.
Há mais linguagem desabando
Do que ação se concretizando.
Estamos capotando em discurso.
Eu vivo cansado do mundo,
Eu vivo cansado das pessoas e suas mentes aprisionadas em cavernas escuras,
Deslumbrando, coisas que não estão lá realmente,
São sombras apenas, sombras daquilo que realmente é,
Porque tudo aquilo que é, realmente não é,
Mas, para as pessoas é uma simples mentira,
Fato que não existe!
Murmúrio de água na clepsidra gotejante,
Lentas gotas de som no relógio da torre,
Fio de areia na ampulheta vigilante,
Leve sombra azulando a pedra do quadrante,
Assim se escoa a hora, assim se vive e morre...
Homem, que fazes tu? Para quê tanta lida,
Tão doidas ambições, tanto ódio e tanta ameaça?
Procuremos somente a beleza, que a vida
É um punhado infantil de areia ressequida,
Um som de água ou de bronze e uma sombra que passa...
Trecho
Quem foi, perguntou o Celo
Que me desobedeceu?
Quem foi que entrou no meu reino
E em meu ouro remexeu?
Quem foi que pulou meu muro
E minhas rosas colheu?
Quem foi, perguntou o Celo
E a Flauta falou: Fui eu.
Mas quem foi, a Flauta disse
Que no meu quarto surgiu?
Quem foi que me deu um beijo
E em minha cama dormiu?
Quem foi que me fez perdida
E que me desiludiu?
Quem foi, perguntou a Flauta
E o velho Celo sorriu.
Desejo...
Desejo que um dia desses você se encontre. Sem pressa,
mas que seja o mais rápido possível. Que desse dia em
diante para de se importar tanto com a opinião alheia.
Que não mais permita que outras pessoas te digam
como é ser feliz.
Desejo que o seu coração se acalme. Que aquele amor
que ficou no passado pare de machucar. Que aquele
amor que está por vir chegue e te encontre em sua
melhor versão.
Desejo que você aprenda a ser mais forte do que os seus
medos. Que encontre a sua forma de entender e de se
aproximar do seu EU interior . Que seja grata
simplesmente por ter a chance de estar viva. Que
amadureça ao ponto de perdoar aqueles que causaram
as suas feridas, que amadureça.
Desejo que evolua e aceite o ir e vir natural da vossa
existência neste mundo. Que aprenda a dizer coisas
boas para quem merece ouvi-las. Que tenha coragem
para se impor contra aquilo que você não concorda. Que
faça diferença na vida das pessoas ao seu redor.
Desejo que você tenha a sorte de viver pelo menos um
grande amor; e que tenha a inteligência de saber cuidar
bem quando ele aparecer.
Doce S.I.S
Enquanto isso ...
Vamos um ao outro nos tocar
Enquanto temos mãos:
Palma, antebraço, cotovelo…
Vamos nos amar pelo tormento
Vamos um ao outro machucar,
Mutilar, deformar, adulterar
Para que melhor nos lembremos
Para que mais nos afastemos?
Se não houvesse máscara, o rosto
Não seria iluminada esta prisão,
Há tempo teria saído da razão,
De medo, de dúvida e aflição…
Minto quando digo não há ciúmes
Verdade que te quero voluntária ,toda minha
Sinto saudade , sinto alegria te sinto misto de magia .
S.I.S
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