Poesia Carinho Machado de Assis
“Meu amor tem cor, mais que apenas as sete do arco-íris... Meu amor tem coragem, mas não qualquer delas senão aquela encontrada no âmago dos vencedores... Meu amor tem tom, para além dos 50 tons de cinza do best seller... Meu amor tem corpo, que além de prestá-la a cortesia de conduzi-la aonde quer que vá, de um só tempo, ainda me permite o adesismo mais concupiscente só dado aos amantes que sucumbem ao ser amado.. por corolário, para que não me deixe ser tragado pelo espírito da prolixidade, Meu amor tem todas virtudes atribuídas àqueles que aderem à embarcação do amor como se fosse o último trem com destino à felicidade.”
é só quando você sentir necessidade de alguem e perceber que não tem ninguem que você realmente descobre a porra da realidade..
depois de um ano e meio você começa a se achar ridículo por ainda esperar por um Amor que se quisesse realmente, já teria voltado..
sinto a sensação como se fosse hoje, o estrondo silencioso de quando meu coração se partiu ao ver-te partindo..
quando você se anula, se deixa de lado, não estás recebendo Amor, pode ser qualquer coisa, menos Amor..
como não me sentir inseguro em meio a tantos seres amantes de si mesmos, caluniadores, aproveitadores, falsos, inescrupulosos, que fazendo peso na terra habitam o planeta?
desolador achar que sabe muito sobre uma pessoa e de repente ela te mostra que você não sabe nada..
Com o amor-próprio entendi o que é o amor de verdade. Não é sobre me sacrificar para agradar a outra pessoa, mas me valorizar para não me contentar com pouco.
Quando olho para ti de forma unica e doce, sinto o mundo apaixonado e louco pelo que vê, quando sinto o teu bater do teu corpo e coração simplesmente diz, acima de tudo adoro a perspectiva de mudança e de novas conquistas e vitórias e glórias, porque és uma Duquesa indomável e simplesmente fascinante e unica minha duquesa.
A beleza da arte, o recebido ou aprendido, são a revelação do ser sobre o parecer, e se mostram quando o ser eu, toca a alma do ser outro.
A solidão nasce quando nascemos. E, com ela, temos que conviver toda uma vida. Quer estejamos acompanhados ou não, por alguém, algo, qualquer coisa. A melhor companhia é estar só, que é como somos; irredutivelmente sós. A solidão traz a vida consigo, mas há que saber rodeá-la com os enfeites da alma.
Uma borboleta amarela vigiava as flores de romã - os frutos amadureciam invariavelmente em dezembro.
Via o vulto límpido da realidade se abrir lentamente. A morte é apenas uma linha que se precisa atravessar, o silêncio depois que a respiração cessa. Nada se pronunciava que não viesse eternizar o que havia em si de venerável. Mateve-se curioso. Não perdeu a capacidade de encontrar motivos.
Nas elucubrações das madrugadas, vivo o silêncio profundo, sinto calmo e reflexivo, inspirações que brotam, nascem as produções literárias, fluem da epiderme as emoções que se transformam em poesia..
Contando os acertos, enumerando os erros... Hoje, acabei por precificar meu coração, sem submeter a inflação, lastimável nota encontrei, dó.
Eu já fui marujo: descobri o que não tinha nos mapas. Eu já fui escravo: senti o aperto de uma corda amarrada. Eu já fui soldado: vi o que ninguém deveria ver. Eu já fui engenheiro: projetei prédios para pessoas viverem.
"Veja como sãos os caprichos do destino, mesmo o fragmento de um olhar fugidio é capaz de materializar a mais pura expressão da poesia, senão escrita, mas naquele instante, sentida, como a ode perfeita do momento do seu encantamento pelo flecha do amor."
Vivemos felizes com tão pouco, que quando conquista o muito não agrada como antes, talvez seja a paz ea tranquilidade que acabou.
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