Poesia de Medo
Colocamos cargas desnecessárias de peso nas nossas costas através de cobrança, ansiedade, medo e pressa. Vivemos de uma forma onde o tempo é o chefe e você é o estagiário perdido entre multitarefas. Não seja seu próprio inimigo, não seja estagiário, seja apenas você sem acréscimos de amedrontamentos.
Todo cristão que aceita cegamente as opiniões da maioria e segue, por medo ou timidez, o caminho da conveniência ou da aprovação social torna-se mentalmente e espiritualmente num escravo.
Aprenda com o passado, viva o presente e projete o futuro. Não tenha medo do passado, nem ansiedade pelo que há de vir. Viva plenamente um dia de cada vez.
Contudo devemos tomar cuidado com as imagens negativas, e principalmente a do medo e insegurança, pois estas devem ser detidas assim que aparecem.
O belo é óbvio, é previsível. O sublime é o contrário. Uma criança quando experimenta o medo do escuro, ela experimenta a própria dimensão do sublime.
Se eu te adorar por medo do inferno, lança-me no inferno; Se eu te adorar por causa do paraíso, exclua-me do paraíso; mas se eu te adorar por causa da tua face, não escondas de mim a Tua face.
Só temos uma vida, devemos fazer tudo o que nos faz feliz sem medo de arriscar, pois quando perceber pode ser tarde de mais e não terás outra chance para viver tudo de novo... Portando seja feliz, não espere o amanhã chegar, faça o que você achar melhor para sua felicidade não pela cabeça de outras pessoas... Ninguém conhece sua vida melhor que você...
Que o medo não me impessa de ousar, que o orgulho não me roube grandes oportunidades, que meu senso crítico não seja abalado, que meu coração seja justo e que minha presença seja de alguma forma construtiva.
Me compra, me leva pra casa com tudo o que tem direito. Com medo, com mania, com falar demais e sentir de menos.
Eu sempre tive medo da maneira absurda de carinho que quis te dar. Tive medo de gostar mais ainda de você e tornar o que podia ser um simples vento na minha vida, uma dependência. Evitei que você olhasse demais nos meus olhos e descobrisse todos os segredos que escondia, temi cada vez que você insistia em me envolver como se eu fosse uma criança precisando de proteção e fugi do meu coração todas as vezes que ele insistia em nós dois. Assumo que foi por medo. Medo de fazer de você o meu mundo. Medo do amor enorme que sempre quis te dar, mas não sabia nem por onde começar. Medo de ser feliz demais, mas ser sozinha.
Desisto. Essa é a palavra na qual mais tenho medo, sempre aconselho todos a nunca falarem, mas sempre chega uma hora que eu tenho que dizê-la.
Quando um homem enfrenta o medo, a sua alma é testada. Aquilo que ele procura, aquilo que ele nasceu para conquistar, a sua própria natureza se torna evidente.
Deve-se usar o medo e a pressão do ambiente não para se deixar paralisar, mas sim para o impelirem para a frente.
São tantos os medos que permeiam minha frágil condição de humano, mas o medo de te perder é o maior de todos eles. Amo-te demais!
Ei, medo, eu não te escuto mais! Você não me leva a nada! E se quiser saber pra onde eu vou... pra onde tenha sol, é pra lá que eu vou.
O silêncio não é apenas a falta de palavras,talvés seja o medo de dizer oque deveria ser dito...ou apenas o momento não seja oportuno para dize-las
Eu acredito em profundidades. E tenho medo de altura, mas não evito meus abismos. São eles que me dão a dimensão do que sou.
'Que vontade, que vontade enorme de dizer outra vez meu amor, depois de tanto tempo e tanto medo. Que vontade escapista e burra de encontrar noutro olhar que não o meu próprio - tão cansado, tão causado - qualquer coisa vasta e abstrata quanto, digamos assim, um Caminho. Esse, simples mas proibido agora: o de tocar no outro. Querer um futuro só porque você estará lá, meu amor. O caminho de encontrar num outro humano o mais humilde de nós. Então direi da boca luminosa de ilusão: te amo tanto. E te beijarei fundo molhado, em puro engano de instantes enganosos transitórios - que importa?'
Mas não adianta: um dos meus males é ter medo de magoar as pessoas. Não precisar de ninguém... E há pouco me queixava de solidão. Eu não me entendo mesmo. (...)
