Poesia de agradecimento
Desculpe-me, mas seus softwares não são seguros, sua rede de internet não é segura, seu antivírus não é seguro, seu servidor não é seguro, seu firewall não é seguro, seu sistema operacional não é seguro, seu celular não é seguro, seu carro automático não é seguro.
Não confie na tecnologia; em qualquer tecnologia existe um caminho de acesso extraoficial! No fim, tudo se resume a um bom domínio de algumas linguagens de programação, lógica, análise crítica e monitoramento e um pouquinho de matemática.
Acredite se quiser, afinal são apenas palavras de um estudante de sistemas de informação.
“Meus pensamentos” Resende, dia 09 de novembro de 2017.
Já entendi.
Nada será como antes.
Éramos amigos e amantes, agora não mais que distantes.
Onde antes havia som suave e gentil,
agora somente uma voz dura, por vezes hostil.
Tudo bem, eu entendo, fiz por merecer.
Outra prioridade está aí no seu coração,
eu vejo, eu sinto, eu choro. Minha maior desilusão.
Te prometi nunca mais brigar. Veja bem, meu bem, também desejo a paz,
Juro que sim.
Mas o lugar onde quer me colocar é frio, muito frio.
Não combina com o calor que produzimos por diversas vezes a fio. Não consigo suportar.
Se é isso o que queres, te desejo nada mais que felicidade.
Mas vou partir.
Cantem outros a clara cor virente
Do bosque em flor e a luz do dia eterno…
Envoltos nos clarões fulvos do oriente,
Cantem a primavera: eu canto o inverno.
Para muitos o imoto céu clemente
É um manto de carinho suave e terno:
Cantam a vida, e nenhum deles sente
Que decantando vai o próprio inferno.
Cantam esta mansão, onde entre prantos
Cada um espera o sepulcral punhado
De úmido pó que há de abafar-lhe os cantos…
Cada um de nós é a bússola sem norte.
Sempre o presente pior do que o passado.
Cantem outros a vida: eu canto a morte.
Prefiro versos de aconchego, daqueles que me tocam por dentro
Mas não sou contrária a versos de desassossego, daqueles que me abrem os olhos...
Meus pensamentos está enfrentando uma grande confusão
Sem saber no que é certo ou não
Se deixo me levar pela paixão ou se espero um pouco mais. Quem sabe o que o futuro me trás. Não tenho pressa mais para o amor, deixei ele me encontrar.
Tenho pensado em como evolui e em como amadureci. Experiências boas ou ruins o importante foi o quanto aprendi.
Penso em quem realmente sou eu,
se sou doce ou amarga, sexy ou sem graça, engraçada ou durona. Acho que sou muitas mulheres em uma só... Penso em quanto penso demais e deixo de agir . Talvez por covardia ou por esperar o momento certo após concluir uma fase da minha vida.
Apenas sei que grandes coisas estão por vim, intuição talvez ou simplesmente fé.
As vezes preciso me abrigar
no colo de Deus.
Minha alma precisa descansar.
Sinto-me tão pequena e, por vezes, perdida!
Meu silêncio se faz presente,
pois já não sei mais o que falar...
Sou triste! não, a minha vida, é triste!
Que posso fazer, sem te conhecer,
Olhar a beleza de teus olhos,
Desejando que me olhe o tempo todo,
Olhos que desejo que me chamem,
Que entrem em meu corpo,
Que invadam minhas dores,
Fazendo com que eu esqueça as dores,
Acabando com qualquer nostalgia,
Fazendo minha alma queimar,
Me deixando louco,louco,louco,
Simplesmente louco,
Totalmente louco,
Desvairadamente louco,
Insanamente louco para estar junto a ti,
Para conhecer-te,
Com puros desejos de falar contigo,
Ainda minha querida Cidinha,
Por tuas palavras, teu anjo amigo,
Teu homem menino,
Tua inspiração,
Quando reacendi a esperança de teu coração,
Regozijei em esperança, antecipei a alegria,
Não importa o cansaço das ilusões da vida,
Importa que me sintas em tua alma,
Aquecendo teus dias, ajudando a iluminar teu caminho.
Farei-te menina-moça-mulher,
Com o despertar de um amor incondicional,
Que não desenterrará sensações adormecidas e sim explodirá em sensações jamais sentidas,
Se um dia vistes estrelas nas ilusões passadas, comigo querida Cidinha,
Sem ilusões, apenas harmonia para que,
Você veja somente Constelações.
Um sorriso discreto, uma felicidade artificial, um olhar de insegurança, um coração devastado, uma alma marcada, um sentimento de desvalorização de si mesmo. Assim é toda pessoa que ainda vive aprisionada em um relacionamento passado.
“Meus pensamentos”. Resende, 14 de Novembro de 2017.
Olhos claros, cabelos lisos como penas meninas brancas ou meninas morenas. Ah, sei lá!
Olhos negros, pele escura, negra linda sem mistura, naquela noite de chuva você me provou que entre todas as possibilidades você é única.
Não sou poeta, e nem amante de poesia só tenho o costume de descrever o meu dia.
Céu azul, olhos azuis na beira do mar ela está vivendo intensamente sem pensar.
Não é possível esquecer-se dos nossos momentos bons; princesa você me entende apenas com um olhar, quem foi que disse que não era possível amar?
“Meus pensamentos” Resende, 10 de novembro de 2017.
Você não aprende a ser um líder com aulas teorias, você não se tornará um líder depois que terminar a sua faculdade, você não aprende a ser um líder mostrando que você é melhor do que os outros.
A liderança é muita mais do que uma capacidade de tomar decisões, resolver problemas ou delegar funções.
A liderança antes de tudo é ética e caráter!
Os líderes de verdade são éticos e não negociam o seu bom caráter.
Você poderá obter seguidores sendo um chefe que negocia sua conduta de acordo com o momento, mas sua conduta determinará se seus seguidores se tornarão futuros chefes ou grandes líderes.
O que os seus subordinados estão vendo em você; um chefe ou um grande líder?
“Meus pensamentos”. Resende, 14 de novembro de 2017.
Sigo o sopro do caminho, do sul para o norte!
Mas a viagem termina quando o sopro se esvai, e sobra apenas o caminho.
Afinal, caminho sem trajetória é um desperdício...
É andar sem sentido nem vontade, em busca de um destino perdido.
Aspas
Muitos falam de sentimentos, mas pouco dizem de sensações.
Quase nenhum cita conhecimento, porém todos ditam deliberações.
Alguns escrevem momentos, outros transcrevem declarações.
Mas sempre cedem os tais tormentos, em busca das mesmas soluções…
Trovoadas
Trovoadas, leves, pesadas.
Jogadas aos montes em massa, sem medo, sem dor!
Do céu, no horizonte, das nuvens, ao chão.
Trovões, relâmpagos, luz, escuridão...
Cifra
Como num simples toque, Gerando um singelo som… me encontro em meio a um breve devaneio sob as cordas de um violão.
E neste pouco tempo falando sobre o som, que o próprio vento ecoa… Forma se a melodia! Que faz se do movimento em suas mãos...
Enquanto ao desenvolvimento, a melodia mesmo que tardia, gera em forma de poesia o momento!
E cada corda em sintonia, cada nota em harmonia, diz o real motivo! O temor retraído, a saudade ao relento.
Dentre outros movimentos o dedilhar se perde… e junto a ele vem o sentimento! O entendimento mesmo que por pouco tempo.
De uma nota escondida… ouvida porém não sentida! tocada, escrita, mas nunca redigida!
E em meio a multidão que parece não prestar atenção, nada mais consigo ouvir, além do sol, do lá, do si…
A cada vibração, vem do fundo a noção! Das partes de um inteiro, separadas… esquecidas…
E em mim forma se a empatia! Em forma de utopia! Porém logo vem angústia trazida pela sua avaria…
E agora vai se esvaindo a tal melodia... Pouco a pouco, nota após nota… e das últimas cifras, reduzidas agora a cinzas... Sobram apenas as breves lembranças da sua ousadia...
Enfim o silêncio! Que mesmo ao mais alto som, se faz absoluto…
Percebo então que não estive em mim durante esses minutos...
Volto e revejo… um ambiente agitado, a mesa cheia, o barulho ao meu lado… E eu aqui! Em devaneio, ao o som do seu violão...
Utopia da realidade
Sufocado pelas páginas do livro que nunca li, estou eu aqui! Preso nesta insuportável empatia…
Que posso fazer? Como me livrar de algo que não consigo sentir nem ver?
Não posso ouvir! Porém faço a mim mesmo a tortura ensurdecedora...
Não posso ver! Mas meus olhos se rendem ao medo… as imagens das páginas viradas, e ao sofrimento do vazio.
Não posso sentir… mas minha pele arde como se queimada com fogo!
E o cheiro, doce… putrefato… destruindo minha mente e meu corpo.
Não consigo mais viver na morte, mas o que posso fazer? O livro já tem um título… uma história... como não há o que ler?
Talvez porque a mente, em sua perfeição destrutiva, sempre desejando a utopia, reflete a degradação da aceitação que não existe! E sobra apenas agonia.
Nunca houve livro, nunca houve história, porém sempre houve a mente!
Buscou tudo de mim, tirou e revirou a vida, e enquanto buscava, a doença passava... mortífera e macabra.
Sedimentou meu tato, cegou meus olhos, matou minha sede, minha fome… tapou meus ouvidos. Agora o calor dessa história já não sinto...
Sinto apenas meu pensamento, torturando minha mente e dizendo: “esse livro não existe, o que existe são sentimentos”.
Obra de um dia só
Sob o calor escaldante, mas um perpétuo dia de trabalho...
Ouço o som das marretas, pás, picaretas!
Todas transmitindo um som revigorante! Porém falho...
Pedra a pedra, tijolo a tijolo, formando-se a base da ambiguidade!
O medo desconstruído pela beleza, o contentamento alcançado pela inautenticidade...
Monumentos se erguem momentos, se despedem.
Massa sobre massa, naqueles que se perdem.
A tristeza se forma, mas o sorriso remedeia!
E ao entardecer, quando o expediente termina, ficam apenas as sobras, daquilo que havia de dia…
Troca de favores
Os últimos trapos, sobras de um único retalho. Costurados, costurados, fio a fio, ponto a ponto.
Por conveniência talvez, ou por descaso… substituídos! afinal, não se precisa mais de retalhos!
“O tecido é novo, o tempo é favorável, então sigamos em frente! Costurando agora linho, seda, lã… fazendo um bom trabalho!
E aquelas velhas mãos cheias de calos… porque fazê las sofrer? Coloquemos logo uma galoneira!
Que além de economizar tempo, ganhamos mais!”
Então que sigam! E deixem para trás os tais trapos de renda e cetim. Ainda há quem os queira!
Disso tenho certeza! E as mãos cansadas, também tem salvação!
Pois mesmo acabadas, sempre costuraram! E sempre costurarão!
Então que se vá a última melodia com o vento!
Que se mostre imparcial a cada momento!
Porém que seja firme, e em bom tom, para que se tenha entendimento...
Pobre burro… não conseguia mais mover-se, estava exausto! Quanta carga já havia trazido e levado? Seu montador, dono do chicote, desceu então da montaria! Olhou para o pobre burro, e perguntou-lhe:
-Porque parou? Ainda não chegamos! Temos muito pela frente, seu trabalho é andar! E fazer da carga sua vontade!
Mas o burro não obedecia… como poderia? Cansado e faminto a dias… Seu montador então desistiu!
-Se não tens capacidade para completar a caminhada, não tens então porque continuar vivo!
De longe ouviu-se o som do sacrifício. O chicote e a carga, agora eram somente lembranças da insistência do animal! Mas assim foi, e melhor foi...
A ruína da alma de qualquer ser humano é alcançada quando a verdade já não tem mais importância; deixando assim que a mentira penetre nos lugares mais obscuros da mente humana, permitindo que ela contamine todo universo complexo e obscuro da alma. Não viva na mentira, liberte-se da culpa e das decepções que não pertencem a você.
Você não precisa de mentiras para ser feliz, não precisa de mentiras para viver bem.
Viva na verdade, ande guiado pela luz e rejeite as ofertas da escuridão.
“Meus pensamentos”. Resende, 17 de novembro de 2017.
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