Poesia de Auto Confiança
Majestosa águia…
Em meio às adversidades cotidianas, somos frequentemente desafiados a manter nossa serenidade diante de provocações que testam nossa paciência e equilíbrio emocional. Imagine, por um instante, a majestosa águia, que, ao perceber um corvo incomodando-a incessantemente, não desperdiça sua energia em um confronto direto. Ao invés disso, a águia simplesmente alça voo a altitudes inacessíveis ao corvo, elevando-se acima do tumulto e encontrando paz nas alturas.
Este comportamento sábio nos oferece uma poderosa lição sobre autocontrole e resiliência. A águia nos ensina que, diante das provocações, não precisamos retribuir na mesma moeda, nem nos deixar enredar por conflitos infrutíferos. O verdadeiro poder reside na capacidade de se elevar acima das circunstâncias, mantendo a mente clara e o coração tranquilo.
Assim como a águia, podemos escolher nossas batalhas com sabedoria, preservando nossa energia para o que realmente importa e cultivando um espaço interno de paz. Ao compreender que não somos obrigados a responder a cada provocação, descobrimos a liberdade de viver em harmonia com nossos valores, transcendendo as limitações impostas pelos outros, e encontrando força na tranquilidade de um espírito inabalável.
A serenidade, portanto, não é um sinal de fraqueza, mas sim de uma força profunda que nos permite moldar nosso próprio destino, indiferente às tempestades que nos cercam. Que possamos, então, aprender com a águia a arte de voar alto, deixando para trás tudo aquilo que busca nos deter.
YHWH, como podes me amar assim?
Como pode, ó Eterno, me amar sem medida,
Se minha alma é errante, ferida e perdida?
Conheces os passos que trêmulos dou,
E mesmo assim, és o farol que não apagou.
Sabes do peso do erro que carrego,
Das sombras em mim que eu mesmo renego.
Sabes que, diante da porta entreaberta,
Eu fugiria, de alma deserta.
E, ainda assim, me buscas no abismo,
Com ternura que anula meu ceticismo.
Seguras minhas mãos, tão fracas, trementes,
E me ergues em amor, pacífico e ardente.
Teu olhar me atravessa, desarma meu peito,
Como flecha certeira, acerta-me o leito.
Me encontro de joelhos, em pranto sincero,
Pois em Ti, ó Deus, o infinito eu espero.
Sabes que eu culparia Teu nome sagrado,
Pelo que nunca foi como havia sonhado.
Sabes que eu me fecharia em meu medo,
E calaria Tua voz com meu segredo.
Mas Tu, ó Amor, jamais Te retrais,
És chama que arde, mas nunca me desfaz.
És fogo que aquece, mas não me consome,
És a mão que estende, sem cobrar meu nome.
Como podes confiar no que é tão falho,
No coração que já não bate em trabalho?
Como podes, sabendo que eu caio e desisto,
Ser o porto seguro que nunca é omisso?
Leva-me, Deus, pra onde pertenço,
Pois longe de Ti, eu só me despenso.
Minha alma soluça ao sentir Teus olhos,
Que veem além dos meus destroços.
Eu corro depressa, de volta ao teu lar,
Pois sei que em Teus braços é o meu lugar.
E ao Te encontrar, aberto, acolhedor,
Sou quem Te esqueceu, mas Tu nunca, Senhor.
Malandro, desce do teu altar de vaidade…
No palco escuro da vida, onde o orgulho é ator, dança o malandro, confiante, num delírio sedutor.
Crê que o sangue de sua linhagem carrega a centelha, que apenas na sua casa nasce a chama mais velha.
Mas o mundo, vasto, ri dessa pretensão miúda, pois a sabedoria não se prende à herança desnuda.
Não é o ventre solitário que molda o engenho, nem o berço dourado garante o desenho.
Há estrelas em vielas, há luz em becos sombrios, há mentes que florescem mesmo entre os desafios.
Quem se vê dono do gênio, numa vaidade tão vã, esquece que o universo cria mais do que uma manhã.
O vacilo é pensar que a sorte tem endereço certo, que o brilho só repousa no teto do mais esperto.
Mas o destino, astuto, tece fios imprevisíveis, e a inteligência floresce em terrenos impossíveis.
Assim, malandro, desce do teu altar de vaidade, o mundo é vasto, e a vida, cheia de diversidade.
Nem só tua mãe, entre todas, concebe a centelha, pois o cosmos gera gênios sob qualquer telha.
"O melhor amigo do meu melhor amigo, pode ser o meu inimigo."
"Não há mais confiança quando o segredo de uma chave pode ser copiado."
“Quando uma criança cheia de felicidade se joga aos braços do pai, não importando quão distante ele esteja, é porque ela tem total confiança de que ele vai estar lá para abraçá-la. De igual modo, a CONFIANÇA é a pedra angular do amor entre um homem e uma mulher, para que possam se entregar aos braços do outro, sem medo. Quando essa confiança não existe, a união é instável e sofrida”
Ney P. Batista
Apr/29/2021 (Edição)
"Repare como a delicadeza costuma vir das pessoas mais bem resolvidas, confiantes, que parecem estar no comando – e elas estão. Estas são as fortes de verdade. E, o mais importante: tornam-se ainda mais fortes com seus gestos e palavras suaves e gentis, pois a partir delas conquistam os demais, e assim ganham respeito, confiança e poder."
"Se você não estiver feliz com uma pessoa por não ter confiança, e insistir em ficar com esta pessoa apenas por ser uma pessoa boa, é o mesmo que você ter uma barra de ouro em sua mão estando em um deserto escaldante... o ouro terá um valor imensurável na sociedade, mas para aquele momento o que vai te manter vivo no deserto será algo simples como a água..."
Você sempre começa uma história pensando em alguém. Poderão considerá-las românticas demais ou exageradamente sentimental, considerando meus trinta e poucos anos. Sentimentos que, contados em histórias, o bálsamo do tempo da escrita arrefece qualquer coisa. Histórias como daqueles que casam depois de haver gozado e bem, a vida de solteiro. Se conhecem e percebem a reunião, a um só tempo, da beleza de corpo e alma. Após o encontro, fazem-se amantes, em qualquer sentido que se queira dar a palavra. Constroem um lar perfeito e geram uma prole de filhos. Vivem juntos, tipo uns 50 anos; nesse período, passam bons e maus momentos, amparando-nos reciprocamente. Observam a família aumentar com a chegada dos netos. De repente, em poucos dias, esse amor é interrompido por uma doença insidiosa, inesperada, que arranca um dos braços do outro. Quem fica, sofre na alma a violência de um coice. Já estavam beirando os 100 anos. A tristeza é plenamente normal e justificável. Durante um século, embriagaram-se com o amor um do outro. Com a perda, passa a sofrer uma depressão, sem dúvida, decorrente da saudade, e esta, a queria sempre bem latente para nunca esquecer. Não permitia que médicos desbravadores da mente, com seus artifícios freudianos, expulsassem da sua memória, ou, pelo menos, amenizassem a saudade, que em verdade era a razão da sua vida atual. Na concepção que faziam do termo, os quase 100 anos, um ao lado do outro, era a única história que haviam escrito juntos, movidos pela inspiração provocada por esse único, grande e insubstituível amor. Durante todos os anos de felicidade, dedicavam-se as próprias felicidades. Destas, algumas que encontrei em cartas e bilhetes que guardavam dentro de uma caixa de sapato, preferi protegê-las com o véu da privacidade que considero inviolável, tão somente agora; mas um dia ainda escrevo um livro com essa história. Saudades.
Para que a confiança seja conquistada é indispensável a congruência entre o falar e o agir (opiniões e atitudes).
E eu errei sim, magoei muita gente, acabei com a confiança de pessoas importantes, mas eu não me arrependo, na verdade faria tudo novamente, porque isso tudo é resultado de quem eu sou hoje e de quem eu amo ser.
Eu quero a calmaria de um lago no fim da tarde, eu quero confiança, carinho e que seja doce e leve como algodão doce. Que seja puro. Nada de cobranças e muito menos lágrimas de tristeza. Eu quero que seja por inteiro. Nada de coração acelerado ou mãos suadas, não. Eu quero sorriso calmo e espontâneo, quero a liberdade de falar o que vir na cabeça. E que dure enquanto estiver leve, como agora.
"Perder dinheiro é perder pouco, perder confiança é perder muito, mas perder a coragem é perder tudo, porque perderá a si mesmo. Portanto, mantenha a coragem como o bem mais precioso da vida. Dinheiro não é tudo, nem o mais importante da vida. Ele deve vir naturalmente a você, como fruto do seu trabalho honrado."
A fé ñ é algo que o homem produz sozinho. A fé é confiança, e a confiança nasce naturalmente do relacionamento entre duas pessoas,você e Jesus.
É ruim demais depender de expectativas, pior ainda, quando temos confiança em alguém. E a decepção vira só questão de tempo.
Amor e confiança são a base de qualquer relacionamento, sem um desses é como jantar numa mesa de duas pernas.
Muitos dizem que sentem falta de alguém verdadeiro, de alguém sincero, de alguém de confiança. Porém, quando o tem, o que fazem para manter?
Começar uma relação, mesmo que relâmpaga, envolve doação, confiança, sonhos... mesmo que só de um lado. Vocês tão buscando o amor errado, brincando com o que não é brinquedo. Se amem e deixa que a vida cuida do resto.
A confiança é um tesouro valioso demais para ser dado à qualquer um... Pessoas mesquinhas não merecem receber a dádiva da confiança.
Aprendi cedo que amigos vão e vem, que confiança é na família e ponto final. Aprendi que o futuro não se cria sozinho e que o presente é consequência do passado. Mas só aos vinte fui entender que as pessoas só ouvem o que querem e só veem quando o que têm vontade. Foi aos vinte que entendi que o ciúme destrói e que é incontrolável. "E não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam", e não importa o quanto você peça, o quanto queira, o quando considera, também. Percebi que não devemos implorar. Por nada. Nem perdão, nem amor. Se uma pessoa não aceita, não adianta insistir. Deixe-a ir. Quem se importa, fica. Quem quer, dá um jeito.
A confiança perdida é como um quebra-cabeça: você até pode juntar as peças de novo, mas vai dar um grande trabalho.
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