Poesia de Mae para meu Filho Homem
Ao contrário de Cristo, não julgo fraca a minha carne; antes, o meu espírito, pois está sempre à sua submissão.
Meu som ficou diferente, refinado, acho que foi o conhecimento adquirido hoje faço a letra juntando o campo harmônico no tom na rima ela flui naturalmente quando termino penso, é, isso saiu de mim quase nem acredito.
O céu que eu vejo é o mesmo que você vê, mas o vemos de formas tão diferentes. O meu é bem mais triste que o seu, ele é carregado de nuvens negras e fortes pancadas de chuva. Em dias estrelados, o meu presenciou minhas tristezas, não foram apenas uma ou duas, foram muitas, até perdi a conta de quantas e elas sempre foram causadas por você. O céu que eu vejo, presenciou noites de olhos abertos por causa da insônia e das noites de prantos e garganta rasgada em meio a tantos gritos abafados no travesseiro. Houveram noites frias, em que o peito apertou, o coração chorou e a alma definhou. E muitas delas foram embaladas por silêncios gritante e cortantes. E o céu que me vê não aguentou tanto sofrimento e se debulhou em lágrimas. Meu caro, até o céu chorou por mim, várias e várias vezes. Todas aquelas gotas de água que escorrera, eram lágrimas em forma de chuva. Na janela do meu quarto, eu passava por tudo isso, calado, apenas na companhia da solidão. Fora do quarto, nunca tive tempo de chorar, pois estava usando um esboço mal feito de um sorriso, para agradar a todos, para fugir de perguntas, de julgamentos e de pessoas sem amor ao próximo. Assim como meu coração, o meu céu também se rasgou, e fez cicatrizes. E essas mesmas, no seu céu, você chama de relâmpagos e trovões, porque eles aparecem aí também. Mas você só admira a beleza e não sabe porque aquilo realmente acontece. Eu embelezo o seu céu com o meu sofrimento, com a minha dor e você nunca vai saber. O meu céu é bonito de longe, porque a distância a gente nunca consegue ver as rupturas, cicatrizes e cortes que as coisas tem, de longe tudo é mais bonito. Mas só quero que saiba de uma coisa, meu amigo: até o céu chorou comigo. É tanta tristeza acumulada, que nem o céu segurou suas lágrimas.
Hoje escorreu uma lágrima pelo meu rosto e era uma lágrima de saudade, tem horas que você a guarda tanto, que ela resolve sair por livre e espontânea vontade, para amenizar sua dor. Eu estou magoado, mas ninguém compreende as minhas palavras sussurradas, baixas, quase sem voz. A minha aparência esta horrível, faz dias que não durmo, faz dias que sinto a sua falta e eu queria que isso fosse pelo menos um pouco recíproco. A saudade bateu em minha porta, junto com ela a solidão, elas chegaram perto de mim, ficaram em silêncio e apenas me afagaram, me acolheram, me deram colo. O que mais dói, é saber que elas talvez sejam minhas únicas amigas, é saber que elas nunca vão embora, mesmo quando todos me abandonam. E eu fico aqui, abandonado, feito um cão sem dono. Esperando que passe a dor desse meu pobre coração moribundo. Que não bate mais, apenas apanha.
Verte em meu ser uma alegria e gratidão imensurável como águas de um infinito oceano, que penetraram meu coração de uma forma inesperada e surpreendente. Talvez tenha sido pela forma súbita que me atingiram que as forças de suas ondas só se intensificam de minuto a minuto, estabelecendo uma convicção de que nada está perdido e é somente o início de inestimáveis surpresas futuras.
O meu amor próprio não me abandona nunca; Eu sou muito apaixonado por ele, e ele também por mim; Eu sou meio que narcisista, eu me amo.
A principal preocupação por hoje é ter certeza de que não faço mal ao meu semelhante, então é melhor plantar flores para colher o meu jardim.
Rapaz, se tem algo que reencarna mais do que gente é o meu carro. Deus abençoe aqueles que são dirigidos por quem tirou a carta agora.
O que trago em meu coração hoje? além de medos, sentimentos e incertezas, essas e diversas formas estão presentes e me deixam ausente, de mim mesma. Me perco no meu pensar e de repente estou no mesmo lugar, tento até mudar, mas não saiu de lá, que coração ingrato me fez de capacho, porque me trouxe neste lugar? É como se estivesse em um labirinto, permanecendo em círculos sem saber a direção que devo caminhar. Preciso me encontrar, vencer meus medos, arrumar meu coração, se encher de certeza que eu posso mudar, que basta tentar que já estarei saindo do lugar. Porque mudar é um processo e por ele, preciso passar.
O que penso de mim é muito mais importante, profundo e certo do que o que pessoas que não vivem meu dia a dia, nem conhecem minhas intenções me rotulam por situações isoladas.
Dizem que você é solteirão, que é solteirona. Meu amigo, minha amiga, você não é um rejeitado(a), você é um sortudo(a), podem amar a quem quiser. São livres! Aproveitem!!!
O tempo sempre é um grande aliado. Já se vão alguns anos que perdi meu pai, e a vida trata de nos conduzir da melhor forma, trazendo novos significados para a dor. Um deles é a gratidão. Como palestrante e padre, acompanhar o sofrimento de tantas famílias que vivem a dor e a tristeza do luto só é possível graças a essa experiência vivida.
Não importa o que o destino me deseje, eu sobreviverei! Sem medo, voltarei à meu verdadeiro lar e passarei à ser aquele quem sempre fui destinado a ser: Perpétuo admirador da bondade e da beleza, supremo adorador da vida e do amor. Este amor que me perfura e me sara a dor, que me guia na escuridão deste caminho sem fim. Amor este, que é atrelado à meu coração, onipresente em minhas memórias, incessante e eterno.
Não posso mais me permitir dor... Meu peito transborda lamentos e minha mente em curto declara sofrimentos, por não ter você aqui nesse momento... Me torturo em procurar erros, falhas e desacertos!
Em qualquer lugar onde nos encontremos... Você meu amigo, sempre fará parte do meu mundo, porque tu conheces a minha verdadeira essência. Saiba que sempre farei boas coisas a ti sem esperar nada em troca, porque tu és meu irmão de coração.
O meu pensar mudou de lado em tempo oportuno, louvável: ao baixar as armas de fogo, pólvora e chumbo; letais mesmo em disparos em alvos indefinidos e impensado.
Desarmei o meu coração errante. Nessa ablação do erro, conquistei muitos amores e compensei os meus temores.
Meu prazer é ganhar os meus dias em calmaria; ver a vida florescer nos meus encantos, em doce viver.
Armado adequadamente ao meu trabalho de pensar, estimularei o meu raciocínio lógico à obra que me propor a fazer.
Meu prazer, pensar; minha arma, a palavra; meu fanal, o ouvir; o meu segredo, vivências. A meus seguidores, uma advertência: papel em branco aceita tudo. Por isso, gosto das folhas sem pautas. Tragam-nas, todas para mim, que as devolverei manchadas com palavras misteriosas para fazer sofrer os sábios e entendidos, porque os tolos são insensíveis, não perco tempo com eles. CiFA
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