Poesia de agradecimento
Sem sair do lugar,
sem hora e sem data marcada,
A poesia étravessia
mística que me leva
para onde eu desejo
e outros imaginam comigo estar.
Dou bom dia para a minha
Comadre Fulozinha
e como oferenda
trago a minha poesia,
Peço para ela que me ajude
a convencer nem que
seja a base do susto
a gentileza entre nós
e com a generosa
Natureza que nos
brinda com tantas belezas.
Divina Caipora hoje tem
gente que merece nó na língua
para que as mãos não alcancem
e o mal não faça nunca
mais casa onde estimamos.
Mãe da Mata surpreenda
quem merece e se possível
interceda por mim juntos a Deus
por um amor que traga
a mesma paz que traz uma prece.
A minha Língua Portuguesa
é a língua mais poética do mundo,
Cheia de poesia ela é lâmina
que corta, se afia, se desfia, desafia
e desliza pelas verdejantes
montanhas do Médio Vale do Itajaí,
Como pluma do espírito
é corda que se afina com entonação
carinhosa e palavra fina,
e mergulhando pela imensidão
alcança o brilhante do coração.
Resolvi espalhar
o meu perfume no ar,
A minha poesia
está por todo o lugar,
O teu coração está
igual a um tambor,
E a ideia de ser meu
te coloca requebrando
no Coco de Zambê,
Para retribuir você
só falta mesmo
é uma atitude sua
para tudo acontecer.
Trago a Palmirinha
na memória afetiva
que da TV para a mesa
levava toda a saborosa
poesia da Pátria Brasileira.
Palmirinha salvou
a gente e nunca soube
o poder que ela tinha
com as suas receitas
capazes de abrir sorrisos.
Palmirinha salvou
com suas receitas
famílias inteiras,
e gente que lutava
pela sobrevivência
e para abrir caminhos.
Palmirinha colocou
o Brasil profundo
no colo e fortaleceu
todos nós com amor,
fé e muito bom humor.
Deste avoengo tesouro
nacional que jamais
esquecerei na vida,
com todo o carinho
levo também o Guinho
que dela era o amiguinho.
Aliás, éramos todos
amiguinhos que se sentiam
os seus netinhos,
e aprendemos com ela
que ser feliz sempre é a escolha certa.
Observando como a Natureza manifesta a própria
[escrita da poesia assêmica],
escrevo igualmente a minha
mesmo que não encontre
a compreensão alheia,
e não me importo que seja
chamada de prepotência.
Morando na cidade de Rodeio
onde o Médio Vale do Itajaí
com o seu próprio tempo
também dá continuidade
a leitura da poesia assêmica
a todos que sabem ler
com jeito e sensibilidade.
A escrita da poesia assêmica
do Pico do Montanhão
nesta tarde de terça-feira,
leio com os olhos do coração
ela sendo iluminada pelo Sol,
poder ler o quê eu leio
nesta leitura mística cotidiana
é o quê me entretenho.
A poesia escrita assêmica
também é escrita pela nobreza
do Rio Itajaí-Açu com todos
os espaços, contornos, cheias
e até com a própria seca
para acenar que é preciso
ler quando ele manda recados.
Há poesia escrita assêmica
entre nós quando falamos,
quando calamos, quando
captamos presságios,
quando nos apaixonamos,
por onde nós passamos
e até quando desabafamos.
Há poesia assêmica em mim,
em ti, em tudo e em todos;
sobre quem na vida que
se mascara ou se maqueia,
pode ter certeza que haverá
sempre alguém que leia
a sua oculta poesia assêmica.
Ovelha da Poesia
Com Rita eu sorria,
sem a nossa Rita
não há mais alegria;
Santa Rita rogai por
esta ovelha da poesia.
In Memoriam a genial Rita Lee.
Timbó Poética
Do Médio Vale do Itajaí
tu abriga a poesia,
o endereço da Casa do Poeta,
a minha alegria de te ver
esbanjando cada melodia
e a gentileza de sempre
que que me dá força
fazendo com que surja
um poema novo todo o dia
que tu me leva pela mão
para passear por cada rima.
Tem a poesia própria
A exaustão do povo
Buscando uma solução.
Sem resposta insisto,
Continuo escrevendo
Para saber de você.
Tem a poesia própria
O mau líder que os alucina,
Estabelecida a tal covardia.
Sem notícias persisto,
Continuo escrevendo
Para saber aonde está você.
Tem a poesia retrógrada,
A eleição imposta,
Para mandar o sonho embora.
Quero saber
Se você está inteiro e vivo,
Pois já é passada a hora...
Você não imagina,
Não é fantasia,
A poesia é íntegra,
É cheia de motivação.
Real é a intenção
De converter
A tirania evidente
Em plácida libertação.
Virão mais poetas,
Porque a história
Nos pertence,
É secular a redenção.
Ao inocente os louros
da glória evidente,
Aos poetas a vitória
Na imensidão,
Ao povo o direito
de restituição.
Para desmistificar o amor
e o estado de amizade
que carregamos no peito
a poesia sentou praça:
para falar de quem
forage de si mesmo
e por ambição está
querendo ignorar
quem merece valor.
Pois neste mundo
que não há mais
tantas distâncias.
Quem se exime
de dar satisfação
de uma vida que
está em suas mãos,
não tem condição
de reger uma Nação,
E não pode nem um pouco
se queixar de rejeição.
Onde falta
a tolerância
é por onde
a poesia
deve caminhar,
Para despertar
a esperança
quando o teu
o coração
se cansar;
Que preces
por ti
não faltem,
Para que
contigo intacta
permaneça
a sabedoria,
Os meus versos
são canetas
bicos de pena
que escrevem
mil pedidos
de justiça
porque de ti
todos nós
queremos notícia.
Por vinte e quatro
primaveras,
A minha poesia
autoproclamada
porta-voz do amor,
que por notícias
está a espera,
Sabe que
ele suporta
as tempestades,
e vai além
de todas elas,
Porque o amor
é uma primavera
que não passa,
E quem disse
ter se fundido nele
espalhado pelas ruas,
Não pode concordar,
E tampouco se calar.
Do lado da história
assim é a poesia
ao reverberar que
tudo na vida é
repleto de circunstância
que nem sempre
representa os fatos,
por isso o recomendável
é se colocar no lugar
de cada um e sem
preferência de escolha.
Não tenho dificuldades
de viver o que preso,
e nem de dar razão
a quem quer que seja;
Não há mais como
'esconder' mesmo
com tanta ausência
de cartas sobre a mesa,
excesso de dedos
apontadose a justiça
que não tem sido feita.
Não aceito mesmo
estando na condição
de poesia estrangeira,
e preocupação sincera,
aberta e continental,
Pois onde se prende
uma tropa inteira
por notório ardil,
e todos se contentam
de maneira submissa,
Até a fé já nem
é mais derradeira.
Sempre onde houverem
presos políticos,
serei poema que não
cala e não deixa
jamais ninguém se calar.
Rodeio, a poesia dos arrozais
Moro no Brasil
e você não viu
que estou entre
os brotos sempre,
nas mãos dos
nossos colonos
e nas colheitas
eis-me igualmente.
Você não sabe
que sou toda
esta linda História
de amor indo
em frente há muito
tempo silente
e corajosamente.
Sendo quem sou,
eles me sendo e nós
a Deus agradecendo:
Assim somos Rodeio,
a poesia dos arrozais,
com tradição e paz.
A minh'alma feita de poesia
resume a essência da poetisa
pintada pelas tintas das letras,
A palavra não me pertence;
e ensinar a lidar com ela é missão
amorosa para com a nossa gente.
Estrela Rósea
Vitória-Régia
Naiá amorosa
Na hora certa
Vir a ser poesia
Multiplicada
Nas tuas águas
Rodeio de Noitinha
Rodeio de noitinha
se veste da poesia
que ainda não escrevi,
Cai a chuva sobre
a nossa linda cidade
do Médio Vale do Itajaí.
Rodeio de noitinha
me recebe generosa
porque uma para a outra
não nutrimos mistérios,
Somos muito mais
simples do que parecemos.
Rodeio de noitinha
faz pensar na vida,
o quanto adoro o quê
é descomplicado
e o quanto amo viver
na nossa Santa e Bela Catarina.
Ser poeta em plena
quarta-feira é fazer
da rotina a real poesia
do seu dia-a-dia,
Se não tiver caneta
e papel na mão,
Beba café e coma
um docinho gostoso
para alegrar o coração.
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