Poesia de Boca
Em tua intimidade sou conforto, em teus braços o que queira, em sua boca sou o sabor e em teu corpo a sua saliência... Provoco-a tocando em teus lábios, te excitando e te provando no qual desperte as suas essências...
Desfaleço em insanos gemidos, entrelaçado com os desejos que acompanham os teus sussurros...
Surpreso eu estou pelos suaves tormentos que me desatinam com pequenas loucuras e me levam onde jamais pensasse ir... Pela magia do domínio matando a sede por mim...
Um trago um vício... Claro em teu corpo nu... Em tua boca sedenta de paixão, teus olhos manda que eu umedeça a sua boca... E até mesmo o teu corpo;
Permita-me adentrar em teus fluidos acariciar a tua nuca para que nunca mais se sinta só;
Sinta o contentamento que desatina sem dor de amor... Por favor, abraça-me para que eu me sinta um vencedor;
Quero e até necessito do sabor que se faz único e gostoso
Para a minha boca... O sabor proibido da paixão
Que aguça e me revira ao avesso
Mas, contudo, me faz ser safado;
Enxergar o que não há
É arte do querer e não se ter
Para desejar-te amar para obter;
A boca fala o que quer, os olhos veem o que querem...
Os ouvidos ajudam que os sentimentos
Sejam sentidos no coração;
Imagino os teus sorrisos sorrateiros e me sinto despojado pelo seu querer e teus lábios e tua boca que insistem me mastigarem...
Vontade e querer de te invadir pelas intimidades que me intensifica por entre suas entranhas instigando-me salientemente;
Sonho em acariciar os teus seios... A tua pele sem o mínimo de pudor no qual te satisfaça como uma mulher completa... Cúmplices e amantes... Beijos ardentes que nos faça o melhor;
São sempre da mesma maneira... os meus olhos desejando você
E a sua boca querendo a minha para que nós queiramos
Os nossos corpos entrelaçados um com o outro
E conhecermos o pecado carnal;
Fico louco de prazer
Quando o meu corpo
Entrelaça-se ao seu
E sua boca se perde na minha
Encontrando-se com a minha língua;
Prontificando o meu gosto ao seu
Misturando-se indecências opostas
Para sabermos a pena valeu;
O pensamento alheio, fantasia o que não é verídico
Fazendo com que a boca fale o que não fora visto;
O teu brilho que encanta o meu coração
Os teus olhos que fascina a minha alma;
A tua boca que instiga o meu desejo
E sua indecência que provoca o meu corpo;
A loucura que alimenta a nossa sacanagem
E as intenções maliciosas que dá sentido
A nossa razão...
Sinta-me por entre seu corpo como uma brisa de verão
Sinta o gosto em sua boca com o desejo existente...
Suspire o teu prazer... Fale em silêncio pelo teu querer
Que logo te envolverei e te terei junto ao meu corpo...
Quando a boca antes de ter atitude
não consulta a mente...
Tende a golpear com um veneno sujo
absurdamente!
Aquele gosto salgado que deixou em minha boca me fez cego com um forte e intensa negatividade;
Pois nunca me abalo nem quando erro, mesmo com tua correnteza tão incerteza sempre vou contra para mostrar-lhe quantas vitórias se podem juntar;
Da minha boca saem coisas sem sentidos, para chamar a tua atenção e fazê-la entender que o que eu sinto já transborda meu coração sem suportar o desejo que me amargura;
Permaneço sem o chão que você pisa e sem a tua alegria, pois no meu abraço vazio choro as lágrimas que ainda me resta;
Não existiria sonho se o desejo mais oculto se revelasse ao seu silêncio de uma boca calada;
Perdido procurando o meu achar sem a companhia do teu bem que tanto me acalenta;
Cansado de tentar mostrar as minhas sensações busco as suas tentações que me desatina;
Sua boca e seus olhares devoram minha razão insaciavelmente, decifrando meus segredos mais ocultos que há em meu coração;
Eu ando tão nervoso para me declarar ao seu coração que treino tanto na frente do espelho;
Com minha educação sentimental transpasso o que não se entrelaça;
Sei que você se faz dona de meus olhos e que com a boca insaciável desejando me provar;
Pois eu te amo com todos os meus sentimentos, tão lúcidos e tão normais;
O amor me pegou pelo coração não me deixando fugir e meu fluir fora em vão;
No meu escuro o meu silêncio é inquieto com o entrelaçar dos meus sentimentos;
Sou coração vermelho, tenho fome com a sensibilidade na boca e minhas inspirações me criaram com um elemento injusto que passei;
Quem foi o culpado? Na veia um sentimento carente pulsando no coração;
Eu errei e quem nunca errou? Quero evoluir na minha estatística;
Espero por um coração que leve-me ao encontro da felicidade;
Veja e compreenda a escolha quê proporcionará uma verdade ao avesso;
Sua boca beija a beira da vida contrariada com o mínimo de noção possível;
Sem saída você fica frágil para entender o seu próprio destino;
Mas caminha em uma trilha com uma rota riscada achando que seu pecado é o perdão dos justos;
Beija a minha boca e saboreia como podes, por que da luz ilumina a escuridão e dos meus beijos o despertas do teu coração;
Quantas razões já lhe cercaram para que você pudesse amar se importar com as conseqüências?
Teus lábios nunca foram atalhos para o paraíso, pois quão púrpura és tua boca fazendo-se um pedaço de mau caminho;
Tua face és a perfeição mais formosa e graciosa que meus olhos puderam presenciar até o momento;
És toda bela em magnificência desatina minhas lúcidas razões despertando os meus anseios mais plenos;
