Poesia Calma
Tenha calma, não se cobre tanto
O desespero impede o raciocínio.
Liberte-se das más opiniões
Honra sua história de amor com você.
Exclua o que te faz mal, proteja-se
Respeite o patrimônio de sua vida, sua integridade.
Hoje eu acordei com o vento manso
Falando baixo no meu coração
Que a vida pede mais calma no passo
E menos peso na preocupação
Preservar a calma, mesmo quando as tempestades se erguem e o mundo ameaça desabar.
Manter a paz dentro de si, protegendo o coração dos pensamentos que a ansiedade semeia e dos problemas que tentam roubar a leveza da vida.
Fazer do amor um rei absoluto — que governa com bondade, que liberta sem exigir nada.
Permitir que o bem continue fluindo, mesmo diante da frieza da geração, do desinteresse dos corações e da vaidade que tanto cega.
Nadar contra as correntes, romper as amarras, até alcançar a imensidão reservada apenas aos que não desistem de viver.
— Sariel Oliveira
Apreciar as pequenas coisas é como parar diante de uma flor e observar cada pétala com calma, enxergando a delicadeza que muitos deixam passar.
E amar você tem sido exatamente assim… um encanto descoberto nos detalhes, nos gestos simples, nos silêncios confortáveis e nos olhares que aquecem minha alma.
Porque o nosso amor não vive apenas de grandes momentos, mas da beleza escondida nas pequenas coisas — aquelas que fazem o coração florescer todos os dias ao seu lado.
Ian N.T
Ao seu lado, tudo ganha cor, calma e sentido.
Os dias ficam mais bonitos, os sorrisos mais sinceros e até o silêncio parece abraçar meu coração.
Você chegou trazendo leveza para a minha vida, transformando pequenos momentos em lembranças inesquecíveis.
Com você, aprendi que o amor mora nos detalhes, nos cuidados, nas conversas sem hora e na paz que sinto quando estou perto de ti.
E é por isso que, ao seu lado, a esperança floresce todos os dias dentro de mim… porque amar você faz a vida parecer ainda mais linda.
Ian N.T
As palavras certas chegam quando a alma está calma.
Enquanto o peito ardc, tudo soa confuso. Mas quando o tempo assenta o coração, até o que doeu ganha sentido.
O Preço da Calma
Vivi de renúncias, um trilho a seguir,
Poupando o presente para o amanhã ter.
Mas alguém chegou, sem me prevenir,
E a rota que fiz cessou de correr.
Porém, o otimismo não deixo de lado,
A fé me conduz, o passo é seguir.
Retroceder não é o meu fado,
Apenas para a frente a vida há de ir.
O que foi guardado com tanto cuidado,
Reserva de paz que eu quis conquistar,
Será na velhice o meu porto sagrado,
O sono merecido que há de me salvar.
Ass: Roseli Ribeiro
Teus olhos guardam um brilho manso
A mesma calma que o luar derrama
Onde a verdade doce me reclama
E nesse orvalho encontro um Remanso.
HAIKAIS SOBRE A COPA DO MUNDO
Relógio correndo
o mercado vende pressa
a rã vende calma
Influente famoso
ensina vida simples
num iate enorme
Autor: Sandro Sansão da Silva Costa
O SOSSEGO DA ALMA
"Não permita que a pressa do mundo roube a sua calma. O que é para ser seu, encontrará um caminho até você. Cultive a paciência, pois as melhores colheitas exigem tempo e cuidado."
Lucia Reflexões &Vida
Às vezes ficar em silêncio é mais que manter a calma, é encontrar paz do exterior ao interior é conseguir ouvir seu próprio coração bater, sentir sua respiração e ter certeza de que a vida, apesar de todo caos,
pode ser vivida às vezes respirando fundo, em outras perdendo o fôlego por estar feliz...
Enchente do Quintal
Em março chega a água, vem calma, na manha.
Em abril molha do tornozelo ao joelho, banhado de lama.
Em maio sobe ligeiro, cobre da cocha até o seio, quente desanda.
Em junho mergulha inteiro, submerso até o fio do cabelo, remadas e passeios.
Em julho corre depressa, peixes, pulos e banzeiros.
Em agosto some da noite pro dia, enchente seca sem despedida.
Rio vira grama, alma reclama, seis meses inteiros a esperar quem me banha.
Você é minha calma
No turbilhão da vida, tua voz me aninha,
Farol que me guia, quando a noite é sozinha.
Teus olhos são cais, onde posso atracar,
Eu sou tempestade, mas tu sabes acalmar.
És silêncio que canta no fundo da mente,
Um sopro sereno, um abraço presente.
Na pressa do mundo, tu és contramão,
No caos da cidade, és pura canção.
Você é minha calma, meu porto, meu chão,
Um tempo sem hora, um lar na canção.
Na pressa do mundo, eu paro e percebo:
Minha paz tem o som do teu beijo.
Teu riso é remédio que o peito procura,
Um sopro de leveza, um toque de ternura.
És pausa bonita no correr dos dias,
A dança perfeita das nossas poesias.
Você é minha calma, meu porto, meu chão,
Um tempo sem hora, um lar na canção.
Na pressa do mundo, eu paro e percebo:
Minha paz tem o som do teu beijo.
Se o vento me arranca, tua mão me segura,
Na fúria do mar, és minha ternura.
E quando o amanhã parece incerteza,
Te encontro em mim, és pura clareza.
Você é minha calma, meu porto, meu chão,
Um tempo sem hora, um lar na canção.
Na pressa do mundo, eu paro e percebo:
Minha paz tem o som do teu beijo.
Você é minha calma...
Você é meu chão...
Era apenas um bilhete.
Noite fria, e o choro não cessava. Medo! Reflexão me apavora. Calma, é apenas minha alma se mexendo na cama da tempestade.
Maltrapilho e esquecido!
Abandonado e desconfiado!
E nas andanças da vida, percebo a dúvida ao meu lado. Incansável e insistente, ela querendo saber mais das minhas Procrastinação.
Sombria e demorada.
Presa em castelos de papel timbrado. Ouso em dizer, são versos, são letras de um coração pensativo em meio as trevas da dúvida.
Quero, mas não posso!
Desejo, mas não compartilho!
Sinto, mas não permito avançar! Amo, mas dúvido desse amor! Investigada minh'alma, magoada por ter escolhido eu. Paradoxol me apavora, mas como tentar explicar a Carência e a solidão se não forem versos em caixão. Não me refiro a morte, mas o luto que inflamar ela.
Quero. Quero tanto!
Quero. Mas querer o quê
Quero ser feliz, amado, lembrado e admirado. Não pelas virtudes que insisti em não me querer, mas pelo simples fato de ser lembrado. E em meio a objetos duradouros. Estou eu, de vidro e porcelano. Aguardando a realidade me visitar.
Posso ser calma, silêncio que acolhe,
ou tempestade que tudo revolve.
Posso ser riso solto no ar,
ou nó no peito difícil de desatar.
Posso ser casa, porto e chão,
ou estrada sem direção.
Posso ser força quando dói ficar,
ou fraqueza que precisa chorar.
Posso ser faca, palavra afiada,
ou cura lenta, bem pensada.
Posso ser fogo que aprende a conter,
ou cinza fértil pronta a renascer.
Posso ser muitas, sem pedir perdão,
contradição viva em expansão.
Não me resumo, não caibo em um ser:
sou mil maneiras de simplesmente ser.
A Mulher Segura vs o Jovem Intenso
Ela parecia inabalável.
Postura firme,
voz calma,
dessas mulheres que entram nos lugares
como quem já aprendeu a não precisar de aprovação.
Nada escapava do controle.
Nem o olhar.
Nem a saudade.
Nem o coração.
Até ele aparecer.
O jovem intenso.
Bonito de um jeito cansado.
Emocional demais.
Verdadeiro demais.
Daqueles que chegam bagunçando o ambiente
sem perceber.
Ele falava olhando nos olhos.
Sentia sem estratégia.
Amava sem diplomacia.
E isso desmontou ela.
Porque homens calculados
ela conhecia aos montes.
Mas homem sincero em excesso…
isso era perigoso.
Ele não tinha maturidade emocional perfeita,
nem promessas sólidas,
nem estabilidade.
Mas tinha presença.
E presença desarma gente forte.
Então a mulher segura começou a falhar
em pequenos detalhes:
pensava nele no trânsito,
abria conversas antigas,
sorria sozinha sem perceber,
e odiava o fato
de sentir falta daquele caos juvenil.
Ela, que sempre controlou tudo,
agora esperava mensagem.
Ela, tão racional,
criando expectativa igual adolescente.
E o pior:
sem nunca admitir.
Porque certas mulheres
preferem sangrar em silêncio
do que parecer vulneráveis.
Já ele…
nem entendia o tamanho do estrago que causou.
Só sabia sentir.
E foi justamente isso
que atravessou ela inteira.
Mente Calma
Uma mente calma não corre atrás de vento.
Não grita pra ser ouvida,
não empurra o rio pra ele correr mais rápido.
Ela entende que provar cansa,
que controlar machuca,
e que paz não se conquista na força.
A mente calma é como água:
se adapta, contorna a pedra,
mas não perde a essência.
Ela sabe que o mundo lá fora pode gritar,
mas por dentro... por dentro escolhe silêncio.
Escolhe limite.
Escolhe leveza.
Porque quem está em paz com si,
não precisa vencer discussão.
Precisa só continuar inteira.
*Calma que Queima*
Eu vi.
Vi o sorriso torto que chama de apoio.
Vi a mão que aplaude na frente
e aponta por trás do espelho.
E sabe? Não vou gritar.
Gritar dá palco pra quem vive de mentira.
Minha revolta é silenciosa.
É tirar você da minha mesa sem fazer alarde.
Falsidade cansa.
Cansa porque gasta nossa fé à toa.
Cansa porque obriga a gente a duvidar
até de quem é verdade.
Então eu escolho a calma.
A calma de quem não deve explicação.
A calma de quem vira as costas
e segue com a consciência limpa.
Você pode até ganhar aplauso,
mas nunca vai ter paz.
E eu... eu durmo em paz.
Sem máscara. Sem teatro. Sem você.
