Poesia de Medo
Coragem não é ignorar o medo, mas enfrentá-lo quando a única certeza é a escuridão do desconhecido e o silêncio dos que preferem não ver.
Meu amor te amarei em pensamentos sem medo, sem frio, sem calor. Com muito amor de velarei pelos quatro cantos de mim, como se fosse metade de ti. Metade de mim é amor e a outra metade se funde nele, sem máscara sem medo, pois amar é segredo que a alma guarda no fundo do Coração. Amor é gratidão, perdão, reconhecimento, que o sub-consciente resgata do consciente. Quem ama entende a ausência do outro. Quem ama, sofre calado, no silencio do eu imaginário que assombreia a vida. Quem ama medita em meios às tempestades. Quem ama tem o livro de paginas, com linhas douradas e nele desenha, Deuses poderosos que cura, liberta e exalta fontes de Luz que alumia caminhos que a vida tem. Te AMO.
Havia a esperançosa ameaça do pecado, eu me ocupava com medo em esperar; sem falar que estava permanentemente ocupada em querer e não querer ser o que eu era, não me decidia por qual de mim, toda eu é que não podia; ter nascido era cheio de erros a corrigir. (...) Tomava intuitivo cuidado com o que eu era, já que eu não sabia o que era, e com vaidade cultivava a integridade da ignorância.
Tu és tão simpática comigo e assim fico sem jeito e com medo de cair nessa tentação de amor impossível...
Do que tens medo? de tentar? ou de não dar certo? É sempre melhor tentar do que não tentar porque não saberás se vai dar certo ou não. Tente sempre, reative suas forças e diga eu posso!
"O medo não é uma condição de fraqueza, e sim um estado de alerta para você não conduzir suas escolhas há um caminho sem volta."
"Não permita que a ansiedade mórbida exale no seu latíbulo, o medo irracional de ser esquecido ou ignorado por figuras genéricas. Exortando de si sintomas secundários de personalidade limítrofe ou narcisista, que podem insultar paulatinamente num distúrbio obsessivo-compulsivo de transtornos mentais, como o impasse amargo da atazagorafobia."
“Aprendi a ter o respeito como escudo e o medo como espada. E sei que a espada só deve ser usada em último caso.”
"Num tempo em que a verdade é censurada e o medo é vendido como virtude, uma marca autêntica é um ato de rebeldia."
"Em tempos de manipulação sutil e medo travestido de moral, um storytelling autêntico é mais que técnica — é insurgência."
"Em uma era de filtros e discursos prontos, em que a verdade é censurada e o medo é vendido como virtude, uma voz autêntica é um sussurro de insurgência."
“Vivemos tempos em que o medo é virtude, a verdade é crime — e uma simples voz autêntica, um grito de resistência.”
A filosofia do lobo solitário é escolher o próprio caminho, sem medo da solidão, porque sabe que sua verdade não precisa de plateia — apenas de coragem para seguir.
Pare com esse medo de perder as pessoas e entenda que você também é uma grande perda, talvez o "para sempre" seja por memórias e não pessoas, você precisa passar resto da vida antes de tudo com você, pois você é forte suficiente para começar tudo de novo, nunca se exergue através do olhar dos outros, não se sinta culpado por fazer o que é melhor para você, eu sei vai doer hoje, até mais uns dias até não significar nada, uma boa escolha para eternidade, compensa milhares de escolhas erradas na terra.
Um ateu é alguém que fugiu da dialética por culpa, medo ou modismo. Criou uma síntese, ignorando a tese e a antítese; entrou em um labirinto escuro fechando os olhos, ouvido e os sentidos do corpo e do espírito e desesperado esbraveja - Deus não existe!
É mais fácil lidar com o medo do que com a ansiedade. O objeto do medo é externo, a ansiedade é interna. Do primeiro consigo fugir, do segundo - não, porque começa fazer parte intrínseca do que sou, gerando uma expectativa aflitiva. Fale sobre ela para alguém que queira lhe ouvir.
Quando corremos da dialética nos rendemos ao trivial, com medo do contrário. Mas, a vida se projeta como síntese, na dinâmica da oposição existencial.
Não tenha medo do contrário. Quando tudo estiver a favor estamos sendo levados por ventos que desconhecemos, tanto a origem, quanto o destino
