Poesia de Moral
Por mais que você aprenda falar o necessário e expressar claramente grandes verdades, não faltará quem distorça sua fala com base numa moral reduzida.
Que caiam as espadas e os escudos de nossas mãos. Mas o nosso semblante jamais cairá, pois é a moral de um guerreiro implacável que nos sustenta e nos mantem de pé.
"Condenar o outro de práticas desonestas quando não se é honesto... É de uma hipocrisia sem tamanho... É a maior injustiça moral que pode existir."
Com efeito, relativamente à natureza, a experiência dá-nos a regra e é a fonte da verdade; no que toca às leis morais a experiência é (infelizmente!) a madre da aparência e é altamente reprovável extrair as leis acerca do que devo fazer daquilo que se faz ou querer reduzi-las ao que é feito.
"Se possível, afaste-se da maioria, não entre em aglomerações e nem siga ideologia de rebanho. Existe uma dúvida moral no que é unânime."
O enganador é o verdadeiro enganado; vítima de seu próprio ardil, pois, enquanto acha que ganha, perde em crédito e moral.
Para alguns, os valores morais não têm nenhuma importância. O que vale e tem valor é o financeiro de cada um.
O pudico acha que não vale a pena ser imoral não porque a moralidade o torna grande, mas porque a imoralidade o diminui perante os olhos dos outros.
Há pessoas que seguem um líder pelas suas causas em prol do bem comum, já outras preferem seguir e até se tornar o reflexo de parte de uma sociedade egoísta, egocêntrica e preconceituosa, onde o falso moralismo impera criando falsos valores amorais sem cognição da realidade que habita e total falta de empatia pelo próximo.
Freud já dizia que existem construções sutis nos manipulando, como o 'não temos que'. Na verdade, não temos que nada, mas o superego frequentemente aspira a ser o super-herói moral, impondo normas e valores.
O orgulhoso conhecimento do privilégio extraordinário da responsabilidade, a consciência dessa rara liberdade, desse poder sobre si mesmo e o destino, desceu nele até sua mais íntima profundeza e tornou-se instinto, instinto dominante – como chamará ele a esse instinto dominante, supondo que necessite de uma palavra para ele? Mas não há dúvida: este homem soberano o chama de sua consciência...
O poder assim como as riquezas são importantes para a evolução material de pessoas e povos, mas é um veneno para a alma quando mal utilizados ou usados em excessos e abusos, pois aí podem levar a tirania, corrupção e queda moral e espiritual e até a óbitos e sofrimentos.
"A prática de maldades, como se aproveitar de alguém vulnerável ou se beneficiar de situações desfavoráveis para outros, pode trazer uma satisfação temporária, alimentada pela ganância, desonestidade e crueldade. No entanto, essa sensação é superficial. Em contrapartida, ao buscarmos a felicidade por meio de atitudes que respeitam valores éticos e morais, encontramos um sentido mais profundo e duradouro. Essa conexão com o que é justo nos permite desfrutar de momentos verdadeiros de alegria. A verdade é justa e necessária e a felicidade prevalece ao passo que, mesmo em momentos de tristeza, se possa seguir com a certeza das boas intenções praticadas."
As pessoas que mais se mostram honestas por conversa, são as que decepcionam! " Não adianta falar que é cristão, tem que ser de coração".
Na vida mais importante do que ser um homem de sucesso é ser um homem de valor, ainda mais nos tempos atuais e num país onde reina a corrupção e o crime.
Ética não é simplesmente não falar mal dos outros ou seguir regras por obrigação sem nenhum tipo de consciência social. Ser ético significa zelar pelo Bem comum.
Não tentavam descobrir as leis da cooperação social, porque pensavam que o homem podia organizar a sociedade como quisesse. Se as condições sociais não preenchessem os desejos dos reformadores, se suas utopias se mostrassem irrealizáveis, a culpa era atribuída à deficiência moral do homem. Problemas sociais eram considerados problemas éticos. O que era necessário para construir a sociedade ideal, pensavam eles, eram bons princípios e cidadãos virtuosos. Com homens honrados, qualquer utopia podia ser realizada.
A prática constante de definir como inadequado o ato de tornar público uma ação altruísta, faz com que se deseje mais, estar no papel de vítima pela atenção recebida, do que no papel de benfeitor por medo de julgamentos.
