Poesia Coração
Coração blindado.
Só sente quem prova que merece.
Hoje, escolho com cuidado quem deixo entrar.
O mistério é meu charme;
a verdade, só para quem sabe valorizar.
Ser incrível é ser farol
quando todos escolhem se apagar.
Sou cicatriz que virou história,
superação em cada linha da minha pele.
Ser intenso é meu dom,
ser raro, meu destino.
Ansiedade: O Grito do Coração Acelerado
Aprender a descansar no tempo de Deus. Como lançar sobre Ele toda a ansiedade.
Versículo-chave:
“Lancem sobre Ele toda a sua ansiedade, porque Ele tem cuidado de vocês.”
— 1 Pedro 5:7
Tempo...
Há muito tempo, no passado, com pena do meu coração, tranquei-o numa caixa com uma chave velha e gasta, não queria que ninguém, além de mim, tivesse acesso ao que já foi ferido e enganado tanto. Portanto, fiz um favor a mim mesma, perdi a chave na suposição de que ninguém, nem mesmo eu, jamais a encontraria. Assim, eu não teria que me preocupar com a possibilidade da caixa ser aberta novamente.
Senhor, obrigado por mais um dia. Hoje Te entrego meu coração, minhas lutas e meus sonhos. Enche meu dia de paz, livra-me do mal escondido, fortalece minha fé e sustenta minha alma. Que eu veja Teu cuidado em cada detalhe. Multiplica a bênção sobre mim, sobre minha casa e sobre tudo que eu colocar as mãos. Sei que o Senhor está comigo e com Deus, tudo é possível! Salmo 37:5 "Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e o mais ele fará." Em nome de Jesus, Amém!
Bom Dia Paz E Graça.
A tristeza pode até bater à porta do seu coração, mas não permita que ela faça morada na sua alma. Deus é maior que qualquer dor, e a cada amanhecer Ele renova nossas forças. O que hoje parece pesado demais, amanhã pode ser leve nas mãos dEle. Confie. Respire. Ore. Há um propósito maior em tudo, e mesmo na dor, Ele trabalha por você. Cuide do seu interior, alimente sua fé e escolha acreditar que dias melhores virão. Sua alma é lugar de esperança, não de escuridão. Entregue, descanse, e siga com Deus no comando.
Bom Dia Paz E Graça.
Fogueira de São João
Ah, fogueira de São João,
Por que tumultuou meu coração
Com cinzas que partiram…
Vai, seguindo nessa luz,
Todo amor que me conduz
Nesse céu azul sem cor.
Pra quê falar de amor
Nessas noites que não passam,
Nas promessas que se foram?
Ah, que tristeza se eu tivesse
Uma amiga, uma peste,
Pra me fazer amar?
Vem, segue-me avante,
E me mande que cante —
Por favor, não precisa pedir.
Vai, sem mim agora, e olhe lá fora:
Será que a fogueira apagou?
Ah, fogueira de São João,
Por que tumultuou meu coração
Com cinzas que se partiram…
Vai, seguindo nessa luz,
Todo amor que eu compus
Nestes papéis sem cor.
Vai, e vê se não reluz
Cada cor que não seduz
Nesse novo amor...
Fogueira de São João,
Partiu meu coração…
Clareia a lua — que está tão só —
E me devolve o chão.
Se eu pudesse mandar um recado pra minha terra,
diria com o coração apertado e cheio de lembrança:
Querida Rio Verde das abóboras,
Hoje me peguei lembrando do menino Júlio – o "Julin",
"fi" da dona Gilza, neto da "véia" Tieta.
Nasceu e cresceu onde tudo parecia possível,
mas quase nada se podia para o povo humilde daquele solo —
um velho retrato da botina suja de poder.
“Como, agora, olvidar-me de ti?” —
verso do hino que ainda ecoa no meu lamento.
Saudoso, jamais esquecerei do que vivi.
E é mesmo estranho sentir saudade
de um lugar marcado por dor e violência,
mas mesmo com tudo isso,
eu olho pra você hoje e digo com orgulho:
Que bom te ver melhor, Rio Verde!
Espírito Santo,
Entra em meu coração e sara as feridas.
Ele está cheio de cicatrizes,com feridas vivas por debaixo delas.
Necessito do teu amor ágape,
aquele que transcende todas as coisas e as transforma.
Ensina-me a abrir as portas do meu coração,que está calejado e assustado.
Sinto o teu bater;
Teu toque é suave.
Se necessário, arromba essa porta e preencha esse vazio.
Minha voz ecoa, a gritar:
“Entra, Espírito Santo, e faça morada em mim,
e nunca mais me sentirei só,
pois comigo Tu estás.
Pobre e miserável é o meu coração,
que custa entender o poder do perdão.
Mas, com Ele, sinto que há cura na reconciliação.
Amor é a nossa união
Hoje, dia 12 de junho, usarei o meu coração,
No dia mais especial de nossas vidas,
Vamos comemorar o amor da nossa atração,
Entre abraços e beijos de mil carícias floridas.
Eu te amo entre todas as constelações do céu,
Juntos podemos agrupar todas as estrelas,
No único beijo festivo como um grande troféu,
Assim, você sempre será minha cinderela.
Amar tem um sentido e eu vou lutar para não te perder,
A princesa de minhas emoções, minha bela donzela,
Vou crer para obter no dia dos namorados acontecer.
A chama da meiguice em uma formosa rosa vermelha,
Eu vou beijar com cafunés a magia e encanto do amor,
A namorada com ardor que parece uma flor de groselha.
CIDADE DE CIMENTO
Cidade de cimento cimentou meu coração!
O que me comovia, hoje me dá medo;
No que eu repudiava, me tornei então!
Cidade de cimento
Bagunçou o meu discernimento;
Dissipou os meus bons sentimentos;
E me tornou num bloco de cimento...
Cidade de cimento cimentou a minha esperança!
Vejo tudo com desconfiança...
Aprendi a viver com a violência cotidiana
E me acostumei com a insegurança...
Já não me assusta a corrupção,
Já me adaptei com a miséria da população,
Já não me comove, só vou dizendo não, não, hoje não...
Já me acostumei a dizer não!
Já me acostumei a negar o pão!
Vou seguindo a ordem de não dar esmolas
no trem, na estação...
Cidade de cimento cimentou o meu coração;
Cimentou a minha humanidade;
Cimentou a minha emoção!
Cidade de cimento transformou seus cidadãos
Em blocos de cimento, sem calor, sem paixão!
O que restou de sentimento foi a triste sensação
De estar em 1800, na Industrial Revolução,
Onde tudo era cimento, fome, dor e desalento...
E o operário que, sem tempo para o próprio pensamento,
Se tornou num bloco de cimento.
Cidade de cimento cimentou!
O Tesouro do General
Se me perguntam o que tenho de valor,
Eu digo: meu coração.
Não ouro, não espadas, não reinos —
Mas o coração onde guardo meu verdadeiro tesouro.
Pois aquele que ignora o próprio peito
Já perdeu, mesmo antes da primeira batalha.
E o mundo está cheio de homens derrotados,
Cativos de vontades que não são suas.
Enquanto isso, o general — prudente e silencioso —
Conquista sem lançar uma flecha.
Ele manipula desejos, oferece migalhas à alma,
E logo transforma homens livres em servos agradecidos.
Há escravos por todos os lados,
E o pior de tudo: não sabem que são.
Se dobram diante do ouro, se ajoelham ante o prazer,
E se julgam senhores por vestirem correntes polidas.
Mas eu… conheço o meu coração.
Belo por dentro, firme por fora.
Embora cercado pelo mal que tenta perfurar,
Ele permanece inabalável.
Porque quem domina o próprio coração
É senhor de si — e quem é senhor de si
Não precisa temer reis, nem exércitos, nem morte.
Pois já venceu a guerra que os outros sequer enxergam.
Não existe combate contra esse homem.
Pois enquanto os inimigos gritam e sangram,
Ele permanece de pé, calado —
E os derrota… sem que saibam quando perderam.
Quando Tudo Pesa
Minha cabeça está a mil.
Meu coração, apertado como se estivesse sendo espremido por dentro.
Minha respiração é curta, ofegante.
Minhas mãos tremem,
meu peito arde,
minha mente parece prestes a explodir.
Tô tentando fugir de tudo,
mas me sinto preso num labirinto sem fim,
num beco escuro, sem saída, sem luz, sem direção.
É como estar dentro de um sonho sufocante —
eu corro, corro, corro…
mas não saio do lugar.
Estou sendo esmagado entre pensamentos que gritam
e sentimentos que queimam.
É como se a minha própria mente estivesse me engolindo,
me arrastando para um buraco sem fundo.
Sinto-me sufocado.
Pressionado.
Imóvel.
Como se meu corpo não respondesse.
Como se respirar fosse um esforço gigante.
Tô sem rumo.
Travado.
Perdido de mim mesmo.
Chorar aliviava.
Mas já não me restam lágrimas.
Sinto que fui um oceano — imenso, profundo —
mas agora sou só areia seca, esquecida no meio do deserto.
Transbordei tanto… que me sequei.
Confesso: estou cansado.
Exausto.
Esgotado.
Estou tentando ser forte todos os dias,
mas a cada dia que passa, a força me abandona mais um pouco.
E eu já não sei por quanto tempo
vou conseguir segurar tudo isso sem cair.
Mas se ainda estou aqui,
é porque algo em mim, mesmo que quase apagado,
ainda insiste.
Mesmo sem direção,
mesmo sem forças,
ainda existo.
E às vezes, existir… já é um ato de resistência.
Dentro da recordação
Encontro no coração
Um tempo vibrante
De sol radiante
Alegria contagiando o ambiente
E você era meu presente
Perdi o tempo do meu viver
E hoje não consigo te esquecer.
“Conto Sem Fuga”
Viaja, coração — sem mapa, sem bagagem,
cruzando desertos de rotina e miragens,
na esperança de que o amor seja real,
e não apenas um eco no quintal da alma.
Liberdade soa linda…
até que ela custa o toque,
o riso em dia nublado,
o cheiro no travesseiro —
onde antes havia lar, há silêncio calado.
Sentimentos se embaralham como vento em véus,
confusos, intensos — ora céu, ora breu,
e as lágrimas que caem não são fraqueza,
são bilhetes molhados ao universo, pedindo beleza.
Pagamos caro por sonhar:
o apego, o abrigo, o beijo não dado,
o amor que nunca disse a que veio,
mas ficou sentado no peito, espreitando.
E ainda assim — sorrimos.
Colocamos a máscara de contentamento,
enquanto o "eu" lá dentro
grita por toque, por verdade, por alento.
Grita por um conto de fadas
que não precise de dragões ou castelos,
mas de mãos que se reconhecem,
e olhos que digam: “eu também me perdi, mas vim te achar.”
E talvez o encanto esteja nisso:
na dor que não some,
na pele que ainda arrepia só de lembrar o nome,
no beijo que mora sem nunca morar,
no instante que foi…
e ficou para eternizar.
Mas ao final da página —
não há fuga, nem feitiço.
A realidade sempre nos chama
e exige o compromisso.
“Não sou feito para a calmaria. Meu coração bate forte, grita alto e ama com a alma inteira. Ou é tudo, ou não é nada. Intensidade não é escolha, é essência.”
Ser intenso não é escolha, é necessidade. É sentir tudo de uma vez, a dor que rasga, a paixão que consome, o amor que não cabe no peito. É viver sem filtro, sem medo de se expor, porque para quem é intenso, o raso nunca foi suficiente. Ser intenso é estar à beira do abismo, mas se jogar sem hesitar. É abraçar o caos interno e transformar cada cicatriz em combustível para continuar lutando, amando, desejando mais. Não é para qualquer um. É para quem tem coragem de ser real, de ser bruto, de ser vulnerável e poderoso ao mesmo tempo. É ser fogo que queima, que ilumina e que não se apaga fácil. Porque amar pela metade, sentir pela metade, viver pela metade… isso não é vida. Quem é intenso quer o tudo, o prazer, o sofrimento, a glória. Porque só assim, de peito aberto, a gente realmente vive.
Aqui não tem meio-termo, é tudo ou nada.
Insensato a coração
Toda humanidade exala a falta de insensatez
Ah, humano coração que faltou, e nem se fez
A imensa solidão, não fico gritante e um pouco falante
A humanidade hoje, paga pelos tempos antigos
Por um mal que não faz...
Mas quais, carrega no próprio sangue o pecado e o perdão
Vê se olha nos olhos, e me diz com coragem
E ou será que não....
Vê a lua brilhar, o dia inteiro até acabar
A noite, vê o sol encantar meus poemas cantar
Até o dia nascer em luz novamente, te amar, te amar, te amar
Hoje, troquei o dia à noite só pra mudar o necessário
Que morro-me a lhe observar.
A Saudade...
A saudade chega sem aviso, ocupando espaços e pesando no coração. Mas, junto traz memórias que merecem ser revisitadas... ecos de momentos que deixaram sua marca. É um amor silencioso pelo que já foi, uma forma delicada de reconhecer que cada instante vivido teve seu brilho único, impossível de apagar.
꧁ ❤𓊈𒆜🆅🅰🅻𒆜𓊉❤꧂
Sorriso no rosto e coração dilacerado. Quantas vezes o rosto não mostra como está o coração.
(lembranças do facebook de 2020)
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