Poesia de Pais de Pedro Bandeira

Cerca de 111696 frases e pensamentos: Poesia de Pais de Pedro Bandeira

Ela pode ser atacante
Ela pode ser goleira
Ela pode ser juíza
Ela pode ser bandeira
E a torcida pode aplaudir de pé
Pois a mulher pode ser o que quiser!

Não me envergonho da bandeira nem do brasão de minha Pátria.
Porém entristece-me dos que pisam neste solo amado e fértil; dizendo-se patriotas. Onde conspiram e surrupiam a mesma envergonhando o leito que dela permeiam...

Por isso dizem que sou louca
Porque teu amor é minha bandeira
Porque está sempre nos meus sonhos
E te sigo pela vida inteira

Ela pedia desculpas, ela sempre levantava a bandeira branca, chegava em acordos rapidamente, quebrava o orgulho bobo e ainda acreditava que ia ficar tudo bem. Não por está errada , mas na esperança dele entender o que ela realmente estava querendo ensinar. Ela tentou, tentou tanto e como tentou. Porém ele não entendeu nada,não entenderia.
Ela era tudo o que ele não merecia.

Você já assistiu algum filme Norte Americano, sem que, em algum momento apareça a Bandeira daquele País; ou a marca de um produto deles? Pois é! Agora! E em nossos filmes? Você já viu aparecer uma marca de um Guaraná ou nossa Bandeira? Em filme brasileiro ou novela, o cara aparece tomando Whisky e não Cachaça (Aguardente de cana tipicamente brasileiro).
Ou seja eles supervalorizam as coisas deles, enquanto nós desmerecemos as nossas...

QUEM ESTÁ ACIMA DO BEM E DO MAL?


As pessoas costumam levantar a bandeira de que não se arrependem de nada que fizeram um dia, particularmente acho que no meio dessas declarações exista uma dose bem caprichada de hipocrisia e vaidade…sempre vai haver algo que tenha feito que hoje é inaceitável e não se encaixa com as coisas que você acredita que sejam corretas, pode ser a coisa mais banal, mas que no fundo você não gostaria de repetir…isso é arrependimento, e arrependimento é mudança de atitude, é a pessoa analisar o feito e compreender o limite do certo e errado pra ele…a questão principal é que o arrependimento é visto como fraqueza e não como aprendizado…o que importa é o que a pessoa entenda os prós e os contras daquilo que foi feito. Agora, afirmar que não há arrependimento por nada, é a pessoa acreditar que ela está acima do bem e do mal.

Certa vez eu estava assistindo um filme chamado: "ASSASSINOS", Com o Stallone e o Bandeira. Era uma história de dois assassinos. No meio do filme o Slallone pede para a amiga dele contar uma historia para ele, e ela conta uma história de um pardal que voava pela neve, e a neve congelou suas asas e ele acabou caindo. Mas quando ele estava la no chão caído, veio um vaca e defecou nele, mas como a fezes estava quente ele ficou sujo mais aquecido. Nisso apareceu um gato, limpou e comeu ele.
moral da historia:

Nem todos que defeca em você e seu inimigo, assim como nem todos que te limpa e seu amigo..

⁠Arraiá em casa
Esse no ano no São João
Só escuto o balançar da bandeira,
O coronavírus está presente
E não veio pra brincadeira.
A fogueira não deve queimar
E forró não vamos dançar,
Usar máscara sempre que sair,
Mas é em casa que devemos ficar.
O balão não vai subir,
Nem os fogos estourar no céu,
A higiene é a melhor saída,
Use sempre álcool em Gel.
Lavar as mãos é essencial,
Evitar abraços e aperto de mão,
Para que logo nos livremos,
Pra ano que vem festejarmos o são João.
O certo é evitar aglomeração,
Esse ano o são João não vai ter,
Ficar em casa é o que devemos,
Para o vírus combater.
Pamonha, canjica e pipoca,
São comidas típicas essenciais,
Não dívida talheres e copos,
E não compartilhe objetos pessoais.
E as notícias duvidosas,
Não devemos reenviar,
Precisamos de cooperação,
Para no ano que vem o são João a gente dançar.
Dançar xote, xaxado e baião,
É o que eu quero fazer,
Mas não posso fazer isso,
Enquanto o vírus não conter.
Nem vestido de chita, nem camisa xadrez,
Esse ano é tudo diferente,
É máscara no rosto e álcool nas mãos,
Para logo sairmos dessa situação emergente.
Juntos contra o coronavírus,
Todos nós devemos ficar.
Santo Antônio, São João e São Pedro
Há de nos abençoar.

Um poeta
desfolha a bandeira
e eu me sinto melhor colrido
pego um jato viajo arrebento
como roteiro do sexto sentido
foz do morro,
pilão de concreto
tropicália,
bananas ao vento.

Não Sou Manuel
.

Chega
Já deu
Não sou Manuel Bandeira mas vou-me embora ...

Aqui despedaço
Trituro
Remouo
Firo Junto ao sol

As lembranças também fritam
Tenho pelo menos 3 queimaduras
De terceiro grau

Sempre existiu tanta aversão pelo fogo...
Não há por que isso permitir
Ficar tanto tempo nesse calor

Volto pra onde nasci
Troco de lugar
De pele
A cor do cabelo
E o endereço

Quem sabe assim eu não consigo fugir
Das lembranças daquilo que eu tanto persegui ?

Uma bandeira vermelha, o manifesto do caos.
Verde , Amarelo e Azul, manchado por um vermelho sangue, sangue derramado do povo, do suor, das lagrimas do sofrimento, somos apenas escravos de um sistema, totalmente dependentes de um contrato social, uma infamia denominada democracia, um pacto de sangue chamada constituicao.
Nao e a verdade que rege este pais, mas a mentira, a traicao a usurpação, é um conjunto de regras sociais elaboradas sem nosso consentimento, a violaçao da ordem, e a destruicao do progresso. Somo uma vergonha.

⁠⁠Entre o amor e a guerra, nascida de todo esse caos.

Não levanto nenhuma bandeira, ou defendo quem não precisa de defesa.

Quem pensa que aprendeu de tudo, não tem muito para lembrar.

Sua condenação lê, a companhia quem vai julgar.

Gratidão nao é uma bandeira que se sacode pra ser vista..

Gratidao esta impregnada de ações.

Eu nao sou fã das palavras.

Sou apaixonada pelas açõe⁠

Tem dias que sou mesmo assim
Acendo o pavio da Intensidade
e levanto minha bandeira de loucura .
É a maneira que consigo
me blindar e me defender
de toda fútil "lucidez" desse mundo.

A cruz é meu estandarte, minha bandeira,
pois nela encontro vida, perdão e poder.
Nenhum inimigo prevalecerá contra mim,
porque Cristo é meu escudo e fortaleza.
Mesmo quando a dor tenta me abater,
Deus ergue meu espírito e me faz andar.

7 de setembro, bandeira no céu.

Mas nossa independência

É só papel.

Foi grito, foi pose, foi teatro, foi cena.

O povo aplaudia

mas a dívida

já nascia.

Do Ipiranga à City de Londres o grito virou contrato e o contrato virou corrente corrente invisível elegante, porém permanente.

Paga aqui, refinancia lá

juros sobe, esperança cai

o nome é bonito

soberania Nacional.

Mas no extrato.

Dependência Global.

Diziam

Somos livres, somos bravos, somos gigantes.

Mentira elegante!

Escravos modernos, pagadores constantes.

Dois milhões de libras

e um século inteiro de promessas quebradas

de um lado a coroa caía.

Do outro, o povo segurava as algemas douradas.

Se fosse hoje? Dois bilhões quem se importa?

O problema não é o preço.

É o ciclo. É a porta que nunca se fecha, é a dívida que nunca morre

O banco não te mata

ele te deixa vivo

Pra pagar.

Independência ou morte! gritou Dom Pedro.

E a Inglaterra respondeu

assine aqui, parceiro.

Enquanto o povo gritava

o banqueiro calculava.

Enquanto a criança nascia

a dívida já a registrava.

E aqui estamos

exportando vida

Importando miséria.

Riqueza some na bolsa

e volta na fatura bancária.

A bandeira tremula mas quem segura é o vento da ilusão.

Somos livres na música

somos livres no hino

mas escravos na prestação.

7 de setembro é só desfile

É só fumaça pra esconder

que a independência nunca chegou. E talvez nunca vá nascer.

O Senhor é a nossa Bandeira.


Deus tu és tudo que eu tenho.
Bom dia Bahia, bom dia Brasil.
Por mais que tentem nos calar,
o Senhor é, e sempre será a nossa
Bandeira.

1574
"Não tenho como confirmar mas contaram-me que o grande Manuel Bandeira, quando menino, encontrou-se, no bonde, com ninguém menos que Machado de Assis! (Eu sequer sabia que eles eram contemporâneos). Mas... Imaginem a emoção!


E, para ficar bem com o Maior de Todos, Manuel Bandeira teria dito que havia lido todos os livros do 'Bruxo do Cosme Velho'. Desconfiado, Machado começaria a fazer perguntas, quando a 'próxima parada' salvou o Menino Futuro Grande Poeta: ele precisou descer ali mesmo, HeHeHe!"

Ainda pulsa a esperança


O fogo devora o verde,
o amarelo, o azul profundo,
uma bandeira queimada como memória de um sonho.
Ruas viraram cinza
e eco de passos perdidos,
mas ainda pulsa a esperança
em meio ao abandono.


As chamas refletem o caos de cidades em pranto,
carros queimados,
prédios que choram fumaça.
No horizonte,
silhuetas caminham sem destino,
como sombras que guardam histórias de um povo ferido.


O céu se abre em nuvens pesadas, carregadas de medo,
helicópteros cortam o silêncio
de uma pátria em alerta.
Mesmo na destruição,
há um grito que insiste:
“Olhem para nós,
aprendam com a dor
que carregamos.”


E assim, entre brasas e escombros, o país respira,
resiste no eco de vozes que ainda não se calaram.
A bandeira, ferida, ensina que mesmo em chamas
pode brotar a coragem de recomeçar.

E no fogo,
A bandeira ainda brilha,
não como símbolo,
mas como desafio.
Que arda o que precisa arder,
para que o amanhã renasça das cinzas, intacto e audaz.